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01 novembro 2012

Mamães e suas dificuldades pós-parto...


 Puerpério (também conhecido como dieta, reguardo ou quarentena), este é o nome dado ao período, por parto da mamãe, que se inicia com a saída da placenta e termina com a ovulação da mulher depois de 6 a 8 semanas, mas para as mamães que amamentam ovulação pode demorar entre 6 a 8 meses para ocorrer.
Mas as alteração no corpo continuam, afinal o corpo se modificou para gerar o bebê e esta transformação continua, tem a recuperação física, tudo deveria voltar como estava antes (principalmente o peso né rs), tem as alterações hormonais que também são importantes para a produção de leite e as psicológicas, uma vida dependente de você, uma baita responsa rsrs.



Alta do hospital, uma felicidade ir para casa com seu pimpolho, delícia, mas uma série de questionamentos passam pela cabeça, e agora? Como dar conta de filhote, casa, marido, filhos (se tiver outros), outros problemas que já existiam e não sumiram e ainda ficar de repouso para descansar, porque o sangramento o cansaço são intensos. 

Na minha primeira gravidez, eu nem me preocupava com nada, fiquei na casa da minha mãe 40 dias e ela só me deixava cuidar da minha princesa, banho eu só dei nela com 30 dias, repouso total por causa da cesariana. Já na segunda gestação eu me preocupava, porque tinha minha princesa e como lidar com a situação, ciúmes atenção, minha recuperação e muitas dívidas porque estávamos construindo nossa casa, mas o serviço de casa mais uma vez minha mãe cuidaria para mim, ainda bem rsrs. 

Para as mulheres com parto normal, é mais tranquilo, porque não existem os obstáculos da cirugia, mas também é necessário um repouso, afinal passou pelas mesmas mudanças durante a gestação.

Quem tem a sorte de ter um anjo como minha mãe deve agradecer muito, porque é difícil demais, a cesariana dói, não pode abaixar, fazer nenhum tipo de esforço para não abrir e ter que voltar para o hospital.



Mas e o lado emocional como fica? Algumas mulheres desenvolvem a depressão pós parto, li uma vez não lembro onde, que para as mulheres que desenvolvem a depressão é como se o parto significasse a morte do bebê dentro dela, porque ele deixa de ser somente dela para viver no mundo onde ele terá mais atenção que ela, achei super forte, mas pode mesmo acontecer, mas claro que tudo depende de uma série de fatores para acontecer. 

E tem também as mudanças para o bebê, afinal ele estava em um ambiente protegido, quentinho rs, e agora houve uma mudança enorme, sente cólicas, frio, fome, molhado e coisas que ele desconhecia e o resultado disso é o choro, noite e dia, muitas vezes durante meses, mas primeira coisa a fazer é respirar fundo, muito fundo, para entender que aquele processo difícil para todos e muita calma, quanto mais tranquila a mamãe estiver, vai passar isso para seu bebê, e ele vai melhorando com o passar dos dias.

Mas apesar de todas as dificuldades a maternidade é a melhor coisa que existe para a mulher, eu sempre disse que não queria ter filhos, e hoje vejo isso como egoísmo, porque o que eu não queria era ter trabalho e abrir mão da minha independência, respeito a decisões de mulheres que também pensam assim, porque para mudar de idéia é preciso viver esta experiência magnífica que Deus nos deixou.







24 outubro 2012

O nascimento do bebê

Bom dia, Mamães Corujas!!

Hoje vou falar de um dos momentos mágicos de uma mulher o nascimento do bebê!!! Acho que não dá para comparar o que sentimos naquele momento com nada nesta vida. Passamos 9 meses da nossa vida planejando tudo para a chegada dele e pensando no depois também, mas a hora do nascimento é maravilhoso.

Na minha primeira gravidez, optei pelo parto cesária  eu tinha medo de não aguentar o parto normal, e também a comodidade de ter tudo preparado para a hora, inclusive escolhi o dia 8 (que simboliza o infinito, o amor infinito que sinto por ela). 

Eu estava muito tranquila, ansiosa, mas tranquila, como foi marcada, cheguei no hospital as 11hs da manhã, conforme o médico me orientou, não precisei ficar na sala de pré-parto, fui direto para o quarto. Meu parto aconteceria as 15hs, deveria. Como fiquei assistindo tv na comodidade do meu quarto sozinha rs nem percebi o tempo passar, eu sabia mais ou menos a hora pela programação da tv.
De repente meu marido chega assustado, achando que tinha perdido o parto já era 16hs ai sim me dei conta do atraso e a partir dai comecei a sentir fome (ansiedade) ai foi aquele alerta no hospital, cadê o médico, ninguém sabia informar, as enfermeiras não conseguiam contato no celular. Como eu estava sozinha no quarto o hospital liberou que minha família ficasse comigo. Eu nem me preocupava com o médico queria mesmo é comer kkkkkk. Depois de tanto agonia eis que chegou a hora 18hs é 3 horas de atraso, na verdade o médico se confundiu com o horário ve se pode. 

Como fiquei muito tempo em jejum passei muito mal  no parto, precisei tomar um remédio para enjoo que me deixou grogre e o momento pelo qual esperei tanto passou rapidinho, nem o ouvi o choro da minha filha e olha que meu marido disse que o choro dela era muito alto, rsrs, mas o momento que tenho na memória foi quando a colocaram do meu lado, linda, cabeluda e a cara do pai, meu marido disse que foi lindo, ela chorava e naquele momento ela parou e eu disse é nossa filhinha, emocionante relembrar todo o momento.

O segundo parto, do Arthur meu anjinho, foi diferente e o nascimento dele foi uma experiência totolmente inesperada. Para começar não pude agendar a cesária, porque o convênio estava na carência e não cobria o parto então eu me preparava para o parto normal (tentava mostrar que era o que eu queria, mas não era). Mas acho que não vou boa parideira kkkk, já que minha bolsa estorou mas não tive nenhum dedo de dilatação e como ele estava em sofrimento fetal, precisou mesmo ser um parto cesária, mas diferente da Ágatha eu estava bem e pude ver tudo com muita lucidez, mas não ouvi o choro que tanto queria e nem tê-lo perto de mim como gostaria, ele precisou ser levado, mas nem por isso o nascimento não foi marcante.

Fiquei emocionada, eu nunca me imaginei mãe antes, achava que era uma coisa do outro mundo mas hoje posso dizer que o nascimento dos meus filhos foi um divisor de águas, e sou muito feliz por isso.







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