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25 junho 2013

Doença da mão, pé e boca

O Pititico anda dodói. No iníco pensei que fosse estomatite, mas na verdade é a doença da mão, pé e boca. Eu não conhecia, por isso achei legal compartilhar com vocês o que li a respeito.
 
 
A doença da mão, pé e boca é causada por um vírus chamado coxsackie. Este vírus é altamente transmissível, podendo passar de uma pessoa para outra pelo pelo contato com as secreções do nariz, da garganta e da boca de crianças infectadas. A doença também pode ser transmitida pelo contato com o líquido das bolhas das mãos e pés ou com as fezes de crianças infectadas. As secreções e fezes contaminadas podem ficar na superfície de móveis, objetos e brinquedos e também podem transmitir a doença, portanto, lembrem-se de lavar sempre bem as mãos.
Aproximadamente metade das crianças que se infectam com o vírus coxsackie não têm sintoma algum, outras apresentam somente alguns episódios de febre por aproximadamente três dias, sem qualquer outro sintoma. Por outro lado, há crianças que desenvolvem a doença típica da mão, pé e boca.

A doença é mais freqüente na primavera e no outono e acomete geralmente crianças menores de 5 anos.

Após um período de incubação que varia de 4 a 6 dias, aparece a febre que pode ter intensidade variável (em alguns casos, a criança pode não apresentar febre). Após esta fase inicial, aparecem pequenas aftas na boca (estomatite) que causam dor quando a criança engole saliva ou se alimenta. Frequentemente, a criança baba muito e recusa a alimentação nesta fase. A seguir, surgem pequenas bolhas branco-acinzentadas com a base avermelhada nas mãos e nos pés (principalmente na região das palmas das mãos e plantas dos pés). Estas pequenas bolhas não coçam e não doem e podem aparecer também nas nádegas.

Por ser uma doença causada por um vírus, o tratamento é sintomático, ou seja, as medicações são usadas somente para aliviar os sintomas. Em alguns casos graves e raros, a dificuldade de ingerir líquidos pode causar desidratação. Porém, na grande maioria dos casos, as medicações sintomáticas associadas a uma alimentação leve e uma boa ingestão de líquidos são suficientes para que a criança supere a infecção utilizando os recursos de seu próprio sistema imunológico.
 
 


23 junho 2013

Você já ouviu falar em refluxo do xixi?

Bom dia Mamães Corujas!!!

Eu nunca tinha ouvido falar que existia antes de fazer esta pesquisa, achei super legal e informativo esta matéria e estou aqui para falar e divulgar o assunto.

Refluxo do Xixi


Menos conhecido que o gastroesofágico, o refluxo vésico-ureteral pode causar infecções urinárias com frequência. Veja quais os sintomas e como tratar o problema.
Paloma Cotes


Que mãe ainda não ouviu falar sobre refluxo? Quando a palavra surge em uma conversa, logo vêm à mente o problema do gastroesofágico, no qual o bebê ou a criança apresentam como principal sintoma a regurgitação. Mas um outro tipo de refluxo, bastante comum, mas ainda pouco diagnosticado, também exige a atenção de pais e mães: é o refluxo vésico-ureteral, que também pode ser chamado de refluxo do xixi


Todos possuímos uma espécie de válvula anatômica que faz com que a urina que vem dos rins, siga pelos ureteres e desemboque na bexiga. Mas, quando esta válvula não funciona direito, o xixi acaba voltando pelo caminho de onde veio, e acaba se depositando nos ureteres e também nos rins, causando o refluxo. Com isso, e com o tempo, as bactérias presentes na urina podem causar o que os médicos chamam de infecções urinárias de repetição. Além da gravidade de cada infecção urinária, está o fato de que, até os 5 anos, essas infecções podem causar cicatrizes nos rins, comprometendo o funcionamento e a anatomia deste órgão de forma irreversível. Por isso, se seu filho tem infecções urinárias com frequência, é importante procurar por um especialista, o nefropediatra (que é o nefrologista infantil), para investigar os motivos. 
 

Muitas vezes, as mães sequer desconfiam da existência do problema, e acabam achando que as seguidas infecções urinárias podem ser fruto de algum descuido, ou do fato da criança ainda não conseguir se limpar corretamente, por exemplo. 
“Normalmente os diagnósticos de refluxo aparecem em crianças pequenas, principalmente em meninas, por conta da anatomia feminina, já que nelas a uretra é mais curta e mais difícil de limpar”, afirma Claudia Leonardi, psicóloga do Ambulatório de Distúrbios Miccionais da Unifesp. As meninas têm duas vezes mais chances de ter o problema do que os meninos.

Possíveis causas

O refluxo vésico-ureteral geralmente é um problema congênito (fruto de uma má-formação), mas pode também ter origem genética e até mesmo ser motivado por um desfralde precoce. Além disso, o refluxo pode acontecer em apenas um ou nos dois rins. E o problema pode ter cinco graus: do 1 (refluxo só no ureter) até o 5 (refluxo até o rim, causando intensa dilatação renal e tortuosidade dos ureteres). 

O refluxo é detectado por um exame chamado uretrocistografia miccional, que é uma espécie de raio-X com contraste. “Muitas vezes a infecção urinária deixa de ser diagnosticada ou é tratada como uma virose. Além disso, existe uma certa resistência ao diagnóstico deste tipo de refluxo por conta da realização da uretrocistografia, que pode ser um exame desconfortável”, afirma Ana Paula Brecheret, nefropediatra dos Hospitais Sabará e São Paulo.

Como é o tratamento

Os tratamentos vão desde uma reeducação dos hábitos, ensinando a criança a fazer uma "forcinha' ao final de cada xixi, uma espécie de "fisioterapia" para aumentar a força da musculatura, até o uso de antibióticos, em doses reduzidas, por alguns meses ou anos, a fim de evitar as infecções. “O tratamento do refluxo deve ser individualizado, e leva-se em consideração o sexo, a idade, o grau de refluxo, a forma de manifestação, o comprometimento renal no início do tratamento e a disponibilidade dos pais em realizar um acompanhamento de longo prazo”, afirma Ana Paula. E, em casos extremos, em que os remédios não conseguem combater as infecções, e em crianças maiores de 5 anos, pode ser indicada a cirurgia. 

Segundo a psicóloga Claudia, é fundamental envolver a criança no tratamento. 

“Mesmo as menores têm boa capacidade em compreender o que está acontecendo e a participação delas em todo o processo é essencial. Utilizando termos simples e uma linguagem que elas entendam, tudo fica mais fácil”, explica. O especialista pode também utilizar técnicas de reforço, utilizando tabelas com adesivos, com carinhas alegres quando a criança consegue realizar o que foi solicitado”, diz a psicóloga.


As informações foram retiradas do site Revista Crescer.

Espero que tenham gostado, e até o próximo post.
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