19 janeiro 2013

Mamãe Convidada - Pequena que Pariu.


Quando a querida Ivna me convidou para escrever no Cantinho das Mamães Corujas, eu abri um sorrisão de felicidade e pensei em vários temas possíveis! Era um sábado e, conforme o dia ia acontecendo, eu ia pensando "puxa, eu podia falar sobre isso"... Exemplo: se minha caçula fazia uma mega birra (não faz, imaginem... cof, cof!), eu pensava "vou escrever sobre isso! vou pedir socorro!". Domingo fizemos uma viagem "bate e volta" para o Sítio do Pica Pau Amarelo, em Taubaté, pertinho de São Paulo (onde moramos). Preparei todo um texto mental para contar sobre isso, só que... 
 
Só que aí chegou segunda-feira! Começou a semana e eu tive que ir trabalhar... E sair para trabalhar com as crianças em férias é, às vezes, tão ... dolorido, sabe?! Tão injusto! Elas lá, sem horários, brincando fofamente, e eu trabalhando! Ahhhhh....
 
Sim, sou mãe que trabalha fora.
 
Então vou escrever sobre isso, sobre como se sente a mulher nos dias de hoje, dividindo-se entre mil papéis. Vocês podem aguentar um pouco de mimimi? Fico agradecida!
 
Bom, vamos lá. Sou mãe de duas meninas, de quase 6 e quase 3 anos. Sapequíssimas! E trabalho fora.
 
Não foi uma coisa assim "pensada", do tipo, "ah, quando eu crescer quero ser mãe e trabalhar fora". Na verdade, nos meus sonhos mais secretos, eu queria ser só mãe, pelo menos por um tempo, ou ter uma profissão que realmente permitisse que eu fosse dona do meu tempo (isso existe?).
 
Eu cresci numa casa em que minha mãe ficava com a gente o tempo todo. Esse era meu parâmetro, minha referência. Só que eu, quando me vi mãe, vi que já era uma profissional, vi que já tinha conquistado meu espaço, vi que tinha meu próprio salário e que ele era muito importante para pagar contas, ops, para a estabilidade do meu lar.
 
Aí, não era mais "opção". Eu não tinha como optar por parar. A realidade estava ali, imposta. O jeito era dar um jeito. Era tentar equilibrar os papéis.
 
Só que esse equilíbrio nem sempre é tranquilo. Nem todo dia a gente está bem resolvida, né?

Mãe que trabalha fora sabe:
1) o que é dar aquela choradinha dentro do carro indo pro trabalho, no dia do fim da licença maternidade (ou em qualquer segunda feira em que você esteja se sentindo piorzinha...);
2) o que é sentir frio na barriga quando o chefe te chama na sala às 18h e diz que 'surgiu um projeto novo'... E você percebe que não vai dar banho, não vai pôr pra dormir, nem vai ver elas acordadas aquele dia... e talvez nos próximos dias também não;
3) que viagem a trabalho não é legal porque é sinônimo de ficar longe de casa...
4) que tomar café rapidinho na copa do trabalho é motivo para falar das filhas pra quem quer que seja, nem que seja aquela moça solteira super descolada...
5) que é normal mãe ir trabalhar com a roupa amarrotada porque pegou as filhas no colo, amassou, beijou;
6) que é normal ter sua saia linda com mancha de suco de uva;
7) que dá um calor no coração encontrar na sua bolsa na hora do almoço uma chupeta ou um sapatinho de barbie;
8) que é normal ir trabalhar com as unhas feias porque preferiu ficar com as filhas do que ficar no salão no final de semana;
9) que é normal ler e-mails pelo celular enquanto empurra o carrinho da caçula e ao mesmo tempo vigia a mais velha brincando com as amigas no parquinho;
10) que quando a filha fica doente você quer ficar junto mas não sabe mais o que dizer pro chefe, pra equipe e pro RH, porque parece piada e toda semana parece que uma delas está doentinha;
11) que você vai sorrir sarcasticamente quando seu amigo de trabalho fala "tchau, bom descanso" no final do expediente, sendo que para você descansar ainda falta: pensar no jantar da família, dar banho em duas crianças, brincar, ler histórias, arrumar mochilas, lancheiras e etc;
12) que muitas vezes você vai pensar e pensar e pensar se está fazendo tudo certo, se dá mesmo para conciliar mesmo trabalho e vida de mãe... ou se você está sendo mais ou menos como mãe ou como profissional.
Confesso que já me senti muitas vezes uma malabarista capenga, deixando cair cada hora uma bola no chão. 
Mas acredito que a magia é equilibrar. É fazer escolhas. É estar focada no presente, ou seja, se está no trabalho, produza. Se está com as crianças, esteja inteira lá. E, claro, se sentir bem com isso e (tentar) não carregar sensações estranhas de culpa!
*Lilian é autora do blog fofíssimo Pequena que pariu,  é baixinha,  paulistana, advogada, esposa do Fê e mãe de duas meninas: Isabella (quase 6) e Beatriz (quase 3).

18 janeiro 2013

Moda verão 2013 ... O que você usaria??

Olá corujinhas ... quanto tempo heim??!!!! Nossaaaa minha vida tá uma loucura .. mas não vou deixar de vir aqui nunca ... quer dizer, vou deixar por um tempinho, pois vou viajar de férias pra Pernambuco .. ver a família e aproveitar o carnaval e as praias de águas calmas e morninhas ... ai ai ai .. rs


Bem, vamos ao assunto de hoje. Moda verão 2013. E o Neon vem com tudo. São roupas, esmaltes, bijus e sapatos em tons super, ultra, hiper flourecentes. Acho que com um jeans e camiseta básicos .. usaria algum .. rs
Outra coisa que vem com tudo neste verão são os óculos espelhados ... de todas as formas e cores. Esses eu amei ... adoro óculos, pena que são tão caros (os bons) ... senão eu teria vários .. Confesso que comprei alguns (falsos) .. só pra usar no carnaval ... hehehe


E continua bombando os Max colares e brincos ... alguns são lindos! Então meninas, desses itens ... quais vocês usariam?






Quero deixar aqui um beijo especial para cada uma de vocês e dizer que depois do dia 18 de fevereiro, estarei de volta!!! Vou ficar com saudades de vcs e de vir aqui ... mas voltarei cheia de novidades pra compartilhar aqui com todas ... Fuuuuiiiiiiiiii!!!!!!!!

Roberta Aquino

17 janeiro 2013

Se cuidar faz bem!


Eu nunca fui uma pessoa vaidosa. Nunca mesmo. Raramente passava um esmalte nas unhas, uma maquiagem e sempre era algo bem básico.
Quando engravidei fiquei louca por cremes, era tudo quanto é hidratante que vocês imaginarem, lá estava eu passando.
Gravidez é aquela coisa né? O cabelo fica maravilhoso, a gente fica uns kgs acima e de uma forma engraçada, mas na maioria das vezes estamos nos sentindo maravilhosas e por aí vai.
Comigo não foi diferente.
Porém com o nascimento da Beatriz, a correria que é ter um RN em casa e mais minha não tendência a peruísse eu virei uma mendiga life style, sabe?
Aquelas calças da gestação continuaram sendo minhas amigas, as blusinhas mais largas também, o sapato baixo, porém eu não estava mais grávida!

Demorou um tempo para eu me acostumar a tudo isso e ainda lembrar que eu tinha de cuidar de mim. Pois é  gente, não podemos NOS esquecer, é super necessário sempre cuidar da gente, da nossa saúde, da nossa vaidade.
E eu não lembro quando o interesse começou, sei que começou. Eu comecei a me arrumar mais, a comprar mais maquiagens (e principalmente, aprendi a usá-las!) e fui adaptando a nova vida.

Até porque dificilmente você irá conseguir usar aquele salto 15 pós nascimento dos filhos, eu sempre fui fã de um saltinho nada exagerado, mas nem isso conseguia usar. Então o negócio foi partir para as sapatilhas bacanas.

O que quero dizer é que para tudo se da um jeito. Sei que a gente as vezes se sente o lixo, pós maternidade, tudo caído, tudo fora de lugar, sem ânimo. Mas faça um exercício semanal.
Tire pelo menos 30 minutos para se cuidar. Sei que no início é difícil até mesmo tomar um banho, mas com o tempo a gente consegue e é só aprender a usar o tempo a seu favor.
Então comece tirando 30 minutos uma vez por semana, tome um banho bacana antes, passe um hidratante, hidrate os cabelos em casa mesmo, passe aquele esmalte esquecido no armário. E com o tempo você transformará isso em um hábito.
Com o tempo esses 30 minutos se tornarão 1 hora e olha só, da até para ir ao salão!

O fundamental é isso: não se esquecer que precisamos cuidar da gente, precisamos tirar um tempo para nós, para fazer algo que sentimos bem, algo que faça bem para nosso corpo e alma.


Beijos

Isabela Kanupp

16 janeiro 2013

Histórias inusitadas da maternidade


Olá corujas, é um prazer estar mais uma vez neste cantinho tão especial, hoje queria compartilhar algumas "histórias" inusitadas da maternidade, pois qual de nós não momentos q ninguém avisou, preveniu, enfim aconteceu.

Começo de ano é bom pra relembrarmos td q já vivemos e repensarmos no q ainda está por vir, e se as lembranças foram engraçadas, melhor ainda!! 

E que tal começar o ano dando boas risadas de tudo q vivemos... porque mãe tem muita história pra contar e eu aqui com o meu pequeno de 1 aninho e 7 meses q o diga. 

Vamos a elas!
Ah! registrem nos comentários as suas próprias.


Antes de ser mãe não me contaram que...

- Eu não acreditaria no resultado positivo de farmácia (tive q ir no laboratório na mesma hora fazer o exame de sangue!)

- Em minha primeira consulta eu não receberia só os parabéns do obstetra, mas também uma série de restrições e um batacão de exames

- Que eu passaria a gestação inteira sob controle (de peso, de comidas, de fazer as coisas) Pq será q queremos fazer as coisas quando não podemos? kkkk

- Que meu guarda roupa se resumiria em vestidos, legings, calças e blusas larguinhas e confortáveis e vestidos de novo... (E os meus jeans preferidos, saltos altos)

- Que eu sentiria um calor insuportável... nossa suava o tempo todo

- Que meu parto cesárea agendado, se transformaria em emergência por conta das contrações... Joseph se apressando nas 38 semanas

- Que ficaria 24h deitada na cama do hospital (com sondas e com o bumbum doendo de estar na mesma posição)

- Que a partir do nascimento do meu filho ninguém mais me enxergaria  (kkkkk)

- Que me apaixonaria pelo choro e a carinha inchadinha mais linda do mundo (nossa é incrível!)



- Que amamentar não é tão fácil assim. (Levamos quase um mês, era um perrengue danado)

- Que me sentiria estranha depois da cirurgia (só andava com a mão na barriga e devagarinho)

- Que no resguardo não se pode um monte de coisas (minha mãe ficou comigo os primeiros 15 dias e não me deixava fazer nada) e me obrigava a colocar a cinta q sacrifício dava vontade de chorar

- Ah! q eu choraria por tudo... pq não posso fazer as coisas, pq me sentia estranha, pq não sabia amamentar, se eu seria uma boa mãe...

- Que meu bebê estaria sempre impecável e eu... eita nos primeiros meses passava o dia de pijama, affff... não dava tempo kkkk

- Que prepararia a papinha de frutas e o suquinho e o bebê colocaria tudo pra fora... 1,2,3 vezes... nem me lembro em q vez ele comeu tudinho como são difícil as primeiras papinhas de frutas

- Encontrar alguém pra tomar conta do bem mais precioso da minha vida seria uma decisão super difícil.

- Que voltar a trabalhar me faria chorar o dia inteiro... e ainda correria até onde ele estava alegando q precisava mamar (kkkk... eu fiz isso, saí do trabalho e fui)

- Que as vacinas doeriam em mim também chorava junto com ele

- Que não dormiria mais a noite toda (achei q era coisa só de início, mas até hj não sei o q é uma noite inteira de sono)

- Que minha cama seria compartilhada (minha mãe não pode ler isso... ela ficou comigo 15 dias e o bebê dormindo no berço e no quarto dele, mas aí veio o calor... e nunca mais ele voltou pro quarto)

- Que seria super, mega difícil educar.

- Que os giz de cera seriam comidos...

E vc o q tem pra contar?

Joseph's Blog 
http://cphilene.wordpress.com




15 janeiro 2013

Sem ideias e criatividade para um programa com as crianças, nas férias?

Pois é gente, este assunto é um pouco complicado para mim, pois meus filhos não vão a escola e estão de férias permanente mas neste ano vai ser diferente pois o Gustavo vai para a escolinha, sinceramente estou bem aflita, acostumada em tê-lo em casa debaixo das minhas asas... Sou uma mãe que procuro por diversidade nas brincadeiras, mamãe de dois um de 4 anos e uma gatinha de 1 ano e 7 meses tem que se virar nos 30.


Sou daquelas que não gosta de deixar os  filhos presos, quero cria-los como eu fui criada, com os pés no chão, brincadeiras de roda, pião, bolinha de gude, amarelinha, esconde-esconde, subir no pé de árvore, brincar na lama, tomar chuva, mas sem descuidar da saúde deles é claro! Mas o que eu não consegui escapar foi da diversão interna, diversão em lugares fechados como aqueles parques de diversão de shopping, adoro leva-los para eles brincarem na piscina de bolinha, no pula-pula e nos carrinhos. 



O vídeo game, o computador e o celular podem ajudar no desenvolvimento das crianças mas na minha opinião deixa as nossas crianças mais tensas e sedentárias, A interatividade com as outras crianças, brincadeiras  ao ar livre e tomar o sol da tarde também é  fundamental para o desenvolvimento e o crescimento dos nossos pequenos e muito mais saudável.
Algumas brincadeiras que podemos fazer no quintal de casa junto com os nossos filhos e com o papai é claro!

AMARELINHAJoga, pula e agacha. Assim, a garotada vai do céu ao inferno fazendo ginástica e ficando craque na pontaria 

MATERIAL Giz ou fita adesiva e pedra ou bolinha de papel. 
PARTICIPANTES: Um ou mais. 
COMO BRINCAR Depois de desenhado o diagrama (ao lado) no chão, as crianças determinam uma ordem entre elas. A primeira vai para a área oval chamada de céu e, de lá, atira a sua pedra no número 1. Sem colocar o pé nessa casa, ela atravessa o diagrama ora pulando com os dois pés, quando tiver uma casa ao lado da outra, ora com um só. Quando chega à figura oval onde está escrito inferno, faz o percurso de volta e apanha a pedra, também sem pisar na casa marcada. Em seguida, ela repete o mesmo procedimento em todas as casas. A criança não pode pisar ou jogar a pedra na risca nem atirá-la fora do diagrama. Se isso acontecer, ela perde a vez. Vence quem completar o percurso primeiro. 
* A brincadeira também é chamada de amarela, marelinha, academia, cademia, sapata, avião, maré, macaca e pular-macaco.


CORRIDA DE SACO
Ganha quem chegar mais rápido, mas nessa corrida ninguém estica as pernas em grandes passadas. A garotada sua mesmo, dando pulos feito canguru 

MATERIAL Sacos de farinha ou de batatas. 
PARTICIPANTES: No mínimo quatro. 
COMO BRINCAR: A turma é dividida em equipes. São traçadas duas linhas paralelas com cerca de 18 metros de distância uma da outra. Uma será a marca da partida e a outra da chegada. Cada time recebe um saco. O primeiro corredor "veste" o saco e o segura com as mãos na altura da cintura. Ao sinal de partida, ele sai pulando até a marcação oposta e volta, também pulando. Em seguida, tira o saco e o entrega ao segundo participante. O jogo prossegue assim até que todos os integrantes de uma das equipes completem o percurso e vençam a competição. 
* A brincadeira também é chamada de corrida do canguru. 


PEGA-PEGA 
A meninada vai precisar de fôlego e agilidade para correr do pegador. Para variar, quem for pego também começa a correr atrás dos colegas 

PARTICIPANTES: No mínimo três. 
COMO BRINCAR: Uma criança é escolhida para ser o pegador. A turma se dispersa e ela corre atrás dos colegas tentando tocá-los. Se encostar a mão em alguém, esse será o novo pegador. Há algumas variações possíveis. Exemplos: a criança tocada tem de dizer o nome de um colega, que será o novo pegador e as crianças pegas passam a pegar os colegas também, só que mantendo uma mão no lugar onde foram tocadas. 

Mamãe Valéria Sandry



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