02 fevereiro 2013

Convidada especial: Minha experiência na maternidade por Xelly Dantas


Em primeiro lugar quero agradecer pelo carinho das mamães que formam essa equipe do
Cantinho das Mamães Corujas, obrigada de coração pelo convite.

Quando a Lilia me convidou fiquei mega feliz, e ao mesmo tempo preocupada. Preocupada
em o que eu poderia escrever e que não fosse uma leitura chata e cansativa.

Pensei que pudesse trazer coisas repetidas, mas pensando bem, como pude pensar em uma
coisa dessas?? Que a maternidade seria algo repetido pra alguém??

Podemos sim passar por situações parecidas, afinal o processo de desenvolvimento do corpo
humano, isso sim pode ser igual em sua maioria, mas também não podemos dizer que tudo
ocorre da mesma maneira, pois cada um tem seu tempo.

Mas de qualquer forma a maternidade ela é única para cada mãe, a chegada de um filho é a
transformação de um casal em família, ou uma família já formada em uma família ainda maior.
Sendo planejada ou inesperada a chegada de um bebê sempre é um momento de magia,
transformação, conhecimento, medos porque não dizer até de desespero?! Esses dias, vi o
relato de uma mãe que não dorme, onde diz que a maternidade é um inferno, diz que ama o
filho mas em cada relato não demonstrava um segundo sequer o tal amor.

As reclamações eram sobre o peso exagerado que ganhou durante sua gravidez, sobre o
desconforto de em não achar uma posição se quer para dormir, das noites sem dormir, os
choros sem “motivos”, inicio da alimentação sólida, desmame, desfralde entre outras que me
aperta o coração só de lembrar. Nesse texto ainda dizia que a maternidade era pura ilusão
ainda alimentada por mãe blogueiras que vivem em um mundo de fantasia e não publicam a
realidade de uma vida com filhos.

Bom, deixei lá meu comentário em que não consegui achar algo que me encaixasse naquele
desabafo que pra mim, vem de uma pessoa que esta em uma profunda depressão.

Mas vou deixar aqui a minha visão sobre a maternidade, sou mãe de 1ª viagem, “metida a
blogueira” (risos), e não vivo em um mundo de fantasias. Pra mim a maternidade foi a melhor
coisa que já aconteceu na minha vida. Até mesmo com relação ao peso que foi uma das
queixas da colega. Pois há alguns anos já havia me tornado uma pessoa sedentária e acima
do peso. E até nisso meu filho me ajudou, hoje não sou magra, mas já perdi 17 kg de quando
engravidei. Sim acreditem ao total foram 28 kg que já perdi em 10 meses. Foi ou não foi uma
benção o Rafa na minha vida (risos)???

Nesses 10 meses já passei por medos, por noites em claro, por cansaço após o serviço e ainda
ter que brincar arrumar a casa, fazer o jantar e cantar todas as musicas da Galinha Pintadinha
para o pequeno comer!!!

Gente, não estou dizendo que a maternidade é um mundo cor de rosa ou que uma vida preto
e branco, mas digo uma coisa, passaria por tudo novamente 10 vezes mil só para garantir que
nunca, nenhum instante se quer iria se perder da minha memória, pois a vida com o Rafael,
minha paixão é muito ME-LHORRRRR!!!

Hoje sou uma Mãe Apaixonada, de um bebê que aos poucos se transforma em menino, mas
que pra mim nunca deixará de ser o meu pequeno, meu bebê!!!

Beijos, Mi - Xelly rsrs

31 janeiro 2013

Etiquetando o material para escola

 

Como vocês sabem o Matheus começou na escolinha no inicio do mês e precisei me reciclar do assunto.

E uma das coisas que fiquei pensando era se precisava mandar o material dele com etiqueta. Falei com as professoras que disseram não ser necessário pois são poucas crianças.

Lembrei de quando trabalhava em escolinhas e que às vezes confundia algum material e ia na mochila errada. Por sorte só uma mãe (não sei qual) ficou com um par de chinelos de outra criança e não devolveu.

Então achei melhor etiquetar sim e ficou tudo bem bonito:

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O que acharam? Não fica muito melhor? Assim caso a professora se confunda ou vá na mochila errada, a mãe que receber sabe de quem é.

Em breve teremos a venda no meu blog (AQUI) as etiquetas personalizadas .

 

Assinatura CMC 2

30 janeiro 2013

Adaptação e agora?


Beatriz foi para a escola pela primeira vem com 2 anos e 4 meses, isso foi início do ano passado. Não sou expert no assunto, não sou especialista, pedagoga e nada do tipo, sou mãe e vou contar aqui minha experiência e dicas como MÃE.

A adaptação é um momento complicado tanto para a criança, quanto para a mãe. Muitas vezes nos prendemos apenas a adaptação dentro do ambiente escolar e acabamos ignorando todas as mudanças que ocorrem no nosso dia a dia e claro, no da criança, no ambiente familiar. Muda horário, muda o ritmo, muda tudo.

Imagine só que seu filho ficou 1 ano, 2 anos, 3 anos apenas com você. Todo dia ali, naquele ritmo mais calmo de casa, com horário para tudo ou não, mas na zona de conforto, com a mamãe por perto sempre que solicitar. Então, é complicado para eles.

     Uma mudança por vez: você já mudou de casa? Já mudou de emprego? Já mudou radicalmente alguma coisa na sua vida/rotina? É complicado e stressante não é? Para a a criança também, acrescente ai que crianças não tem muita noção de mundo e a única referência que ela tem é a família. Então evite de fazer muitas mudanças ao mesmo tempo. Vai rolar o desfralde? Faça antes da adaptação escolar, vai mudar o quarto? Faça antes. E por aí vai, porque se não seu filho pode ficar sobrecarregado.

      Tenha calma: já ouviu dizer que tudo o que sentimos nossos filhos sentem? Então, é mais ou menos isso. É claro que ficamos ansiosas, afinal é uma grande mudança, mas tente evitar ou se controlar, porque acabamos por passar essa ansiedade para os pequenos também. Mostre a vontade com a situação, mostre que é natural.

    Converse: Temos a tendência de achar que as crianças não entendem nada, entendem sim. E Sentem! E olha só, você é o porto seguro do seu filho, você é a pessoa que ele mais confia, que tem vínculo e tudo mais. Então converse e muito sobre as mudanças, faça com que ele participe de tudo, desde a ida para a escolha da escola, até a matrícula, compra de materiais e por aí vai. Faça ele participar.

      Mãe é mãe, professora é professora: A professora não irá roubar seu lugar. Seu filho não irá gostar mais dela do que você, ou mudar a referência materna. Você continuará sendo a mãe e terá suas responsabilidades como mãe, e a professora as delas dentro do ambiente escolar. Muitas vezes no momento da adaptação, nos primeiros dias, queremos ficar sempre ali perto, observando, prontas para socorrer no primeiro choro. Mas saiba que é normal as crianças chorarem e as professoras estão preparadas para lidar com isso, afinal, elas fazem isso TODO ANO, e RESPEITE se a professora pedir para você sair é porque ela sabe que é o melhor, que ali você pode atrapalhar, que a criança te ver todo o tempo pode prolongar o processo de adaptação.

      Mostre que a escola é um lugar bacana: fale sobre a escola, sobre tudo o que tem lá, sobre as outras crianças, fale sobe como é bacana ir para a escola e aprender tantas coisas.

      Sempre por perto:  Sempre que for deixar seu filho na escola, enfatize o fato que você IRÁ VOLTAR, que ali é bacana, que ele vai ficar durante um tempo ali, mas que você vai voltar no MESMO DIA para busca-lo.

     Não compense: sabe quando nos sentimos culpadas? Então, temos a tendência de compensar nossos filhos, seja com presentes, brinquedos, e por aí vai. Não compense. Compensar é dizer para seu filho “ olha, a escola é horrível, mas olha que bacana se você for todo dia mamãe vai te dar esse brinquedo legal”.

    Seja amigo da escola: Seja presente, converse com os professores, com os funcionários, seja a mãe da porta da escola sabe? É bacana manter essa relação e é benéfica para a criança. Afinal, se a mamãe gosta de conversar com eles, eles são legais!

E acima de tudo, TENHA PACIÊNCIA. Adaptação pode ser um processo super rápido ou demorado, o problema não é seu filho, não é a escola, não é você. É que cada um de nós somos indivíduos com características diferentes e encaramos de diferentes formas uma mudança, crianças são assim também!!! É super comum pensar em desistir, eu pensei diversas vezes, mas não desista se é isso que você realmente quer. ;)


Beijos

Isabela Kanupp

29 janeiro 2013

100º post!! O q fazer quando a criança ainda não vai a escolinha?

Olá corujas!!
Chegamos ao 100º post aqui do cantinho!! \o/
Agradecemos ao carinho de cada mamãe da equipe, assim também como cada mamãe convidada, as que participam através dos comentários, enfim... todas fazem parte desta conquista!
E a responsabilidade deste 100º post ficou ao meu cargo... resolvi compartilhar com vocês este tema:
O q fazer quando a criança ainda não vai a escolinha?
Por aqui decidimos não colocar o Joseph na creche quando voltei a trabalhar. Estava insegura, não tenho  vivência deste ambiente e na família tem poucas crianças... a minha geração agora que está começando a dar netinhos.  Em minha família (pai, mãe, irmãos) sou a primogênita, então Joseph é o primeiro neto e sobrinho. Já imaginam né?! Minha gravidez foi uma festa e um xodó pra toda a família.
Ao voltar a trabalhar meu bebê estava apenas com 4 meses. Optamos então por deixá-lo aos cuidados de uma senhora que é mãe de uma amiga. Ele fica na casa dela enquanto estou no trabalho, muito bem cuidado e amado. O coração da mamãe agradece muitooooo!!
Mas e agora? 
Ele está com 1 aninho e quase 8 meses, o q fazer enquanto não vai a escolinha?
Tentamos uma vaga na creche da prefeitura para este ano de 2013, mas ficamos na lista de espera. Ao conversar com a pediatra ela orientou a matricularmos no próximo semestre, porque ele já terá 2 aninhos e será uma experiência para o ano que vem.
Mas qual a idade certa de colocarmos nossos filhos na escolinha?
O ideal seria entre 1 ano e meio e 2 anos e meio porque nesta fase é importante a interação com outras crianças, convívio, as relações sociais, troca de experiências e etc. No fundo percebemos o que nossos filhos estão prontos pra essa nova fase. Eles requerem mais de nós, e como são cheios de energia, entusiasmos, curiosidades, querem explorar tudo: banheiro, o vaso sanitário, cozinha, armários, gavetas, subir em tudo, escalar grades, berço, affff... cansei!
Pra contornar toda essa movimentação/exploração precisamos ter jogo de cintura, ainda mais se vc trabalha fora, em que momento parar pra fazer alguma atividade, já q passamos o dia inteiro fora de casa?
Pensando nisto reuni algumas atividades que podemos fazer com os filhotes no sentido de estimular, aprender e desenvolver, aí cada uma utiliza em sua própria rotina.
Vamos as atividades:
- Ouvir/cantar música (a música estimula a dançar, a falar, se mexer...)

- Contar histórias (estimula a fala e a imaginação)
 
- Ter contato com livros, revistas, papel

- Assistir a dvd’s educativos
- Ensinar seus primeiros gestos/falar: dar tchau, mandar beijo, bater palmas, abanar a cabeça

- Estimular a fala (elas aprendem nos ouvindo falar é importante falarmos corretamente pra que assim possamos estimular)

- Ensinar as partes do corpo da criança (a hora do banho é uma delícia pra estimular o conhecimento, ao vestir, secar...)

- Rabiscar e desenhar

- Deixar ter contato com texturas (seja nos livros que tem algumas partes diferentes, justamente pra estimular o tato ou seja em brincadeiras)

- Virar as páginas de livros ou revistas sem rasgar.

- Empilhar e encaixar objetos.
- Estimular a comer sozinho (apesar da bagunça e sujeirada)

 - Brincar de esconde-esconde
 
- Ir até a pracinha, play do prédio e deixá-lo interagir com outras crianças, serve tb reunir os filhos dos amigos e fazer uma farra em casa ou em passeios. A criança precisa de contato com outra criança.
 
 
 
E vc o que costuma fazer com os pequenos?
 


28 janeiro 2013

O momento da escolinha chegou o que fazer!


Estou passando por um momento muito delicado na minha vida, meu primeiro filho o Gustavo completou 4 aninhos e até agora não tive coragem e também não estava pronta para coloca-lo na escolinha, sinceramente continuo não me sentindo preparada, sou muito apegada com o meu bebê e não consigo me imaginar sem ele, mesmo sabendo que na escola ele vai estar melhor do que estaria em casa pois aprenderá coisas novas e se divertira muito com outras crianças da mesma idade que ele, no Sábado passado compramos o seu material escolar e fiquei surpresa com alguns itens que pediram na escolinha, uma camiseta adulto para aula de artes, lápisão triangular de cor, na minha época não era tão divertido assim essa aula de artes kkk. O papai escolheu o kit de mochila e lancheira com o formato de carro, fez questão de escolher, esse papai e mais criança que o filho, cada detalhe da lista de material era uma festa e a diversidade das coisas faziam a gente pirar,  essa brincadeira saiu cara mas ver a carinha do meu meninho feliz, valeu cada centavo.
Ontem encapamos os cadernos e etiquetamos tudo, foi bem divertido, meu marido e eu estamos orgulhosos dessa nova fase da vida do nosso príncipe, quarta feira começa as aulas e já estou com os olhos cheios de lágrimas, como mãe sofre!

Ele vai para uma escola particular pois fiquei com medo de coloca-lo na publica, aqui em São Paulo não tenho confiança morro de medo, então preferimos uma escola que já conhecemos  e sabemos que nosso filho estará em boas mãos.

Adorei compartilhar com vocês esse momento tão especial para a nossa família e quando começar as aulas eu contarei depois o quanto chorei.


Mamãe Valéria Sandry

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