07 fevereiro 2013

E quando a família é cheia dos palpites?


Quando nasce um bebê, também nasce uma mãe e também nasce um monte de palpiteiros. Sim gente, não tem como fugir.
Claro que na gravidez já começa mas a intensidade é bem menor, mas não se assuste se for abordada na fila do banco  por alguém desconhecido que quer palpitar em algo. Sorria e acene.

Tudo fica mais complicado com o nascimento do bebê, logo quando voltamos para casa todos querem nos visitar, não apenas os amigos mas também nossos familiares e até aquela vizinha da sua avó que te pegou no colo, sabe?
Com as visitas começam os palpites: Ahhh, esse chorinho ai é de fome! Dá uma mamadeira para ele!
Caso você amamente isso se torna MUITO chato.
Mais chato do que palpite é palpite de quem é da família, e eu demorei muito tempo para conseguir administrar isso.

Pensem comigo: sua sogra te da aquele “conselho” na maior boa vontade sim. Ela provavelmente tem mais experiência que você, já foi mãe, é avó e por aí vai. Mas é difícil aceitar alguém entrando no nosso espaço, palpitando como devemos fazer isso ou aquilo.

Algumas das coisas que aprendi é que ninguém fala por mal.  As pessoas realmente querem ajudar e muitas vezes acham que estão fazendo algo okay.
Muitos desses palpites são válidos, alguns nem tanto, basta você pesar e descartar o que não é do seu interesse.

É legal também mostrar que ali é seu espaço, que a criança é seu filho, e quem decide é você. Conselhos são bem vindos, mas somente quando solicitados.

Sei que as vezes perdemos a paciência. Mas é fundamental manter uma boa relação em família e ignorar certas coisas se quisermos ter esse equilíbrio.

E vocês, tem alguma dica para lidar com isso? 

06 fevereiro 2013

Dicas para viajar em família

Agora você me pergunta. Lilia estamos em fevereiro e você me vem com dicas de viagem, não seria melhor ter feito isso antes? Mas aí eu te respondo... Quanto antes, melhor.

Planejar, essa já pode ser nossa primeira dica. Porque não já se programar para o feriadão da Páscoa, ou do Dia das mães, ou até mesmo as férias de julho.
Ou essas dicas também podem servir para as mamães que vão viajar agora no carnaval.

A segunda dica é escolher um roteiro que agrade a família. Uma boa dica é cada membro da família escrever em um palpelzinho suas prioridades.

Por exemplo a mamãe quer um lugar calmo, o papai quer praia e a criança quer diversão.
Então que tal ir pra uma praia mais calma? Praia tem diversão e dependendo ela pode ser calma.

Escrever em um palpelzinho e um membro da família ler evita que todo mundo fale ao mesmo tempo o que quer e se atrapalhe todo. Se a criança ainda não sabe escrever peça pra ela desenhar



Uma boa dica também é depois de escolhido o destino pesquisar pra ver se tem programas que agradem a família. Por exemplo, Londres. Tem pista de patinação no gelo para agradar as crianças, museu pra agradar aos papais, lojas para agradar as mamães, cafeterias e a loja do chocolate Hersheys para agradar a todos.
Entenderam? Um lugar onde agrade a família. Já que a viajam vai ser uma viagem em família, é bom todos gostarem do passeio.

Se você vai fazer a viagem de carro é melhor se certificar antes de todos os documentos, pneus e gasolina. E se o carro está tudo ok. Para poder viajar com segurança

E se você optar por ir de avião, ou se o destino só der para ir de avião escolha bem os assentos. E também se certifique que você está levando todos os documentos necessários para a viajar na mala de mãe.

Uma dica que funciona super bem é antes da viagem você marcar uma consulta com seu pediatra para tirar todas as possíveis dúvidas e também para ele listar e fazer a receita de medicamentos que você deverá levar.

Se você estiver viajando pra praia, leve uma bolsa térmica e nela além de água leve também maça. Uma fruta que crianças gostam, é prática e dependendo da criança ela pode já morder na fruta, não é?
Também leve barrinhas de cereal e um biscoito sem ser recheado.

Na hora de fazer as malas tenha cuidado com o que vai colocar, não coloque sapatos novos. Eles podem machucar os pés e com isso deixar sua viagem estressante e com certeza você não quer isso.

Faça uma lista do que levar e siga ela, rs. Tem várias na internet. Aconselho você escolher uma que tenha o básico e você acrescentar de acordo com suas necessidades. Mas não é pra colocar por exemplo duas luvas sendo que você vai viajar no outono e nem uma luva você vai utilizar, entende?

E ah pra finalizar uma boa dica é você comprar uns presentinhos, dois, três, embrulhá-los e assim entregá-los durante o voo ou durante a viagem de carro. É importante que eles sejam novos para assim distrair mesmo a criança. Acredite isso fará diferença

Então meninas, esse post ficou uma pouco grande, mas acredito que vai ajudar a várias mamães. E aí alguém aí ta preparando uma viagem?

Beijos
Lilia Faria

05 fevereiro 2013

Família



Bom aqui em casa sempre sonhei em formar uma família  meu sonho sempre foi me casar e ser mãe. E me casei, mais ser mãe foi um pouco difícil, porque gerei 3, mais somente o Isaac Deus permitiu que viesse ao mundo, e agora podemos dizer eu e meu marido que temos um Lar completo. Família é presente de Deus, pois amar quem nos ama é maravilhosa, poder retribuir com a mesma intensidade é melhor ainda. 

Família é a maior herança que podemos deixar, e cultivar este amor com respeito, amor, companhia e dedicação são tarefas que temos que que fazer todos os dias. 

Eu encontrei este poema abaixo, e achei lindo e descreve bem como devemos agir em relação a educação de nossos filhos, que afinal é uma tarefa diária, ensinar o caminho o certo e do errado, e claro aprender todos os dias.

Mensagem a família


Na educação de nossos filhos
Todo exagero é negativo.
Responda-lhe, não o instrua.
Proteja-o, não o cubra.
Ajude-o, não o substitua.
Abrigue-o, não o esconda.
Ame-o, não o idolatre.
Acompanhe-o, não o leve.
Mostre-lhe o perigo, não o atemorize.
Inclua-o, não o isole.
Alimente suas esperanças, não as descarte.
Não exija que seja o melhor, peça-lhe para ser bom e dê exemplo.
Não o mime em demasia, rodeie-o de amor.
Não o mande estudar, prepare-lhe um clima de estudo.
Não fabrique um castelo para ele, vivam todos com naturalidade.
Não lhe ensine a ser, seja você como quer que ele seja.
Não lhe dedique a vida, vivam todos.
Lembre-se de que seu filho não o escuta, ele o olha.
E, finalmente, quando a gaiola do canário se quebrar, não compre outra...
Ensina-lhe a viver sem portas.



Esta é a família que Deus me deu, amo muito :)
*Poema retirado do Pensador Uol.

03 fevereiro 2013

A escola faz bem pra mim? - Reblogagem


Todo mundo sempre me questionou sobre o motivo do Enry não ter ido pra escolinha com dois anos.
O principal motivo era falta de necessidade. Eu não estava trabalhando e tinha todo tempo do mundo pra ficar com ele e educá-lo, sem muita didática, claro. E isso eu fiz. Até três anos meu filho ERA um lord. Nunca me deu trabalho, nem fez escandalos. Nem mexia em nada. Sabia contar até dez. Sabia muitas músicas e sempre foi metido a compositor.  Sabia compartilhar e respeitava a mim, a sociedade em geral e a mãe natureza. (é os terrible twos chegaram aqui atrasados!)

Depois eu pesquisei bem. Grande parte da minha família é formada por pedagogos- incluindo minha mãe- e eu sempre conversei sobre a real necessidade de ir muito cedo na escola. E ainda descobri que as últimas pesquisas diziam que no futuro isso não ajudaria em nada.
Terceiro e mais dramático (ah, pra mim era tá!) era a tal da baixa imunidade. A pediatra me avisou que até os dois anos as crianças tinham pouca resistencia -  mas também falou das coisas boas que há na escola/creche.

Mas o meu campo  sensorial me alertava sempre. E em todas as conversas que eu tive com mães que já passaram por essa mesma situação, as frases eram as mesmas: "meu filho adora a escola, só que vive doente", " estamos adorando, mas ele vai um mês sim e outo não", " ele passa quinze dias bem, quinze dias ruim"... Isso não me encorajou nem um pingo. 

E fora que pagar muitos dinheiros pra ele brincar e ficar doente, era meio estranho pra mim.
Na minha cabecinha de melão, ele só iria estudar com quatro ou cinco anos.

Mas quem disse que eu mando no meu filho de três anos?
Pois, é. O menino encasquetou de ir pra escola.
Porque né, todos os primos e amigos já falavam da tal da escola. 
E todos os prédios grandes que ele via na frente, eram uma escola. 
E todos os amiguinhos -imaginários- eram da escola.
E os brinquedos legais, estavam na escola.
E ... lááááá na escola.

Depois de ouvir 12564578855 vezes sobre como a escola era legal e cheia de amigos (mesmo pra quem nunca foi), tive que conversar com o maridão. E resolvemos que chegou a hora de ir atrás e fazer a matrícula dele. Mais por ele que por nós.  

Mas se ele está feliz, a gente também fica né?
Depois da dificuldade de adaptação e tirando um empurrão e um machucado perto do olho, o menino tá amando. Ama as professoras. As amiGAs e quase todos os amiGOs. 
Então tá bom né? Não. Tá quase bom.

Porque veja bem:

Nesses três anos, quatro meses e seis dias, eu consigo contar nos dedos as vezes que ele ficou doente. Veja só:
Teve um começo de pneumonia, com onze meses e que foi tratado em casa mesmo.
Com um ano, teve uma infecção intestinal, sabe-se lá do que.
Com um ano e seis meses teve uma crise aguda de bronquite, durante uma viagem ao Pará.
E com um ano e nove meses, uma dorzinha no ouvido depois de um voo Fortaleza - SP, seguido de uma descida na Serra do Mar, indo pra Ilhabela.
E mais nada! 

Mas porque mesmo eu tô contando isso tudo? 
Só pra dizer que nesses dois meses e vinte dias de escola, pasmem! o Enry já teve febre, depois vômito, depois tosse com e sem secreção, gripe e agora uma dor no ouvido que ainda não descobri o motivo. 

Agora me digam: vai ser assim até quando?

**
nota da autora (vulgo eu): em nenhum momento eu quis magoar/ofender alguém nesse post. Cada mãe sabe das suas necessidades e das necessidades de suas crias.
Esse é um pensamento meu, sobre a minha rotina e da minha família. Se você acha que creche/escola é bom pra sua família, por "enes" motivos, eu tô contigo e não abro!

**
UPDATE:
Lá vai mais um jargão da maternidade: Passou. É nós sobreviemos. Depois desse período mais punk que relatei no texto, o filhote raramente adoeceu "por causa" da escola.

Por: Ivna Pinna

Escolinha e o momento da separação

Bom dia mamis corujas!!!

Se você assim como eu já passou por esse momento da separação, deve ter sentido o mesmo friozinho na espinha que eu senti quando escrevi o título dessa postagem. Nossa, que momento difícil! 
Ano passado Lucas foi pela primeira vez para a escola, a adaptação dele foi muito difícil... afinal, era somente mamãe, papai e Lucas juntos e misturados o tempo todo. O Lucas não tinha quase nenhum contato com pessoas estranhas e quando tinha sempre se mantinha afastado. Na escola não foi diferente... ele apenas chorava muito assustado com a presença das professoras, dos amigos e dos pais dos amigos.
Em um ambiente novo, com tanta coisas diferentes é normal que a crianças tenha esse momento da separação com os pais como algo terrível, a criança ainda não entende se os pais irão voltar, o que está acontecendo e o que vão fazer com ele naquele local.
Lembro que após o primeiro dia cheguei na casa da minha mãe chorando mais que o Lucas, totalmente destruída por dentro, não podia acreditar que estava fazendo o Lucas "sofrer" tanto e acabei por acreditando que a escola não era algo tão necessário assim como eu imaginava  e que com toda a certeza do mundo poderia ser adiada um pouco mais.
Depois de escutar muitos conselhos da minha mãe, conselhos que naquele momento não estavam ajudando muito... enfim minha mãe resolveu me acompanhar nos próximos dia de aula. Claro, que os outros dias não foram nada diferente do primeiro. Após umas duas semanas, Lucas já não chorava tanto, mas se prendia ao meu pescoço quando chegava a hora de ele entrar na sala de aula.   Comecei a perceber naquele momento que a separação poderia está doendo bem mais em mim do que nele.
Hoje sei que tudo que fiz para que o Lucas aprendesse a gostar da escola foi totalmente para o bem dele. Hoje Lucas é uma criança mais autônoma,  já se socializa com outras pessoas e aprendeu muitas coisas novas. 
Esse ano a adaptação foi mais fácil, porém não menos dolorosa... Lucas ainda chorou bastante na hora da separação, mas logo se distraio com as atividades escolares. Eu fico aqui me preparando psicologicamente, agora já sei como agir e o que pensar sobre a posição da escola na vida social e educacional na vida de uma criança. Meu conselho para você flores, é que não desista da escolinha, nem todas as crianças choram nos primeiros dias, tem aquelas que dão tchau e vão numa boa. Seja como for esse momento tão delicado, o ideal é mostrar e passar para a criança segurança, dizer sempre que você vai voltar para pega-lo e que ele vai fazer muitas coisas legais na escola. 
Lucas se escondendo no primeiro dia de aula do ano passado.

Lucas adorando a escola.
Beijos meninas, até a próxima!!!



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