28 junho 2013

Como controlar a ingestão de doces para as crianças

Boa Tarde Mamães Corujas!!!

Hoje vou falar um assunto que aqui em casa é um tormento, nunca dei muito doce para o ele, mas a paixão começou a florescer, e se não controlar quer chupar várias balas e pirulitos. Mas claro que não gosto, e evito ao máximo em ceder os seus desejos. Achei a matéria abaixo e adorei, não sei se é só por aqui, mas tenho um formiguinha em casa. Estou aqui para confessar que as vezes cedo nas pedidas, mas sei que tenho que mudar e dar menos balas, sei que não é bom para os dentes e muito menos nutritivos, mas falho neste quesito.

As preferidas do Isaac, balinhas de goma

Vamos as informações:

Se seu filho só quer saber de doces, às vezes fica complicado decidir como limitar a ingestão desse tipo de alimento sem transformá-lo no fruto proibido que atrairá ainda mais interesse. Por outro lado, é importante que as crianças comam de forma saudável desde bem pequenas, para que não criem hábitos que depois serão ainda mais difíceis de mudar. 

"A alimentação da criança é reflexo direto da alimentação de sua família, por isso é fundamental que a casa tenha alimentos saudáveis, horários bem estabelecidos e petiscos e guloseimas apenas como exceção", afirma o pediatra Fábio Picchi, membro do Conselho Médico do BabyCenter.

Criança pode comer doce?

Permita sim que seu filho coma algo doce de vez em quando, de preferência como parte da sobremesa e depois de uma fruta. Você pode dar um pedaço de chocolate, duas bolachas não-recheadas ou um pouco de sorvete. Se ele pedir mais, seja firme e consistente, explicando que amanhã tem mais e que se ainda estiver com fome pode comer mais uma fruta. 

A chave é sempre oferecer primeiro uma sobremesa nutritiva, que contenha uma fruta e um ou mais dos seguintes ingredientes: ovos, leite, iogurte. 

Evite usar qualquer coisa doce como chantagem para fazê-lo almoçar ou jantar melhor, ou ainda como recompensa ou castigo por causa de algum comportamento. Isso só torna os alimentos açucarados ainda mais especiais e importantes do que a comida normal, em vez de uma parte comum do dia a dia. 

O que fazer quando ele pede algo do supermercado?

O melhor mesmo é nem levá-lo ao supermercado se existe uma preocupação com o que ele anda comendo, já que a própria distribuição dos produtos nas gôndolas de doces e bolachas é feita com o objetivo de atrair a atenção das crianças. Se não tiver com quem deixá-lo, procure oferecer alternativas nutritivas. 

O ideal é sempre ir ao supermercado depois das refeições, para que ele já esteja saciado, e avisar logo de cara que só vai poder escolher um item. 

Como seu filho ainda é pequeno para escolher sozinho, selecione você duas ou três coisas que considere aceitáveis e que saiba que ele gosta, e deixe-o pegar a que prefere. 

Como regra geral, limite a quantidade de doces à disposição em casa, estocando somente um tipo de bolacha e um sabor de sorvete, por exemplo. E não deixe de se abastecer com lanchinhos saudáveis (veja exemplos abaixo). Procure ler rótulos e embalagens, porque alimentos aparentemente saudáveis, como barrinhas de cereais ou sucos de caixinha, muitas vezes contêm grandes quantidades de açúcar.

Quais são as alternativas nutritivas para sobremesa ou lanche da tarde?

Iogurte sem açúcar misturado com fruta ou com uma colher de mel
Vitaminas feitas com fruta e leite ou fruta e iogurte
Salada de frutas bem cortadinhas
Fatia de bolo caseiro de banana, laranja ou cenoura
Torrada de canela (torre um pão de forma integral e depois passe um pouquinho de manteiga ou margarina e polvilhe levemente com açúcar e canela
Bolacha de aveia

Espero ter ajudado com dicas para mães de filhos formigas, assim como eu. 

Até a próxima.

Fonte: Baby Center

*Imagem Pinterest

25 junho 2013

Doença da mão, pé e boca

O Pititico anda dodói. No iníco pensei que fosse estomatite, mas na verdade é a doença da mão, pé e boca. Eu não conhecia, por isso achei legal compartilhar com vocês o que li a respeito.
 
 
A doença da mão, pé e boca é causada por um vírus chamado coxsackie. Este vírus é altamente transmissível, podendo passar de uma pessoa para outra pelo pelo contato com as secreções do nariz, da garganta e da boca de crianças infectadas. A doença também pode ser transmitida pelo contato com o líquido das bolhas das mãos e pés ou com as fezes de crianças infectadas. As secreções e fezes contaminadas podem ficar na superfície de móveis, objetos e brinquedos e também podem transmitir a doença, portanto, lembrem-se de lavar sempre bem as mãos.
Aproximadamente metade das crianças que se infectam com o vírus coxsackie não têm sintoma algum, outras apresentam somente alguns episódios de febre por aproximadamente três dias, sem qualquer outro sintoma. Por outro lado, há crianças que desenvolvem a doença típica da mão, pé e boca.

A doença é mais freqüente na primavera e no outono e acomete geralmente crianças menores de 5 anos.

Após um período de incubação que varia de 4 a 6 dias, aparece a febre que pode ter intensidade variável (em alguns casos, a criança pode não apresentar febre). Após esta fase inicial, aparecem pequenas aftas na boca (estomatite) que causam dor quando a criança engole saliva ou se alimenta. Frequentemente, a criança baba muito e recusa a alimentação nesta fase. A seguir, surgem pequenas bolhas branco-acinzentadas com a base avermelhada nas mãos e nos pés (principalmente na região das palmas das mãos e plantas dos pés). Estas pequenas bolhas não coçam e não doem e podem aparecer também nas nádegas.

Por ser uma doença causada por um vírus, o tratamento é sintomático, ou seja, as medicações são usadas somente para aliviar os sintomas. Em alguns casos graves e raros, a dificuldade de ingerir líquidos pode causar desidratação. Porém, na grande maioria dos casos, as medicações sintomáticas associadas a uma alimentação leve e uma boa ingestão de líquidos são suficientes para que a criança supere a infecção utilizando os recursos de seu próprio sistema imunológico.
 
 


24 junho 2013

Festas Juninas do Norteste - Vale pena ir conhecer!

Clique na imagem para ver um lindo vídeo
Olá corujinhas .. hoje vim falar dos festejos juninos do nordeste. Bem, tudo bem sou suspeita para falar por ser pernambucana ... mas a gente tem que puxar a sardinha um pouco pro nosso lado né .. rsrsrs .. e também claro, dar uma dica de viagem com a família e com os amigos que pode ser aproveitada em todos os sentidos.






Lugares lindos para visitar e conhecer, e muita festa, animação, dança e comidas maravilhosas. Tem coisa melhor ??? A culturá é viva e pulsa em cada detalhe, cada olhar, cada esquina. E aí ... você já conhece ou tem vontade de conhecer???

Beijos amigas e até o próximo post! Beijossssss

23 junho 2013

Você já ouviu falar em refluxo do xixi?

Bom dia Mamães Corujas!!!

Eu nunca tinha ouvido falar que existia antes de fazer esta pesquisa, achei super legal e informativo esta matéria e estou aqui para falar e divulgar o assunto.

Refluxo do Xixi


Menos conhecido que o gastroesofágico, o refluxo vésico-ureteral pode causar infecções urinárias com frequência. Veja quais os sintomas e como tratar o problema.
Paloma Cotes


Que mãe ainda não ouviu falar sobre refluxo? Quando a palavra surge em uma conversa, logo vêm à mente o problema do gastroesofágico, no qual o bebê ou a criança apresentam como principal sintoma a regurgitação. Mas um outro tipo de refluxo, bastante comum, mas ainda pouco diagnosticado, também exige a atenção de pais e mães: é o refluxo vésico-ureteral, que também pode ser chamado de refluxo do xixi


Todos possuímos uma espécie de válvula anatômica que faz com que a urina que vem dos rins, siga pelos ureteres e desemboque na bexiga. Mas, quando esta válvula não funciona direito, o xixi acaba voltando pelo caminho de onde veio, e acaba se depositando nos ureteres e também nos rins, causando o refluxo. Com isso, e com o tempo, as bactérias presentes na urina podem causar o que os médicos chamam de infecções urinárias de repetição. Além da gravidade de cada infecção urinária, está o fato de que, até os 5 anos, essas infecções podem causar cicatrizes nos rins, comprometendo o funcionamento e a anatomia deste órgão de forma irreversível. Por isso, se seu filho tem infecções urinárias com frequência, é importante procurar por um especialista, o nefropediatra (que é o nefrologista infantil), para investigar os motivos. 
 

Muitas vezes, as mães sequer desconfiam da existência do problema, e acabam achando que as seguidas infecções urinárias podem ser fruto de algum descuido, ou do fato da criança ainda não conseguir se limpar corretamente, por exemplo. 
“Normalmente os diagnósticos de refluxo aparecem em crianças pequenas, principalmente em meninas, por conta da anatomia feminina, já que nelas a uretra é mais curta e mais difícil de limpar”, afirma Claudia Leonardi, psicóloga do Ambulatório de Distúrbios Miccionais da Unifesp. As meninas têm duas vezes mais chances de ter o problema do que os meninos.

Possíveis causas

O refluxo vésico-ureteral geralmente é um problema congênito (fruto de uma má-formação), mas pode também ter origem genética e até mesmo ser motivado por um desfralde precoce. Além disso, o refluxo pode acontecer em apenas um ou nos dois rins. E o problema pode ter cinco graus: do 1 (refluxo só no ureter) até o 5 (refluxo até o rim, causando intensa dilatação renal e tortuosidade dos ureteres). 

O refluxo é detectado por um exame chamado uretrocistografia miccional, que é uma espécie de raio-X com contraste. “Muitas vezes a infecção urinária deixa de ser diagnosticada ou é tratada como uma virose. Além disso, existe uma certa resistência ao diagnóstico deste tipo de refluxo por conta da realização da uretrocistografia, que pode ser um exame desconfortável”, afirma Ana Paula Brecheret, nefropediatra dos Hospitais Sabará e São Paulo.

Como é o tratamento

Os tratamentos vão desde uma reeducação dos hábitos, ensinando a criança a fazer uma "forcinha' ao final de cada xixi, uma espécie de "fisioterapia" para aumentar a força da musculatura, até o uso de antibióticos, em doses reduzidas, por alguns meses ou anos, a fim de evitar as infecções. “O tratamento do refluxo deve ser individualizado, e leva-se em consideração o sexo, a idade, o grau de refluxo, a forma de manifestação, o comprometimento renal no início do tratamento e a disponibilidade dos pais em realizar um acompanhamento de longo prazo”, afirma Ana Paula. E, em casos extremos, em que os remédios não conseguem combater as infecções, e em crianças maiores de 5 anos, pode ser indicada a cirurgia. 

Segundo a psicóloga Claudia, é fundamental envolver a criança no tratamento. 

“Mesmo as menores têm boa capacidade em compreender o que está acontecendo e a participação delas em todo o processo é essencial. Utilizando termos simples e uma linguagem que elas entendam, tudo fica mais fácil”, explica. O especialista pode também utilizar técnicas de reforço, utilizando tabelas com adesivos, com carinhas alegres quando a criança consegue realizar o que foi solicitado”, diz a psicóloga.


As informações foram retiradas do site Revista Crescer.

Espero que tenham gostado, e até o próximo post.

21 junho 2013

Protesto materno Mães unidas por um Brasil melhor - Participamos!

Olá Mamães Corujas!!
Hoje é o dia de nos manifestarmos através da net. Somos mães, temos nossos filhotes e nem sempre dá pra ir as ruas e sair em protesto.
Mas convidamos a cada Mamãe que entre no manisfesto #protestomaterno seja no blog, ou nas redes sociais, o importante é não se calar e nem cruzar os braços.


“O Protesto Materno surgiu da vontade de mães fazerem algo pelo país, já que nem todas podem ir para as ruas com o seu filhote. O movimento começou com a adesão de mães blogueiras (mais de 150), que postam em seus blogs nessa sexta-feira suas visões e opiniões sobre o movimento legítimo e democrático que toma conta das cidades! O protesto reúne outras centenas de mães conectadas – que já estão divulgando o manifesto virtual via redes sociais – e as que decidiram levar essa união materna de volta para as ruas. O intuito é engrossar as manifestações pacíficas que estão acontecendo pelo Brasil, apoiando mudanças além dos 20 centavos e que, sem dúvida, podem fazer da nação verde-amarela um lugar melhor para nossos filhos. Lutamos por educação, saúde, segurança, menos impostos, um basta a corrupção e impunidade.Nem precisa ser mãe para divulgar o banner e a tag #protestomaterno, criados para representar a iniciativa – que pertence a todas as famílias brasileiras! Mas que fique claro; isso não é apenas a circulação de um banner bonitinho; é a união de pessoas realmente preocupadas com o futuro dos filhos!Já são mais de 150 blogs maternos participantes, com o apoio de movimentos nas ruas de várias cidades. Nesta sexta-feira, às 10 horas da manhã, haverá um twitaço para balançar esse país!Porque quem disse que mãe só entende de fralda?! Mãe entende do futuro dos filhos e quer o melhor para eles! Vem com a gente! Ajude, compartilhando, escrevendo, divulgando os links e acompanhando pela tag #protestomaterno! Também usamos #mudaBrasil #acordabrasil #vemprarua #ogiganteacordou.”
Vem conosco lutar por um Brasil melhor, mais justo para os nossos filhos. 
Não podemos ficar de braços cruzados deixando nosso país à merce de corruptos.
 Eu sou do Rio de Janeiro e essa imagem pulsou forte em meu coração:
Imagem de ontem no Rio de Janeiro, Av. Presidente Vargas
Quero um futuro melhor para o meu filho!
DSC09775
 Participe você também, mostre a sua cara e lute por um Brasil Melhor para seus filhos.
Mande uma foto participando do protesto que vamos incluir aqui e em nossa fan page Cantinho das Mamães Corujas
#protestomaterno #mudaBrasil #acordabrasil #vemprarua #ogiganteacordou
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