09 setembro 2013

Alguns problemas relacionados ao Líquido Amniótico.

Sabemos que o líquido amniótico é fundamental para o bebê mas será que todas as mamães sabem alguns problemas que podem ocorrer com o excesso ou a redução desse líquido para o bebê?

Durante a gravidez o bebê está protegido dentro de uma bolsa (placenta) com líquido (o líquido amniótico). O líquido amniótico envolve o bebê durante todo o seu desenvolvimento, dentro do saco amniótico, também conhecido como bolsa das águas. 


Ele serve para:

- amortecer choques e movimentos bruscos;
- impedir que o cordão umbilical seja comprimido, o que prejudicaria o fornecimento de oxigênio para o bebê;
- manter uma temperatura constante dentro do útero;
- proteger o bebê contra infecções;
- permitir que o bebê se movimente, desenvolvendo os músculos e os ossos;
- ajudar na formação do sistema digestivo e respiratório, já que o bebê “inspira” e “expira” o líquido, e o engole, eliminando-o na forma de urina.

O volume de líquido amniótico vai aumentando com o decorrer da gravidez e costuma chegar à sua quantidade máxima por volta de 34 a 36 semanas de gravidez.


Nessa altura, você tem entre 800 ml e 1 litro de líquido dentro do útero. Depois disso, o volume vai diminuindo aos poucos, até o bebê nascer. Naturalmente a placenta rompe no nascimento do bebê e é por isso que se perde o líquido.




Para medir a quantidade de líquido, é preciso fazer um ultrassom. Seu médico vai solicitar um se desconfiar de que a quantidade de líquido está abaixo da ideal (oligohidrâmnio).

Veja alguns sinais de que isso pode estar ocorrendo:


- quando a mulher está perdendo líquido amniótico pela vagina - pode ser sinal de ruptura da bolsa, e deve sempre ser comunicada ao médico;

- quando o bebê está menor que o normal para a idade gestacional;
- quando o médico consegue apalpar fácil o bebê pelo lado de fora da barriga;
- quando a mulher não está sentindo o bebê mexer com frequência;
- quando a mulher já teve outro filho que nasceu pequeno para a idade gestacional;
- quando a mulher tem pressão alta;
- quando a mulher está com diabetes;
- quando a mulher sofre de lúpus.

Com a ultrassonografia, dá para medir os bolsões de líquido em vários pontos do útero (o espaço entre o bebê e a parede uterina). O especialista faz um cálculo que resulta no índice de líquido amniótico (ILA).


As consequências para o bebê dependem da causa da redução no líquido e se a quantidade está mesmo muito pequena.


Na maioria dos casos, o oligohidrâmnio é diagnosticado no terceiro trimestre e não exige nenhuma providência, só um acompanhamento um pouco mais atento da gravidez.


A maior preocupação quando há redução no volume de líquido antes do terceiro trimestre é que o crescimento dos pulmões do bebê seja prejudicado. Por isso, é provável que você seja submetida a ultrassonografias com mais frequência para acompanhar o desenvolvimento do seu filho.


A possibilidade de parto prematuro é outra preocupação.


Pode ser, porém, que os médicos decidam que o bebê vai se desenvolver melhor fora do útero do que dentro e resolvam antecipar o parto.


É comum que, em casos de falta de líquido amniótico, o bebê esteja sentado pois o líquido é que facilitaria a movimentação dentro do útero e o posicionamento de cabeça para baixo.


Nem sempre a causa do oligohidrâmnio é conhecida.


A diminuição do volume das águas é mais observada nos meses de clima quente, por isso os especialistas acreditam que ela tenha relação com a desidratação materna. Dessa maneira, seu médico vai recomendar que você tome muito líquido. Repouso e banhos de imersão também costumam ser recomendados pelos obstetras.


Existem outras causas específicas para a redução no líquido, e cada uma tem seu próprio tratamento. As mais comuns são:


- Ruptura parcial da bolsa – a ruptura antes do início do trabalho de parto é considerada a ruptura precoce das membranas e deve ser comunicada ao médico.

- Pequena abertura na bolsa, o líquido pode escapar – além do oligohidrânio, o maior perigo dessa ruptura parcial da bolsa é a entrada de bactérias, que podem provocar uma infecção. Seu médico deverá estar mais atento para qualquer sinal de infecção.
- Problemas na placenta – pode ser que a placenta não esteja produzindo sangue e nutrientes em quantidade adequada para o desenvolvimento do bebê. Quando os bebês são pequenos, produzem menor quantidade de urina, por isso os níveis de líquido amniótico ficam baixos.
- Anomalias no bebê – quando o líquido fica abaixo do normal ainda no primeiro ou no segundo trimestre, pode ser que haja alguma malformação interferindo na produção de urina pelo bebê. O médico deve pedir um ultrassom detalhado para verificar o desenvolvimento dos rins do bebê e do trato urinário, além do coração.
- Síndrome da transfusão feto fetal – quando a mulher está grávida de gêmeos idênticos e cada um tem sua própria bolsa, há entre 10 e 15 % de possibilidade de eles terem a síndrome da transfusão feto fetal (um bebê recebe mais sangue e nutrientes da placenta que o outro). Nesses casos, o gêmeo “doador” acaba ficando com menos líquido amniótico, enquanto o “receptor” fica com líquido em excesso.
Se você estiver grávida de gêmeos, terá que fazer ultrassonografias com frequência para acompanhar os níveis de líquido amniótico e o desenvolvimento de cada bebê.

Se a ruptura da bolsa for precoce (antes do trabalho de parto) o médico vai fazer uma avaliação rigorosa da situação. Dependendo do seu estado de saúde e idade gestacional e do estado de saúde de seu bebê, ele pode optar induzir o parto, fazer uma cesareana, dar antibióticos para prevenir ou tratar infecções ou vigiar a evolução de maneira conservadora:


- A perda de líquido pela vagina antes das 37 semanas de gravidez significa que sua bolsa estourou antes do tempo. O médico pode preferir que você seja internada, para evitar uma infecção.

- Se o líquido começar a sair depois das 37 semanas, você deve estar prestes a entrar em trabalho de parto, por isso deve ligar para o médico ou para a maternidade para saber quando ir para lá.

(google imagem)

Situações vividas por algumas mamães que merecem toda a nossa atenção:




Agenesia renal



A agenesia renal corresponde à ausência congênita de um rim (agenesia unilateral) ou dos dois rins (agenesia bilateral).
A ausência de um rim um defeito congênito bastante frequente, com uma incidência aproximada de 1 /1000 nascimentos. De qualquer forma, na maioria dos casos, as repercussões são escassas ou praticamente com uma incidência de 1 /5000 nascimentos, as suas consequências são muito graves. De fato, esta insuficiência provoca graves problemas, logo durante a gestação, pois a ausência de urina provoca a escassa produção de líquido amniótico, no qual o feto flutua no interior da mãe. Além disso, tende a associar-se a outras malformações como, por exemplo, no aspecto do feto, que se assemelha a um "duende", pois se o rim existente for normal, este pode assumir as funções do ausente, o que em alguns casos pode provocar a sua hipertrofia (dilatação). Este problema pode associar-se a outras malformações orgânicas de diferente natureza. No entanto, caso o outro rim seja saudável, normalmente não se produz qualquer manifestação e o defeito apenas costuma ser diagnosticado casualmente.
Embora a agenesia renal bilateral seja uma anomalia menos frequente, pode ocacionar a defeitos no desenvolvimento pulmonar. A situação é incompatível com a vida, de forma que costuma provocar a morte antes do nascimento ou pouco tempo depois.


Rim supranumerário



Esta rara anomalia caracteriza-se pelo desenvolvimento de um terceiro rim, que se pode situar em qualquer um dos lados; em determinados casos, a malformação é bilateral. O rim suplementar não mantém qualquer comunicação com os dois normais,possuindo um bacinete e um uréter próprios, bem como uma vascularização independente. Normalmente,este rim supranumerário é mais pequeno do que os normais e situa-se por baixo do rim do mesmo lado, enquanto que o seu uréter costuma desaguar no do rim superior. Embota funcione bem, nos casos em que isso não acontece, constitui um foco de processos infecciosos. Apenas nas situações em que surgem complicações, há necessidade de extração cirúrgica do rim suplementar.


Hipoplasia renal



Esta malformação, caracterizada pelo fraco desenvolvimento de um ou ambos os rins, pode ser de vários tipos e ter várias consequências.
Rim hipoplásico. É o fraco desenvolvimento de um ou ambos os rins, embora sejam normais. Em caso de hipoplasia unilateral, apesar de por vezes não se manifestarem quaisquer sintomas, noutros casos podem surgir dores na zona lombar ou complicações – infecções, cálculos ou hipertensão arterial. Caso se manifestem estes problemas, e se o outro rim for normal, deve-se proceder à extração do rim hipoplásico. Se a hipoplasia for bilateral, costuma provocar insuficiência renal que compromete a vida poucos dias após o nascimento ou na primeira infância.
Hipoplasia oligonefrónica bilateral. Neste caso, o escasso desenvolvimento de ambos os rins é acompanhado de uma considerável diminuição do número de nefrónios. Como os nefrónios existentes têm tendência para se dilatarem, numa tentativa de compensar o seu défice (na maioria das vezes sem sucesso), podem provocar insuficiência renal, poucas semanas após o nascimento, existindo risco de morte.
Apesar de a insuficiência renal ser progressiva, na maioria dos casos, o problema costuma evidenciar-se na primeira infância por uma excessiva produção de urina pouco concentrada que provoca um risco de desidratação. Por outro lado, a insuficiência renal terminal leva alguns anos a instalar-se, normalmente entre dez a doze anos; nestes casos, é preciso recorrer à diálise enquanto se aguarda por um transplante de rim, a solução definitiva para esta doença.


Rim em ferradura



Esta malformação caracteriza-se pela fusão de ambos os rins, ligados entre si por uma ponte de tecido renal que une os seus pólos superiores ou inferiores e que passa à frente da aorta e da veia cava. Devido a esta malformação, os rins costumam ficar mais próximos da linha média e, por vezes, mais abaixo do que o normal, o que provoca uma rotação anómala dos uréteres, favorecendo eventuais obstruções na drenagem da urina.
Na maioria dos casos, como a malformação não origina sintomas, não é diagnosticada ou apenas é detectada casualmente. Contudo, noutros casos, a insuficiência dos uréteres favorece o aparecimento de constantes processos infecciosos ou de uma obstrução urinária, com as manifestações e complicações associadas. Caso surjam problemas deste tipo, é necessário recorrer à cirurgia para alterar a situação dos bacinetes e dos uréteres, de modo a garantir a eliminação da urina.


Rim em esponja



Esta anomalia, igualmente conhecida como doença de Cacchi-Ricci, caracteriza-se pela dilatação excessiva dos canais colectores, o que confere ao tecido renal um aspecto característico. Embora esta situação não costume provocar dificuldades na eliminação da urina, por vezes a urina pode ficar estancada nos canais dilatados, o que pode favorecer o aparecimento de sangue na urina (hematúria) ou complicaçöes, como processos infecciosos e cálculos.
Nestas circunstâncias, normalmente, recomenda-se uma abundante ingestão de água diariamente e a restrição de alimentos ricos em cálcio, de modo a prevenir a litíase urinária
Informações adicionais

Ocaso da ectopia renal



Este termo (do grego ektos, que significa fora ou extremo) designa o desenvolvimento de um rim numa localização diferente da normal, ou seja, afastado da zona lombar, embora em cerca de 10 a 20% dos casos ambos os rins estejam situados fora da sua localização habitual.

Ainda que não seja uma situação comum, não é rara, pois os especialistas detectam anomalias deste tipo num em cada oitocentos estudos radiológicos dos rins (urografias).

A malformação é provocada por uma alteração no desenvolvimento embrionário do rim, normalmente formado na região pélvica. O mais habitual é que o rim não suba até ao abdômen e se mantenha na zona referida, mas também pode acontecer que suba demasiado e se localize mais acima do que o normal, no tórax, ou até se cruze para o lado contrário ao correspondente. A artéria renal que irriga o rim ectópico também tem uma origem anómala e o uréter, por seu lado, tem um comprimento e forma adaptados a situação de cada caso.

A ectopia mais habitual corresponde ao rim pélvico, que se costuma manifestar através de dores intensas no hipogastro e, por vezes, por obstipação e compressão do cólon. Menos comum é o rim torácico, que pode originar sintomas semelhantes aos de uma hérnia diafragmática, e ainda menos frequente é o rim cruzado, normalmente situado por baixo do rim normal.

Embora a ectopia renal seja uma malformação isolada, também pode estar associada a outros defeitos congênitos, pois a incidência de cálculos e infecções é maior nos rins ectópicos do que nos situados normalmente. Caso a ectopia não cause problemas, não é preciso adotar nenhum tratamento especial; porém, quando surgem complicações, pode ser necessário recorrer a cirurgia, normalmente com a extração do rim ectópico.

Fonte: J Resende - Manual de Obstetrícia, 1991 - Guanabara Koogan Rio de Janeiro

Ministério da Saúde. Gestação de Alto Risco Manual Técnico. 2010


Medipédia  conteúdos e serviços da saúde 


Recomendo Blog de mamães de anjos sem rins - http://anjossemrins.blogspot.com.br



Homenagem a uma anjinha que desde o começo da gestação de uma grande amiga foi muito amada e desejada mas Deus resolveu leva-la para ele pois ela era muito perfeita para viver neste mundo.

Laura, mesmo não te conhecendo te amei e te papariquei na barriga da mamãe, virou uma estrelinha para iluminar este céu.
(Mamãe Raquel e Papai Fred) Grandes amigos, que Deus conforte o coração de vocês.



06 setembro 2013

A saga por um bom pediatra


Oi Minhas queridas mamães e papais!!!
Hoje vou contar para vocês a minha saga de encontrar um bom pediatra...
Quando estava grávida lia muito sobre como encontrar um bom pediatra e na maioria das reportagens que lia sempre dizia para as mamães conhecerem o pediatra um pouco antes do nascimento do bebê, mas confesso que achava muito esquisito marcar uma consulta com um pediatra e entrar eu no consultório sem bebê (risos).
Além disso, um bom pediatra tem que saber lidar com as crianças e acho que isso só poderia analisar  quando levasse o meu filho ao consultório.  E  isso é um dos principais requisitos na hora de achar um bom pediatra, lógico além do conhecimento cientifico, saber orientar, conversar,ter um bom consultório e outras coisinhas mais... Mas tem que saber lidar com bebês e com as mães preocupadas e desorientadas de primeira viagem como eu, pois quando procuramos um pediatra queremos alguém que podemos confiar, desabafar, perguntar mesmo as menores dúvidas sem nós constranger e principalmente que podemos contar nas horas difíceis(quando os bebês estão doentinhos), que são momentos que mais precisamos de um bom pediatra.

Quando sair da maternidade me orientaram a leva-lo no pediatra no prazo de 10 dias, pensei que tinha muito tempo, que seria tarefa fácil  mas  foi totalmente ao contrario. Esse tempo foi curto demais para uma mãe de primeira viagem achar um pediatra que gostasse e ainda foi uma tarefa super difícil, principalmente porque não tive nenhuma indicação (na minha família a anos que não nasce um bebê e minhas amigas a maioria não tem filho e as que tem moram muito longe ) e também estou falando de uma pessoa importantíssima pois é quem vai me ajudar a cuidar do meu filho por longos anos.

Então fui a vários pediatras próximos ao meu bairro, porque a principio queria um pediatra mais perto da minha casa, mas infelizmente não foi possível, os médicos que fui nem examinaram meu filho direito, mal colocava a mão nele, só queriam passar remédios, não explicava, não perguntava, não passava um telefone em caso de emergência, eu perguntava as minhas duvidas e  mal respondia. Por isso decidi procurar em outro bairro mais longe... Lá achei uma excelente pediatra Dra. Simone que médica maravilhosa! Olhou tudo, perguntou tudo, respondeu tudo, tranquila, me passava segurança, super carinhosa, era meia idade (risos)nem velha e nem nova(como gosto). Achei que minha saga tinha acabado mas como para mim tudo tem que ser mais difícil ,no segunda consulta ela me disse que teria que viajar para Londres para estudar  e não poderia nos atender mais. Fiquei muito triste, pois gostei muito dela, ótima profissional!

Então recomecei minha saga! Tinha mais 30 dias para achar um bom médico. Primeiro comecei a procurar no catalogo do plano e depois no santo Google através de indicação de nomes e o CRM. Testei alguns, quero dizer MUITOS. Uns era muito velho outros muito novos, e sempre a  mesma questão de antes, não examinavam direito, mal colocava a mão no menino... Eu pensava que assim é muito fácil ganhar dinheiro!
E desta vez foi bem pior, pois queria alguém parecida com a Dra, Simone e estava quase impossível. Para falar verdade fui chata para achar uma pediatra e acho que não foi frescura e sim preocupação, pois estava escolhendo uma pessoa muito importante na vida do meu filho, que me ajudaria a cuidar do meu filho que é minha vida, meu tudo...Então não poderia ser qualquer pessoa. Teria que ser alguém especial na qual eu pudesse confiar, me identificar, que olhasse meu filho de verdade, que me orientasse para que a gente juntas pudesse caminhar em uma  mesma direção. E depois de muito tempo e procura encontrei Dra: Cristina (que alivio!). Uma ótima profissional, sempre pronta atender, celular sempre ligado, paciente, tranquila, carinhosa com meu bebê, compreensiva, orienta e esclarece qualquer duvida a menor que seja ´´A melhor profissional que eu poderia encontrar´´.

Bem, cada mamãe e papai tem critérios diferentes para achar um bom pediatra, alguns prefere mais os velhos pela a experiência, outras preferem os mais novos por ter o conhecimento mais novo e  outros como eu preferem os na meia idade (nem velhos e nem novos. Alguns preferem os brincalhões outros os mais sérios,  uns preferem os mais perto de casa, ou que seja pontual.

Mas o mais importante é acharem um pediatra que mais combine com você e seu filho, com sua maneira de pensar, com seu gosto, porque às vezes o que é bom para um não é bom para todos, então o bom é você se identificar com o profissional da sua escolha. Pois esse relacionamento vai durar por muitos anos então melhor que seja com alguém que goste, confie e cuide do seu filho com muito amor e carinho.
            Então foi assim a minha saga para achar um bom pediatra!


Bjos e Até a próxima!!!


04 setembro 2013

Receita testada e aprovada pelo Gui !!!

Quando falamos em alimentação para nossos filhos, sempre procuramos oferecer coisas saudáveis para ele, e aqui em casa não é diferente.
Desde que o Gui começou a comer alimentos sólidos sempre me preocupei em oferecer de tudo e de forma saudável, sempre dei legumes, verduras, saladas, quase não tem fritura, e ele mesmo prefere coisas assadas, refogadas ou cozidas, como ele come bem batata frita e lingüiça quando faço é no forno, agora que ele tem suas preferencias legumes ele não é muito fã em comer em forma de salada ou refogado, então faço uma vez por semana uma sopa ( assim ele come e come bem).
E esses dias navegando pela internet encontrei uma receita de bife a milanesa sem fritura, e resolvi testar e olha que fica bom (confesso que feito do jeito tradicional fica mais gosto mas esse foi aprovado também), a carne não fica crua e é uma alternativa para quem gosta de bife desse jeito mas quer evitar fritura.

Então segue a receita:
2 bifes contra filé ou filé mignon
1/2 xícara de farinha de rosca
1/2 xícara de farinha de trigo
1 ovo batido
Sal e pimenta do reino a gosto
1/2 colher de sopa de azeite

Obs.: como eu gosto de comida temperada coloquei cebola,alho e salsinha no bife



Comece temperando os bifes, em seguida passe pela farinha de trigo, pelo ovo, e depois pela farinha de rosca.
Após empanar coloco em uma forma e pincele o azeite dos dois lados.
Coloque no forno a 200ºC por 15 minutos.

 
Eu achei que nesse tempo que pedem o bife ainda ficou um pouco mal passado e a "casquinha" meio branca então eu deixei por 30 minutos. (a receita não informa se precisa virar os bifes mas eu virei).

Segue também o link do site http://www.chrisflores.net/alimentacao/2/materia/3347/receita-do-dia.html

Beijos Mi Gobbato.

03 setembro 2013

Constipação Intestinal o que é? Como evitar?

O que é e como evitar esse incômodo que atinge parte da população

Constipação intestinal – também conhecida popularmente como prisão de ventre ou intestino preso – é um distúrbio caracterizado pela dificuldade de evacuar. Isso, muitas vezes, pode ser reflexo do mau funcionamento dos intestinos, devido a uma dieta pobre em fibras, pouca ingestão de líquidos, falta de exercícios e consumo excessivo de alimentos industrializados.

De acordo com pesquisas da Federação Brasileira de Gastroenterologia, grande parte da população sofre desse mal, que é mais comum em mulheres, especialmente durante a gravidez, nos idosos e nas crianças. A constipação intestinal é cercada de várias dúvidas e mitos, por isso entendê-la é o primeiro passo para cuidar desse desconforto.

A constipação intestinal pode ser classificada em dois tipos:

- Funcional: a mais frequente e decorrente de vários fatores, como má alimentação, sedentarismo, falta de regularidade de horário para a evacuação e alterações motoras ou da inervação do intestino;

- Orgânica ou secundária: neste caso, a constipação intestinal é causada por outra doença intestinal, como estreitamento do canal retal ou não intestinal, como doenças sistêmicas (diabetes e hipotireoidismo).

Em ambos os tipos, o médico é o profissional indicado para avaliar cada caso.

Principais Queixas

A constipação intestinal pode apresentar-se com número reduzido de evacuações, dificuldade para eliminar as fezes, sensação de esvaziamento incompleto dos intestinos, desconforto ou esforço, mal-estar, gases ou estufamento.

“Embora o exercício físico e a dieta rica em fibras tenham um efeito colaborativo, alguns fatores, como idade, depressão, inatividade, baixa ingestão de fibras, quantidade de medicamentos recebidos (anti-inflamatórios, anti-hipertensivos, analgésicos etc.), colaboram para o surgimento da constipação”, destaca Eduardo André, doutor em Gastroenterologista pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e pós-doutor pela Universidade de Londres.

 
Tratamento e Prevenção

Segundo o médico Eduardo André, muitos casos podem ser resolvidos com medidas simples, com mudanças de hábitos que podem aliviar o desconforto do paciente. “É importante ressaltar que a prisão de ventre é um sintoma e não a doença. Por isso é importante o diagnóstico e o tratamento correto, de acordo com o perfil de cada individuo. Nem sempre evacuar diariamente é o que funciona para a pessoa, sendo a qualidade de sua evacuação o que mais alívio proporciona ao paciente”, afirma.

Algumas dicas podem ajudar melhorar e até prevenir esse problema. Confira:

Caso tenha dificuldade em evacuar, procure sempre estimular esse reflexo, geralmente por um tempo razoável, ao redor de 10 minutos, preferencialmente após as principais refeições.

Evite grandes esforços, entretanto estimule sempre o ato de evacuação (esforço fisiológico).

As fibras são importantes. Consuma-as por meio de frutas, verduras e legumes regularmente.

Beba bastante líquido, cerca de 2 litros por dia.

Coma frutas, como laranja com bagaço, maçã com casca, mamão etc..

Pratique exercícios de forma regular. Caminhar, pedalar ou nadar são boas alternativas para quem não tem muito tempo para a academia.

Naturetti é um laxante fitoterápico, com componentes de origem vegetal, extrato de Senna e Cassia, sem adição de açúcar, indicado para constipação intestinal tanto crônica como em casos passageiros (situacionais) como viagens, mudanças de alimentação e período menstrual. O médico ressalta  que os laxantes fitoterápicos devem ser administrados por um curto período adequado de tempo, que pode variar de dias a semanas, de acordo com o diagnóstico e a necessidade do paciente.

Para diagnosticar o distúrbio, é necessário a visita a um médico especialista, que deve avaliar a rotina do paciente, examiná-lo e solicitar exames específicos, quando achar necessário.

SE PERSISTIREM OS SINTOMAS O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO.





02 setembro 2013

Autismo infantil

Hoje vim falar sobre um tema pouco relatado,tenho uma prima com autismo,e vejo como é grande o preconceito das pessoas que não entendem nem sabem lidar com uma criança autista.Então fui pesquisar e entender um pouco mais sobre o tema...

O que é Autismo?

Sinônimos: Transtorno de desenvolvimento pervasivo
O autismo é um transtorno de desenvolvimento que aparece nos três primeiros anos de vida. O autismo afeta o desenvolvimento normal do cérebro relacionado às habilidades sociais e de comunicação.

Causas

O autismo é uma doença física vinculada à biologia e à química anormais no cérebro. As causas exatas dessas anomalias continuam desconhecidas, mas essa é uma área de pesquisa muito ativa. Provavelmente, há uma combinação de fatores que leva ao autismo.
Os fatores genéticos do autismo parecem ser importantes. Por exemplo, é muito mais provável que dois gêmeos idênticos tenham autismo do que gêmeos fraternos ou irmãos. Da mesma forma, as anomalias de linguagem são mais comuns em parentes de crianças com autismo. Anomalias cromossômicas e outros problemas do sistemas nervoso (neurológicos) também são mais comuns em famílias com autismo.
Já houve suspeitas de várias outras causas possíveis para o autismo, mas nenhuma foi comprovada. Elas incluem:
  • Dieta
  • Alterações no trato digestório
  • Contaminação por mercúrio
  • A incapacidade do corpo de utilizar vitaminas e minerais de forma adequada
  • Sensibilidade a vacinas

Autismo e vacinas

Muitos pais têm medo de que alguma vacina não seja segura e que possa prejudicar seu bebê ou criança com autismo. Eles podem pedir ao médico ou enfermeira que esperem ou até mesmo recusar a aplicação da vacina. No entanto, é importante pensar também nos riscos de não vacinar a criança.
Algumas pessoas acreditam que uma pequena quantidade de mercúrio (chamada de timerosal), que é um conservante comum em vacinas multidose, causa autismo ou TDAH. No entanto, as pesquisas NÃO indicam que esse risco seja verdadeiro.
A American Academy of Pediatrics e The Institute of Medicine (IOM) dos EUA concordam que nenhuma vacina ou componente dela é responsável pelo número de crianças que atualmente são diagnosticadas com autismo. Eles concluíram que os benefícios das vacinas são maiores do que os riscos.
Todas as vacinas de rotina da infância estão disponíveis em formas de dose única em que não foi adicionado mercúrio.
O site dos Centers for Disease Control and Prevention (Centros de Controle e Prevenção de Doenças) oferece mais informações.
Como e quando o autismo se manifesta? Quais os primeiros sintomas? E por que é tão importante começar o tratamento o mais cedo possível?
O autismo se instala nos três primeiros anos de vida, quando os neurônios que coordenam a comunicação e os relacionamentos sociais deixam de formar as conexões necessárias. Embora o transtorno seja incurável, quando demora para ser reconhecido, esses neurônios não são estimulados na hora certa e a criança perde a chance de aprender.
Estudo mostrou que, enquanto nos Estados Unidos o diagnóstico é feito antes dos 3 anos de idade, no Brasil o transtorno só é identificado quando a criança já tem de 5 a 7 anos. Esse atraso agrava as deficiências do autismo e traz mais sofrimento para as famílias.
Sinais de autismo
Quais são os sinais típicos do autismo? Algumas características podem ajudar você a desconfiar quando a criança tem autismo. Desconfiar porque quem vai fazer o diagnóstico é o especialista.
Um dos sintomas mais comuns é quando a criança não responde ao ser chamada pelo nome.  A criança parece surda. Você chama pelo nome, ela não responde.
Na presença de outras crianças, ela se isola. Não participa de brincadeiras coletivas. Ela evita o contato físico. Você vai fazer um carinho e ela se afasta. Parece que tomou um choque. É hiperativo. Anda pra lá e pra cá, mexe em tudo, não para um minuto.
Mais uma característica marcante: não apontar com o dedo para o objeto que quer alcançar.
Ela pega no seu braço e leva até ele, como se usasse a sua mão como uma ferramenta.
A relação com os objetos - brinquedos, por exemplo - é diferente do esperado. Ela usa os objetos de uma forma muito particular. Ela pega um carrinho, vira ao contrário e é capaz de passar horas girando a rodinha.
Também não sabemos por que, mas pessoas com autismo parecem ter uma sensibilidade alterada. Podem cair no choro por causa de um simples toque. Mas, às vezes, se machucam feio e não demonstram sentir dor. Mesmo em dias muito frios, não se preocupam em se agasalhar.
A criança com autismo foge do contato visual. “Mesmo às vezes na primeira mamada. E é o momento em que seguramente o bebê olha nos olhos da mãe já com horas de vida. Algumas vezes você consegue detectar a falta desse contato”

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