25 setembro 2013

Tchau Chupeta !!!

 
Essa semana demos tchau, ou melhor, ADEUS a chupeta para dormir, durante o dia o Gui já não usava mais, já tem um pouco mais de 1 ano, e fizemos algumas tentativas para tirar a da noite, mas cedemos aos choros, mas dessa vez fomos mais fortes e conseguimos.
Para tirar a da noite nós fizemos um acordo, aonde cada fim de semana ele ganharia um "presente" caso passasse o dia sem, e para fazermos esse controle, fiz uma tabela e colocamos na geladeira, e o acordo era o seguinte, quando acordasse até a hora de ir para escola tinha que ficar sem e isso acontecendo ele ganharia uma carinha feliz na tabela, e do período da volta da escola até a hora de dormir também teria que ficar sem, isso acontecendo ganharia outra carinha feliz, aonde ele mesmo desenhava, e para ganhar o que ele queria, que era estabelecido sempre no primeiro dia (sábado), não podia ter mais que 2 carinhas tristes.
Acho que isso ajudou bastante no processo pois ele ficava empolgado em desenhar o rostinho na tabela, e com 1 semana fazendo isso já conseguimos deixa-la, e na segunda semana, isso já tinha virado rotina, nem precisava lembra-lo do acordo, ele já acordava, e guardava a chupeta.
Tentei fazer isso para a da noite depois de umas semanas sem durante o dia, mas não funcionava, na hora de dormir, quando o sono batia bem forte, ele começava a ficar irritado, impaciente, chorava muito, pedia, e depois de um tempo desse jeito, acabávamos cedendo (sabemos que não era certo mas, coração mole dos pais falavam mais alto).
Mas dessa vez depois de outra vez aparecer uma cárie nele por causa da chupeta (acredito eu que esse deve ter sido o motivo maior), não amolecemos, mas confesso que o primeiro dia foi de partir o coração.
Na hora de deitar, conversamos, explicamos o que iria acontecer, e o porque (somos a favor de sempre dizer a verdade do modo que ele possa entender por causa da idade), e ele aceitou na boa, em troca ficou só com o pano que ele tinha, e quis dormir com um bicho de pelúcia, e antes de dormir iriamos contar uma história que ele escolhesse. Até ai foi indo de boa, maaas na hora que o sono chegou bastante ele pediu, e chorou muito, dizia que estava com saudade, que não conseguia dormir sem ela, e pedia por favor, dizia que era só um pouco, dizer não doía muito em mim, mas era pro bem dele, ai ele abraçava ele, fazia carinho e explicava td de novo o porque que estava sem e a partir daquela noite não teria mais ela, resumindo ficamos horas assim e quando foi 0:50 ele se rendeu e dormiu (desmaiou praticamente rs), mas as 5:30 da manhã acordou novamente pedindo e chorando, ai a mamãe com toda calma, foi lá pegou ele do berço, colocou junto na cama, abraçou, fez carinho e explicou de novo, e de novo, e de novo, e ficamos assim até as 6:30 quando ele voltou a dormir.
Para mim surpresa essa tortura foi só na primeira noite, já na segunda ele pediu uma vez só mas não teve choro, e da terceira em diante nem lembra mais dela, a única coisa ainda que não normalizou foi o horário dele dormir, antes com a chupeta no máximo 21:30 ele estava dormindo, e com essa mudança ele tem ido dormir quase 0:00, mas creio que logo volte ao normal ...

Beijos Mi Gobbato !!!

18 setembro 2013

Testamos alguns produtos e recomendamos ....

Não tem nada mais gostoso de receber mimos para nossos filhos né, e fica mais gostoso ainda quando ele curte e pra completar a felicidade os produtos são maravilhosos ....
Recebemos um tempo atrás dois shampoos líquidos do Cheirinho de Bebê (Glicerina Cristal e Glicerina Lavandita), e são muito bons, tem um fragrância suave, deixa a pela macia e sedosa (confesso que até eu usei alguns dias).
Depois recebemos da Phisalia dois Kits um contendo Shampoo e Condicionador  TransFormers Prime e o outro Kit Shampoo, Condicionador e Sabonete em barra da linha TráLáLá Baby.
O do TransFormes Prime foi o que chamou a atenção do Gui primeiro pois ele adora o bonecos, e eu gostei pois ele deixa os cabelos sedosos, macios e bem cheirosos (e o melhor não ardeu os olhos do Gui), os produtos da linha TráLáLá Baby também é maravilhoso, trouxe aquela lembrança de bebê pequeno para casa, também não arde os olhos, deixa o cabelo macio, e muito cheiroso, o sabonete também não fica para trás, ele é cheiroso e deixa a pela macia.





 
Já usaram alguns desses?
E vocês quais produtos que usam e que indicariam ?
 
Beijos Mi Gobbato !!!
 
 

14 setembro 2013

Cuidado com o que diz para o seu filho !!!!




Quantas vezes, você mamãe em um momento de raiva já deixou escapar uma palavra de maldição na vida do seu filho? Tipo : Que menino(a) bagunceiro, custoso, danado, terrível, você nunca vai dar certo na vida, nunca vai ser feliz, nunca vai parar de fazer bagunça, etc....
A palavras dos pais na vida dos filhos tem grande influência na vida deles.
As palavras de maldição tem consequências terríveis na vida das crianças, porque isso fica gravado no sub consciente delas e gera problemas futuros, como : problema na auto-estima, falta de confiança, medos, traumas, dificuldade de relacionamento e outras coisas mais.
Mesmo que em momentos em que os filhos fazem as maiores travessuras, cuidado com o que diz a ele, por mais difícil que seja, o corrija com amor e se segure nas palavras.
O coração de uma criança é um terreno fértil, que podem nascer bons frutos e maus frutos, dependendo das sementes que plantar na vida deles e as palavras as vezes são sementes de amargura na vida dos pequenos que será refletido com o tempo. Daí pensamos onde erramos ? Eu dei tanto carinho para ele(a), amor e tudo mais , mas se esquece das palavras que ferem, aparentemente simples, sem maldade, mas que entra no coração como uma faca.
Uma mãe nunca tem a intenção de machucar o filho com palavras, mas nos momentos de raiva ou nervosismo acaba falando sem perceber.
Eu ainda me lembro de palavras que minha mãe me disse quando ainda criança e sei que nunca foi a intenção dela de me machucar, mas até eu entender isso demorou, foi um processo longo que gerou atraso em etapas na minha vida, auto-estima baixa, sentimentos de incapacidade, complexo de inferioridade, mas graças a Deus, hoje tenho a alma curada.
Evite que seus filhos passem por isso, cuidado com o que sai da sua boca, por mais difícil que seja, não deixe a ira tomar conta do seu coração na hora de corrigir o seu filho.
Se por acaso disse algo ao seu filho que pode feri-lo, mesmo que ele não entenda, peça perdão para o seu filho, explique para ele que disse tal palavra sem pensar , isso evitará que essa palavra  negativa fique dentro da mente o do coração da criança.
Esse foi o meu recadinho de hoje

x_3c7ea6f1

13 setembro 2013

Heitor e o Patati Patatá

Oi amigas(os)!!!
Como vão vocês? Espero que estejam todos em paz e com muita saúde!

Hoje vou falar do amor do Heitor com o DVD do  Patati Patata. Há alguns dias ele se apaixonou por esse DVD e não para mais de assistir, de manhã, de tarde e de noite... Uma, duas e até três vezes seguida. Já gravamos todas as músicas e achei algumas delas muito criativas e ensinam a criançada a comer tudo e alimentos saudáveis, a escovar os dentinhos, a lavar as mãos antes das refeições, a tomar banho...Enfim incentiva a criançada a fazer coisas legais e importantes para elas.

E é muito lindo ver ele pedindo para ver o Patati Patatá. Ele aponta o dedinho para a TV e fala ''que Patítí''. E a gente fala ''Heitor quer ver o Patati ? Ele balança a cabeça que sim dando aquele sorrisão. Aí a família toda derrete!

Ele sempre assistiu a galinha pintadinha, tinha algumas músicas que ele gostava e outras que nem tanto, mas nunca foi de ficar sentado no sofá, vendo o DVD agora com o Patati Patatá, ele senta, sorri, dança, bate palma e fica um bom tempo na frente da TV, o que eu acho relativamente ruim, Quando percebo que está demais, desligo e chamo ele para brincar de outra coisa.

O mais incrível é que tínhamos esse DVD a muito tempo, compramos junto com o da galinha, colocamos algumas vezes quando ele era menor, mas ele nem dava atenção, então paramos de colocar e só na semana passada que o papai dele resolveu mudar e colocou esse DVD,  e ele simplesmente adorou, amou e quer ver toda hora, chega a cansar, mas o que uma mãe não faz pelo seu filho.rs

Mas tenho que confessar, que tem momentos que ajuda demais, por exemplo na hora de fazer almoço ou a janta, ou nas arrumações de casa e até mesmo quando a mamãe aqui tá cansada e quer ficar quietinha e deitadinha, aí ajuda!rs

Eu adoro ver meu filho feliz e sorrindo! Isso é tudo para mim!



Bjos  e até mais!

11 setembro 2013

Dia de vacina ... dia de carinho e mimo !!!

Dá vacina sempre é ruim né, as vezes dói mais em nós em ter que leva-los, segura-los do que a própria aplicação.
Eu achava que quando era pequeno que sentia mais dó, mas na última segunda tivemos que dá a vacina de reforço dos 4 anos, e ai sim fiquei com dó (com mais que o normal).
Quando acordamos que eu avisei que tínhamos que ir até o posto para tomar a vacina ele já começou a chorar, e fui distraindo ele de casa até lá, conversando sobre o passeio que ele irá fazer semana que vem com a escola, chegando lá quando entrei na sala de vacina para entregar a carteirinha, ele saiu correndo e chorando dizendo "Eu não quero tomar, tenho certeza", fui até ele e conversei, expliquei que era preciso que assim ele ficaria protegido de várias doenças, para não ter que ficar indo muito no médico, no hospital e nem tomando outras vacinas e um monte de remédio e ele me respondia "mas meu braço é pequinino vai doer um montão", e isso ia me dando um aperto no coração (mesmo sabendo que era pro bem dele).
Na hora de dá  a vacina que foi no bumbum ai o bicho pegou, ele não deixava eu segurar ele da maneira que precisa e chorava, ainda bem que as duas enfermeiras que estavam lá eram boazinhas, conversaram bastante com ele antes, brincaram, deram primeiro a gotinha, explicou como ia ser, pra que era, mas não tinha jeito o choro não parava e só aumentava .... até que chegou a hora e eu quase chorei junto porque ele pedia pra mim "não deixa mamãe, eu não quero".

 
Depois que aplicou, abracei bastante, fiz carinho, e enquanto uma enfermeira atualizava as vacinas dele com a carteirinha do posto, a outra foi brincando. Ainda bem que agora é só com 14 anos :)
No dia ele ficou bem foi até para a escola, mas ai no final ficou febril e reclamou de dor no bumbum e na perna (parecia que estava com gesso pois ele travou e não deixava encostar), ai mamãe babona aqui colocou ele pra dormir na cama junto, para agradar e fazer muito carinho, e como ele acordou reclamando ainda de dor, e nem mexia direito a perna passou o dia comigo não mandei para escola, e para animar mais ainda fomos fazer uma visita a priminha que nasceu na semana passada, e lá ele esqueceu mais ainda da dó, ficou brincando com o amiguinho !!!
Ai se pudéssemos tirar a dó deles né !!!

E ai com vocês como é no dia que tem que dá vacina ?
Beijos Mi Gobbato !!!



10 setembro 2013

CIF - Amostra Grátis

Olá leitoras,

Hoje trago novidades pra vocês e pra quem gosta de receber amostra grátis em sua casa. Esse é um meio para conhecer novos produtos e torná-los parte de sua limpeza diária.

Para pedir sua Amostra Grátis - CIF Cremoso Limpeza profunda acesse a página no Facebook da Cif Limpadores na aba do aplicativo com o nome "Amostras Grátis", curta a página, preencha um pequeno cadastro para envio de seu brinde( Nome completo, endereço completo, CPF, e-mail e telefone) e depois clique no botão solicitar agora participar. Não esqueça de convidar as amigas.

Cif oferece uma linha completa de produtos inovadores e parceiros do dia a dia para manter a sua casa sempre brilhando. Máxima limpeza.
Amostra Grátis  CIF Cremoso Limpeza profunda

Produtos da linha Cif

Cif Desengordurante
Cif Desengordurante ajuda a prevenir a aderência de resíduos.
Cif Vidros
Tem poder concentrado de limpeza para manter vidros, plásticos, acrílicos, fórmicas e espelhos com aparência brilhante com uma só passada. Use-o também para limpar televisores e monitores com segurança e eficiência.
Cif cremoso
Contém um alto poder de limpeza e milhares de micropartículas que ajudam a remover facilmente até as sujeiras mais difíceis. Com mínimo esforço para você, e um profundo cuidado para as superfícies.



09 setembro 2013

Alguns problemas relacionados ao Líquido Amniótico.

Sabemos que o líquido amniótico é fundamental para o bebê mas será que todas as mamães sabem alguns problemas que podem ocorrer com o excesso ou a redução desse líquido para o bebê?

Durante a gravidez o bebê está protegido dentro de uma bolsa (placenta) com líquido (o líquido amniótico). O líquido amniótico envolve o bebê durante todo o seu desenvolvimento, dentro do saco amniótico, também conhecido como bolsa das águas. 


Ele serve para:

- amortecer choques e movimentos bruscos;
- impedir que o cordão umbilical seja comprimido, o que prejudicaria o fornecimento de oxigênio para o bebê;
- manter uma temperatura constante dentro do útero;
- proteger o bebê contra infecções;
- permitir que o bebê se movimente, desenvolvendo os músculos e os ossos;
- ajudar na formação do sistema digestivo e respiratório, já que o bebê “inspira” e “expira” o líquido, e o engole, eliminando-o na forma de urina.

O volume de líquido amniótico vai aumentando com o decorrer da gravidez e costuma chegar à sua quantidade máxima por volta de 34 a 36 semanas de gravidez.


Nessa altura, você tem entre 800 ml e 1 litro de líquido dentro do útero. Depois disso, o volume vai diminuindo aos poucos, até o bebê nascer. Naturalmente a placenta rompe no nascimento do bebê e é por isso que se perde o líquido.




Para medir a quantidade de líquido, é preciso fazer um ultrassom. Seu médico vai solicitar um se desconfiar de que a quantidade de líquido está abaixo da ideal (oligohidrâmnio).

Veja alguns sinais de que isso pode estar ocorrendo:


- quando a mulher está perdendo líquido amniótico pela vagina - pode ser sinal de ruptura da bolsa, e deve sempre ser comunicada ao médico;

- quando o bebê está menor que o normal para a idade gestacional;
- quando o médico consegue apalpar fácil o bebê pelo lado de fora da barriga;
- quando a mulher não está sentindo o bebê mexer com frequência;
- quando a mulher já teve outro filho que nasceu pequeno para a idade gestacional;
- quando a mulher tem pressão alta;
- quando a mulher está com diabetes;
- quando a mulher sofre de lúpus.

Com a ultrassonografia, dá para medir os bolsões de líquido em vários pontos do útero (o espaço entre o bebê e a parede uterina). O especialista faz um cálculo que resulta no índice de líquido amniótico (ILA).


As consequências para o bebê dependem da causa da redução no líquido e se a quantidade está mesmo muito pequena.


Na maioria dos casos, o oligohidrâmnio é diagnosticado no terceiro trimestre e não exige nenhuma providência, só um acompanhamento um pouco mais atento da gravidez.


A maior preocupação quando há redução no volume de líquido antes do terceiro trimestre é que o crescimento dos pulmões do bebê seja prejudicado. Por isso, é provável que você seja submetida a ultrassonografias com mais frequência para acompanhar o desenvolvimento do seu filho.


A possibilidade de parto prematuro é outra preocupação.


Pode ser, porém, que os médicos decidam que o bebê vai se desenvolver melhor fora do útero do que dentro e resolvam antecipar o parto.


É comum que, em casos de falta de líquido amniótico, o bebê esteja sentado pois o líquido é que facilitaria a movimentação dentro do útero e o posicionamento de cabeça para baixo.


Nem sempre a causa do oligohidrâmnio é conhecida.


A diminuição do volume das águas é mais observada nos meses de clima quente, por isso os especialistas acreditam que ela tenha relação com a desidratação materna. Dessa maneira, seu médico vai recomendar que você tome muito líquido. Repouso e banhos de imersão também costumam ser recomendados pelos obstetras.


Existem outras causas específicas para a redução no líquido, e cada uma tem seu próprio tratamento. As mais comuns são:


- Ruptura parcial da bolsa – a ruptura antes do início do trabalho de parto é considerada a ruptura precoce das membranas e deve ser comunicada ao médico.

- Pequena abertura na bolsa, o líquido pode escapar – além do oligohidrânio, o maior perigo dessa ruptura parcial da bolsa é a entrada de bactérias, que podem provocar uma infecção. Seu médico deverá estar mais atento para qualquer sinal de infecção.
- Problemas na placenta – pode ser que a placenta não esteja produzindo sangue e nutrientes em quantidade adequada para o desenvolvimento do bebê. Quando os bebês são pequenos, produzem menor quantidade de urina, por isso os níveis de líquido amniótico ficam baixos.
- Anomalias no bebê – quando o líquido fica abaixo do normal ainda no primeiro ou no segundo trimestre, pode ser que haja alguma malformação interferindo na produção de urina pelo bebê. O médico deve pedir um ultrassom detalhado para verificar o desenvolvimento dos rins do bebê e do trato urinário, além do coração.
- Síndrome da transfusão feto fetal – quando a mulher está grávida de gêmeos idênticos e cada um tem sua própria bolsa, há entre 10 e 15 % de possibilidade de eles terem a síndrome da transfusão feto fetal (um bebê recebe mais sangue e nutrientes da placenta que o outro). Nesses casos, o gêmeo “doador” acaba ficando com menos líquido amniótico, enquanto o “receptor” fica com líquido em excesso.
Se você estiver grávida de gêmeos, terá que fazer ultrassonografias com frequência para acompanhar os níveis de líquido amniótico e o desenvolvimento de cada bebê.

Se a ruptura da bolsa for precoce (antes do trabalho de parto) o médico vai fazer uma avaliação rigorosa da situação. Dependendo do seu estado de saúde e idade gestacional e do estado de saúde de seu bebê, ele pode optar induzir o parto, fazer uma cesareana, dar antibióticos para prevenir ou tratar infecções ou vigiar a evolução de maneira conservadora:


- A perda de líquido pela vagina antes das 37 semanas de gravidez significa que sua bolsa estourou antes do tempo. O médico pode preferir que você seja internada, para evitar uma infecção.

- Se o líquido começar a sair depois das 37 semanas, você deve estar prestes a entrar em trabalho de parto, por isso deve ligar para o médico ou para a maternidade para saber quando ir para lá.

(google imagem)

Situações vividas por algumas mamães que merecem toda a nossa atenção:




Agenesia renal



A agenesia renal corresponde à ausência congênita de um rim (agenesia unilateral) ou dos dois rins (agenesia bilateral).
A ausência de um rim um defeito congênito bastante frequente, com uma incidência aproximada de 1 /1000 nascimentos. De qualquer forma, na maioria dos casos, as repercussões são escassas ou praticamente com uma incidência de 1 /5000 nascimentos, as suas consequências são muito graves. De fato, esta insuficiência provoca graves problemas, logo durante a gestação, pois a ausência de urina provoca a escassa produção de líquido amniótico, no qual o feto flutua no interior da mãe. Além disso, tende a associar-se a outras malformações como, por exemplo, no aspecto do feto, que se assemelha a um "duende", pois se o rim existente for normal, este pode assumir as funções do ausente, o que em alguns casos pode provocar a sua hipertrofia (dilatação). Este problema pode associar-se a outras malformações orgânicas de diferente natureza. No entanto, caso o outro rim seja saudável, normalmente não se produz qualquer manifestação e o defeito apenas costuma ser diagnosticado casualmente.
Embora a agenesia renal bilateral seja uma anomalia menos frequente, pode ocacionar a defeitos no desenvolvimento pulmonar. A situação é incompatível com a vida, de forma que costuma provocar a morte antes do nascimento ou pouco tempo depois.


Rim supranumerário



Esta rara anomalia caracteriza-se pelo desenvolvimento de um terceiro rim, que se pode situar em qualquer um dos lados; em determinados casos, a malformação é bilateral. O rim suplementar não mantém qualquer comunicação com os dois normais,possuindo um bacinete e um uréter próprios, bem como uma vascularização independente. Normalmente,este rim supranumerário é mais pequeno do que os normais e situa-se por baixo do rim do mesmo lado, enquanto que o seu uréter costuma desaguar no do rim superior. Embota funcione bem, nos casos em que isso não acontece, constitui um foco de processos infecciosos. Apenas nas situações em que surgem complicações, há necessidade de extração cirúrgica do rim suplementar.


Hipoplasia renal



Esta malformação, caracterizada pelo fraco desenvolvimento de um ou ambos os rins, pode ser de vários tipos e ter várias consequências.
Rim hipoplásico. É o fraco desenvolvimento de um ou ambos os rins, embora sejam normais. Em caso de hipoplasia unilateral, apesar de por vezes não se manifestarem quaisquer sintomas, noutros casos podem surgir dores na zona lombar ou complicações – infecções, cálculos ou hipertensão arterial. Caso se manifestem estes problemas, e se o outro rim for normal, deve-se proceder à extração do rim hipoplásico. Se a hipoplasia for bilateral, costuma provocar insuficiência renal que compromete a vida poucos dias após o nascimento ou na primeira infância.
Hipoplasia oligonefrónica bilateral. Neste caso, o escasso desenvolvimento de ambos os rins é acompanhado de uma considerável diminuição do número de nefrónios. Como os nefrónios existentes têm tendência para se dilatarem, numa tentativa de compensar o seu défice (na maioria das vezes sem sucesso), podem provocar insuficiência renal, poucas semanas após o nascimento, existindo risco de morte.
Apesar de a insuficiência renal ser progressiva, na maioria dos casos, o problema costuma evidenciar-se na primeira infância por uma excessiva produção de urina pouco concentrada que provoca um risco de desidratação. Por outro lado, a insuficiência renal terminal leva alguns anos a instalar-se, normalmente entre dez a doze anos; nestes casos, é preciso recorrer à diálise enquanto se aguarda por um transplante de rim, a solução definitiva para esta doença.


Rim em ferradura



Esta malformação caracteriza-se pela fusão de ambos os rins, ligados entre si por uma ponte de tecido renal que une os seus pólos superiores ou inferiores e que passa à frente da aorta e da veia cava. Devido a esta malformação, os rins costumam ficar mais próximos da linha média e, por vezes, mais abaixo do que o normal, o que provoca uma rotação anómala dos uréteres, favorecendo eventuais obstruções na drenagem da urina.
Na maioria dos casos, como a malformação não origina sintomas, não é diagnosticada ou apenas é detectada casualmente. Contudo, noutros casos, a insuficiência dos uréteres favorece o aparecimento de constantes processos infecciosos ou de uma obstrução urinária, com as manifestações e complicações associadas. Caso surjam problemas deste tipo, é necessário recorrer à cirurgia para alterar a situação dos bacinetes e dos uréteres, de modo a garantir a eliminação da urina.


Rim em esponja



Esta anomalia, igualmente conhecida como doença de Cacchi-Ricci, caracteriza-se pela dilatação excessiva dos canais colectores, o que confere ao tecido renal um aspecto característico. Embora esta situação não costume provocar dificuldades na eliminação da urina, por vezes a urina pode ficar estancada nos canais dilatados, o que pode favorecer o aparecimento de sangue na urina (hematúria) ou complicaçöes, como processos infecciosos e cálculos.
Nestas circunstâncias, normalmente, recomenda-se uma abundante ingestão de água diariamente e a restrição de alimentos ricos em cálcio, de modo a prevenir a litíase urinária
Informações adicionais

Ocaso da ectopia renal



Este termo (do grego ektos, que significa fora ou extremo) designa o desenvolvimento de um rim numa localização diferente da normal, ou seja, afastado da zona lombar, embora em cerca de 10 a 20% dos casos ambos os rins estejam situados fora da sua localização habitual.

Ainda que não seja uma situação comum, não é rara, pois os especialistas detectam anomalias deste tipo num em cada oitocentos estudos radiológicos dos rins (urografias).

A malformação é provocada por uma alteração no desenvolvimento embrionário do rim, normalmente formado na região pélvica. O mais habitual é que o rim não suba até ao abdômen e se mantenha na zona referida, mas também pode acontecer que suba demasiado e se localize mais acima do que o normal, no tórax, ou até se cruze para o lado contrário ao correspondente. A artéria renal que irriga o rim ectópico também tem uma origem anómala e o uréter, por seu lado, tem um comprimento e forma adaptados a situação de cada caso.

A ectopia mais habitual corresponde ao rim pélvico, que se costuma manifestar através de dores intensas no hipogastro e, por vezes, por obstipação e compressão do cólon. Menos comum é o rim torácico, que pode originar sintomas semelhantes aos de uma hérnia diafragmática, e ainda menos frequente é o rim cruzado, normalmente situado por baixo do rim normal.

Embora a ectopia renal seja uma malformação isolada, também pode estar associada a outros defeitos congênitos, pois a incidência de cálculos e infecções é maior nos rins ectópicos do que nos situados normalmente. Caso a ectopia não cause problemas, não é preciso adotar nenhum tratamento especial; porém, quando surgem complicações, pode ser necessário recorrer a cirurgia, normalmente com a extração do rim ectópico.

Fonte: J Resende - Manual de Obstetrícia, 1991 - Guanabara Koogan Rio de Janeiro

Ministério da Saúde. Gestação de Alto Risco Manual Técnico. 2010


Medipédia  conteúdos e serviços da saúde 


Recomendo Blog de mamães de anjos sem rins - http://anjossemrins.blogspot.com.br



Homenagem a uma anjinha que desde o começo da gestação de uma grande amiga foi muito amada e desejada mas Deus resolveu leva-la para ele pois ela era muito perfeita para viver neste mundo.

Laura, mesmo não te conhecendo te amei e te papariquei na barriga da mamãe, virou uma estrelinha para iluminar este céu.
(Mamãe Raquel e Papai Fred) Grandes amigos, que Deus conforte o coração de vocês.



06 setembro 2013

A saga por um bom pediatra


Oi Minhas queridas mamães e papais!!!
Hoje vou contar para vocês a minha saga de encontrar um bom pediatra...
Quando estava grávida lia muito sobre como encontrar um bom pediatra e na maioria das reportagens que lia sempre dizia para as mamães conhecerem o pediatra um pouco antes do nascimento do bebê, mas confesso que achava muito esquisito marcar uma consulta com um pediatra e entrar eu no consultório sem bebê (risos).
Além disso, um bom pediatra tem que saber lidar com as crianças e acho que isso só poderia analisar  quando levasse o meu filho ao consultório.  E  isso é um dos principais requisitos na hora de achar um bom pediatra, lógico além do conhecimento cientifico, saber orientar, conversar,ter um bom consultório e outras coisinhas mais... Mas tem que saber lidar com bebês e com as mães preocupadas e desorientadas de primeira viagem como eu, pois quando procuramos um pediatra queremos alguém que podemos confiar, desabafar, perguntar mesmo as menores dúvidas sem nós constranger e principalmente que podemos contar nas horas difíceis(quando os bebês estão doentinhos), que são momentos que mais precisamos de um bom pediatra.

Quando sair da maternidade me orientaram a leva-lo no pediatra no prazo de 10 dias, pensei que tinha muito tempo, que seria tarefa fácil  mas  foi totalmente ao contrario. Esse tempo foi curto demais para uma mãe de primeira viagem achar um pediatra que gostasse e ainda foi uma tarefa super difícil, principalmente porque não tive nenhuma indicação (na minha família a anos que não nasce um bebê e minhas amigas a maioria não tem filho e as que tem moram muito longe ) e também estou falando de uma pessoa importantíssima pois é quem vai me ajudar a cuidar do meu filho por longos anos.

Então fui a vários pediatras próximos ao meu bairro, porque a principio queria um pediatra mais perto da minha casa, mas infelizmente não foi possível, os médicos que fui nem examinaram meu filho direito, mal colocava a mão nele, só queriam passar remédios, não explicava, não perguntava, não passava um telefone em caso de emergência, eu perguntava as minhas duvidas e  mal respondia. Por isso decidi procurar em outro bairro mais longe... Lá achei uma excelente pediatra Dra. Simone que médica maravilhosa! Olhou tudo, perguntou tudo, respondeu tudo, tranquila, me passava segurança, super carinhosa, era meia idade (risos)nem velha e nem nova(como gosto). Achei que minha saga tinha acabado mas como para mim tudo tem que ser mais difícil ,no segunda consulta ela me disse que teria que viajar para Londres para estudar  e não poderia nos atender mais. Fiquei muito triste, pois gostei muito dela, ótima profissional!

Então recomecei minha saga! Tinha mais 30 dias para achar um bom médico. Primeiro comecei a procurar no catalogo do plano e depois no santo Google através de indicação de nomes e o CRM. Testei alguns, quero dizer MUITOS. Uns era muito velho outros muito novos, e sempre a  mesma questão de antes, não examinavam direito, mal colocava a mão no menino... Eu pensava que assim é muito fácil ganhar dinheiro!
E desta vez foi bem pior, pois queria alguém parecida com a Dra, Simone e estava quase impossível. Para falar verdade fui chata para achar uma pediatra e acho que não foi frescura e sim preocupação, pois estava escolhendo uma pessoa muito importante na vida do meu filho, que me ajudaria a cuidar do meu filho que é minha vida, meu tudo...Então não poderia ser qualquer pessoa. Teria que ser alguém especial na qual eu pudesse confiar, me identificar, que olhasse meu filho de verdade, que me orientasse para que a gente juntas pudesse caminhar em uma  mesma direção. E depois de muito tempo e procura encontrei Dra: Cristina (que alivio!). Uma ótima profissional, sempre pronta atender, celular sempre ligado, paciente, tranquila, carinhosa com meu bebê, compreensiva, orienta e esclarece qualquer duvida a menor que seja ´´A melhor profissional que eu poderia encontrar´´.

Bem, cada mamãe e papai tem critérios diferentes para achar um bom pediatra, alguns prefere mais os velhos pela a experiência, outras preferem os mais novos por ter o conhecimento mais novo e  outros como eu preferem os na meia idade (nem velhos e nem novos. Alguns preferem os brincalhões outros os mais sérios,  uns preferem os mais perto de casa, ou que seja pontual.

Mas o mais importante é acharem um pediatra que mais combine com você e seu filho, com sua maneira de pensar, com seu gosto, porque às vezes o que é bom para um não é bom para todos, então o bom é você se identificar com o profissional da sua escolha. Pois esse relacionamento vai durar por muitos anos então melhor que seja com alguém que goste, confie e cuide do seu filho com muito amor e carinho.
            Então foi assim a minha saga para achar um bom pediatra!


Bjos e Até a próxima!!!


04 setembro 2013

Receita testada e aprovada pelo Gui !!!

Quando falamos em alimentação para nossos filhos, sempre procuramos oferecer coisas saudáveis para ele, e aqui em casa não é diferente.
Desde que o Gui começou a comer alimentos sólidos sempre me preocupei em oferecer de tudo e de forma saudável, sempre dei legumes, verduras, saladas, quase não tem fritura, e ele mesmo prefere coisas assadas, refogadas ou cozidas, como ele come bem batata frita e lingüiça quando faço é no forno, agora que ele tem suas preferencias legumes ele não é muito fã em comer em forma de salada ou refogado, então faço uma vez por semana uma sopa ( assim ele come e come bem).
E esses dias navegando pela internet encontrei uma receita de bife a milanesa sem fritura, e resolvi testar e olha que fica bom (confesso que feito do jeito tradicional fica mais gosto mas esse foi aprovado também), a carne não fica crua e é uma alternativa para quem gosta de bife desse jeito mas quer evitar fritura.

Então segue a receita:
2 bifes contra filé ou filé mignon
1/2 xícara de farinha de rosca
1/2 xícara de farinha de trigo
1 ovo batido
Sal e pimenta do reino a gosto
1/2 colher de sopa de azeite

Obs.: como eu gosto de comida temperada coloquei cebola,alho e salsinha no bife



Comece temperando os bifes, em seguida passe pela farinha de trigo, pelo ovo, e depois pela farinha de rosca.
Após empanar coloco em uma forma e pincele o azeite dos dois lados.
Coloque no forno a 200ºC por 15 minutos.

 
Eu achei que nesse tempo que pedem o bife ainda ficou um pouco mal passado e a "casquinha" meio branca então eu deixei por 30 minutos. (a receita não informa se precisa virar os bifes mas eu virei).

Segue também o link do site http://www.chrisflores.net/alimentacao/2/materia/3347/receita-do-dia.html

Beijos Mi Gobbato.

03 setembro 2013

Constipação Intestinal o que é? Como evitar?

O que é e como evitar esse incômodo que atinge parte da população

Constipação intestinal – também conhecida popularmente como prisão de ventre ou intestino preso – é um distúrbio caracterizado pela dificuldade de evacuar. Isso, muitas vezes, pode ser reflexo do mau funcionamento dos intestinos, devido a uma dieta pobre em fibras, pouca ingestão de líquidos, falta de exercícios e consumo excessivo de alimentos industrializados.

De acordo com pesquisas da Federação Brasileira de Gastroenterologia, grande parte da população sofre desse mal, que é mais comum em mulheres, especialmente durante a gravidez, nos idosos e nas crianças. A constipação intestinal é cercada de várias dúvidas e mitos, por isso entendê-la é o primeiro passo para cuidar desse desconforto.

A constipação intestinal pode ser classificada em dois tipos:

- Funcional: a mais frequente e decorrente de vários fatores, como má alimentação, sedentarismo, falta de regularidade de horário para a evacuação e alterações motoras ou da inervação do intestino;

- Orgânica ou secundária: neste caso, a constipação intestinal é causada por outra doença intestinal, como estreitamento do canal retal ou não intestinal, como doenças sistêmicas (diabetes e hipotireoidismo).

Em ambos os tipos, o médico é o profissional indicado para avaliar cada caso.

Principais Queixas

A constipação intestinal pode apresentar-se com número reduzido de evacuações, dificuldade para eliminar as fezes, sensação de esvaziamento incompleto dos intestinos, desconforto ou esforço, mal-estar, gases ou estufamento.

“Embora o exercício físico e a dieta rica em fibras tenham um efeito colaborativo, alguns fatores, como idade, depressão, inatividade, baixa ingestão de fibras, quantidade de medicamentos recebidos (anti-inflamatórios, anti-hipertensivos, analgésicos etc.), colaboram para o surgimento da constipação”, destaca Eduardo André, doutor em Gastroenterologista pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e pós-doutor pela Universidade de Londres.

 
Tratamento e Prevenção

Segundo o médico Eduardo André, muitos casos podem ser resolvidos com medidas simples, com mudanças de hábitos que podem aliviar o desconforto do paciente. “É importante ressaltar que a prisão de ventre é um sintoma e não a doença. Por isso é importante o diagnóstico e o tratamento correto, de acordo com o perfil de cada individuo. Nem sempre evacuar diariamente é o que funciona para a pessoa, sendo a qualidade de sua evacuação o que mais alívio proporciona ao paciente”, afirma.

Algumas dicas podem ajudar melhorar e até prevenir esse problema. Confira:

Caso tenha dificuldade em evacuar, procure sempre estimular esse reflexo, geralmente por um tempo razoável, ao redor de 10 minutos, preferencialmente após as principais refeições.

Evite grandes esforços, entretanto estimule sempre o ato de evacuação (esforço fisiológico).

As fibras são importantes. Consuma-as por meio de frutas, verduras e legumes regularmente.

Beba bastante líquido, cerca de 2 litros por dia.

Coma frutas, como laranja com bagaço, maçã com casca, mamão etc..

Pratique exercícios de forma regular. Caminhar, pedalar ou nadar são boas alternativas para quem não tem muito tempo para a academia.

Naturetti é um laxante fitoterápico, com componentes de origem vegetal, extrato de Senna e Cassia, sem adição de açúcar, indicado para constipação intestinal tanto crônica como em casos passageiros (situacionais) como viagens, mudanças de alimentação e período menstrual. O médico ressalta  que os laxantes fitoterápicos devem ser administrados por um curto período adequado de tempo, que pode variar de dias a semanas, de acordo com o diagnóstico e a necessidade do paciente.

Para diagnosticar o distúrbio, é necessário a visita a um médico especialista, que deve avaliar a rotina do paciente, examiná-lo e solicitar exames específicos, quando achar necessário.

SE PERSISTIREM OS SINTOMAS O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO.





02 setembro 2013

Autismo infantil

Hoje vim falar sobre um tema pouco relatado,tenho uma prima com autismo,e vejo como é grande o preconceito das pessoas que não entendem nem sabem lidar com uma criança autista.Então fui pesquisar e entender um pouco mais sobre o tema...

O que é Autismo?

Sinônimos: Transtorno de desenvolvimento pervasivo
O autismo é um transtorno de desenvolvimento que aparece nos três primeiros anos de vida. O autismo afeta o desenvolvimento normal do cérebro relacionado às habilidades sociais e de comunicação.

Causas

O autismo é uma doença física vinculada à biologia e à química anormais no cérebro. As causas exatas dessas anomalias continuam desconhecidas, mas essa é uma área de pesquisa muito ativa. Provavelmente, há uma combinação de fatores que leva ao autismo.
Os fatores genéticos do autismo parecem ser importantes. Por exemplo, é muito mais provável que dois gêmeos idênticos tenham autismo do que gêmeos fraternos ou irmãos. Da mesma forma, as anomalias de linguagem são mais comuns em parentes de crianças com autismo. Anomalias cromossômicas e outros problemas do sistemas nervoso (neurológicos) também são mais comuns em famílias com autismo.
Já houve suspeitas de várias outras causas possíveis para o autismo, mas nenhuma foi comprovada. Elas incluem:
  • Dieta
  • Alterações no trato digestório
  • Contaminação por mercúrio
  • A incapacidade do corpo de utilizar vitaminas e minerais de forma adequada
  • Sensibilidade a vacinas

Autismo e vacinas

Muitos pais têm medo de que alguma vacina não seja segura e que possa prejudicar seu bebê ou criança com autismo. Eles podem pedir ao médico ou enfermeira que esperem ou até mesmo recusar a aplicação da vacina. No entanto, é importante pensar também nos riscos de não vacinar a criança.
Algumas pessoas acreditam que uma pequena quantidade de mercúrio (chamada de timerosal), que é um conservante comum em vacinas multidose, causa autismo ou TDAH. No entanto, as pesquisas NÃO indicam que esse risco seja verdadeiro.
A American Academy of Pediatrics e The Institute of Medicine (IOM) dos EUA concordam que nenhuma vacina ou componente dela é responsável pelo número de crianças que atualmente são diagnosticadas com autismo. Eles concluíram que os benefícios das vacinas são maiores do que os riscos.
Todas as vacinas de rotina da infância estão disponíveis em formas de dose única em que não foi adicionado mercúrio.
O site dos Centers for Disease Control and Prevention (Centros de Controle e Prevenção de Doenças) oferece mais informações.
Como e quando o autismo se manifesta? Quais os primeiros sintomas? E por que é tão importante começar o tratamento o mais cedo possível?
O autismo se instala nos três primeiros anos de vida, quando os neurônios que coordenam a comunicação e os relacionamentos sociais deixam de formar as conexões necessárias. Embora o transtorno seja incurável, quando demora para ser reconhecido, esses neurônios não são estimulados na hora certa e a criança perde a chance de aprender.
Estudo mostrou que, enquanto nos Estados Unidos o diagnóstico é feito antes dos 3 anos de idade, no Brasil o transtorno só é identificado quando a criança já tem de 5 a 7 anos. Esse atraso agrava as deficiências do autismo e traz mais sofrimento para as famílias.
Sinais de autismo
Quais são os sinais típicos do autismo? Algumas características podem ajudar você a desconfiar quando a criança tem autismo. Desconfiar porque quem vai fazer o diagnóstico é o especialista.
Um dos sintomas mais comuns é quando a criança não responde ao ser chamada pelo nome.  A criança parece surda. Você chama pelo nome, ela não responde.
Na presença de outras crianças, ela se isola. Não participa de brincadeiras coletivas. Ela evita o contato físico. Você vai fazer um carinho e ela se afasta. Parece que tomou um choque. É hiperativo. Anda pra lá e pra cá, mexe em tudo, não para um minuto.
Mais uma característica marcante: não apontar com o dedo para o objeto que quer alcançar.
Ela pega no seu braço e leva até ele, como se usasse a sua mão como uma ferramenta.
A relação com os objetos - brinquedos, por exemplo - é diferente do esperado. Ela usa os objetos de uma forma muito particular. Ela pega um carrinho, vira ao contrário e é capaz de passar horas girando a rodinha.
Também não sabemos por que, mas pessoas com autismo parecem ter uma sensibilidade alterada. Podem cair no choro por causa de um simples toque. Mas, às vezes, se machucam feio e não demonstram sentir dor. Mesmo em dias muito frios, não se preocupam em se agasalhar.
A criança com autismo foge do contato visual. “Mesmo às vezes na primeira mamada. E é o momento em que seguramente o bebê olha nos olhos da mãe já com horas de vida. Algumas vezes você consegue detectar a falta desse contato”

30 agosto 2013

Dicas: Primeira Papinha Salgada

Olá mamães e papais!
Como vão vocês e a família? Espero que estejam tudo bem!

Hoje vou relatar para vocês sobre a primeira papinha salgada do Heitor e como foi difícil ele aceitar essa nova etapa.
Bem, desde que pensei em ser mãe sempre pensei que queria dar uma alimentação de qualidade para meu bebê, pois eu sempre tive uma alimentação errada e não quero isso para meu filho de jeito nenhum, quero que ele tenha uma alimentação saudável durante toda sua vida, eu acho isso muito importante para a vida dele.

Então quando a médica disse que podia entrar com a papinha salgada, senti que era o momento de colocar todos esses meus pensamentos em prática, no começo era só o leite e depois vieram às frutinhas que é relativamente simples e fácil, é só usar a criatividade, mas na papinha salgada senti a responsabilidade batendo nas minhas costas rsrsrs  pois a partir de agora tinha que ensinar meu filho a comer e o que comer.

No começo fiquei um pouco preocupada e até com medo  porque confesso que nunca gostei de cozinhar, e com a papinha salgada tive que mostrar um pouco dos meus dotes culinários que são poucos (rsrsrs) e com medo que não consegui ensinar ele a comer  alimentos saudáveis ou ele não querer comer, de não gostar... Tantas coisas passam na nossa cabeça, que só Deus sabe!

Quando foi a pediatra, me orientou a como era para fazer, sobre todos os nutrientes, os alimentos, a consistência, o que deveria ter em cada papinha, mas me fazendo acreditar  que tudo era muito fácil...  Mas não é tão simples assim!

Então no dia 08 de Agosto de 2012, acordei toda animada para mais essa etapa na vida do meu pequeno, comprei um triturador para facilitar (com a orientação do pediatra, pois a papinha não pode ser liquidificada e sim triturada, amassadinha ou passada pela peneira), e o triturador é muito útil e  ajuda mesmo , muito mais rápido que ficar amassando com garfo ou  espremendo na peneira e serve tanto para papinha de frutas(doce)ou salgada.

Foi no sacolão, comprei as melhores verduras, a mais frescas, tudo pensando na papinha que iria fazer no almoço. Chegando em casa preparei tudo com muito amor... Fiz a papinha bem gostosa e saborosa... Coloquei Heitor na cadeirinha e quando coloquei a primeira colherada na boca dele.... Ele fez vômito! E isso mesmo! VÔMITO,  e começou a chorar, melhor a berrar, não deixava eu chegar com a colher nem perto da boca dele. Fiquei super triste, achei que a papinha tivesse ruim, salgada, sem sal, sei lá... Alguma coisa tinha naquela papinha para ele ter chorado tanto e ter jogado tudo para fora. Então chamei minha mãe, que é cozinheira de primeira para ela provar e disse que a papinha estava boa, mas nesse dia ele não aceitou de jeito nenhuma a papinha salgada. No outro dia foi minha mãe quem fez a papinha, pensei que era meu tempero e nada dele comer de novo, outro chororô e tudo jogado para fora.

E foi assim até ele começar a se acostumar com os novos alimentos, devagarzinho ele foi aceitando. Um dia mais outros menos!E o importante  é sempre observar o que o bebê  gosta, Heitor por exemplo não gosta muito do gosto de alho na comida, então coloco bem pouco e sempre coloco um pouco de tomate para dar um gostinho a mais, e assim vamos descobrindo o que eles aceitam melhor, mas graças a Deus hoje ele come de tudo, tudo mesmo... Todos os tipos de verdura e folhas...

Então foi  isso minhas queridas mamães! Se os bebês de vocês não aceitarem os alimentos de primeira, a dica é ter calma, paciência e tranquilidade porque tudo no começo é difícil mesmo, e é super normal, mas o que não pode é desistir ou dá só o que ele gosta, pois assim nunca conhecerá novos alimentos.

Algumas dicas para a primeira papinha salgada:

A escolha dos ingredientes:
Os alimentos que compõem a papinha do bebê devem sempre ter um bom aspecto, uma procedência confiável e estar no prazo de validade. Legumes, verduras e frutas precisam ser bem lavados para retirar vestígios de agrotóxicos. Na hora de cozinhar, lave as mãos e evite espirrar ou tossir sobre os ingredientes.

Como fazer a papinha:
Pique os ingredientes escolhidos e coloque em uma panela comum - alguns especialistas acreditam que o cozimento na panela de pressão retira nutrientes importantes. Encha de água o volume deve ser o dobro da quantidade de alimentos. Deixe cozinhar em fogo baixo até que todos os produtos estejam moles. Passe por uma peneira até virar um purê - quando seu filho estiver mais acostumado, amasse com o garfo e, mais para frente, ofereça picadinho. Tempere e sirva morno. O tempo de preparo é de mais ou menos 40 minutos. Leve isso em conta para administrar a fome do bebê.

Tempo de validade:
A papinha que não foi tocada pode ficar na geladeira por até 24 horas. Mais do que isso, há o risco de a comida estragar. Caso passe desse limite, jogue fora. Quando sobrar muito ou você fizer grandes quantidades, prefira congelar.

Como congelar:
Escolha potes do tamanho da porção que seu filho come para facilitar na hora de descongelar. Coloque a papinha no pote, feche, cole uma etiqueta com o sabor e a data, e leve ao freezer. A papinha pode ser consumida em até três meses. Na hora de descongelar, você pode colocar diretamente no micro-ondas (verifique se o pote é adequado) ou aquecer o conteúdo no fogão, mexendo sempre para não queimar.

Ingredientes:
Primeiro você deve conhecer os três grupos alimentares que precisam aparecer no prato da criança:
Alimentos energéticos (carboidratos): fornecem energia para o organismo do bebê. São encontrados na batata, arroz, macarrão, mandioquinha, batata-doce, mandioca...
 Alimentos construtores (proteínas): responsáveis pelo crescimento, são encontrados em carnes de boi, de frango ou de peixe, feijão, ovos, lentilha, grão-de-bico etc.
Alimentos reguladores (verduras e legumes): fornecem vitaminas importantes para o desenvolvimento. São encontrados na abóbora, alface, beterraba, brócolis, espinafre, cenoura, chuchu, abobrinha...
Para montar uma boa papinha você deve escolher:
1 ingrediente do grupo dos energéticos
1 ingrediente do grupo dos construtores
2 ingredientes do grupo dos reguladores

Dicas:

É possível bolar muitas combinações usando a criatividade e, mais para frente, você pode aumentar o número de ingredientes escolhidos, sempre respeitando esse mínimo. Varie bastante para o seu filho experimentar o maior número de alimentos possível.

 As primeiras papinhas podem ser de um ingrediente só. Além de a criança conhecer os sabores individuais e já descobrir o que gosta, também fica mais fácil observar quais são os itens capazes de deflagrar alguma reação, como alergia ou diarreia.
 Evite sal na papinha. Prefira combinar temperos mais suaves para deixar a papinha saborosa. Você já pode introduzir cebola, alho e salsinha, sempre observando as reações da criança. E use os temperos in natura: nada de versões industrializadas, que apresentam excesso de sódio e outras substâncias químicas.

Quando aquecer a papinha no microondas não se esqueça de mexer e depois verificar a temperatura já que nesse tipo de forno nem sempre os alimentos aquecem por igual.

Nessa fase, você pode introduzir o ovo na dieta. Os pediatras mais tradicionais preferem liberar apenas a gema de ovo deixando a clara, mais difícil de ser digerida, para depois de um ano. Converse com o pediatra do seu filho para decidir. 

Evite feijão, pois a fermentação e os gases que ele provoca ficam mais brandos depois que o organismo se acostuma com outros alimentos.

E carne é bom começar colocando aos poucos ate chegar 20 g por dia.

Nunca fique nervosa com o bebê, se ele não quiser comer, pois isso não é pirraça. Ele apenas não aprendeu a comer aquele alimento. Ainda tem que se acostumar com essa nova etapa. Paciência e calma são fundamentais nessa fase.


Bjos e até mais!

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...