04 dezembro 2013

Diversão !!!

Na semana passada o Gui foi para mais um passeio com a escola, perto da escola tem um Buffet Infantil que durante o dia eles tbm fazem festa para escola, e rola como se fosse festa de aniversário, duração de 4 horas, salgados, bolo, bebida no período todo.
Quando venho na agenda o comunicado antes de contar para ele perguntei pro papai se íamos mandar (perguntei por perguntar né pois já sabia que a resposta seria sim), ai depois só que falei pra ele e perguntei se ele queria, logo de cara a resposta foi "Lógico eu não posso perder nenhum passeio", passou alguns dias e ele mudou de opinião e disse que não queria mais, e dissemos que tudo bem, ele que escolhia se queria ir ou não, perguntei o porque da mudança e ele só dizia que não queria, chegando perto do último dia do prazo para pagar perguntei de novo e ele hora dizia sim hora dizia não, e comentei com a professora, ai durante a aula ela conversou com ele, comentou quais amiguinhos dele iria, o que iam fazer e falou para ele pensar e depois da hora do lanchinho ele respondia para ela, e ele ai resolveu que iria (qual foi a mágica que ela fez não sei porque eu expliquei o que tinha, mostrei pra ele o lugar que fica do outro lado da avenida aonde moramos, falei que era o parquinho que ele foi no dia das crianças, mas tudo bem rs).
Ele não via a hora de chegar, no dia estava todo feliz, quando fui busca-lo na escola, ele estava todo contente, falou que se divertiu e foi em quase todos os brinquedos, inclusive nos que ele nunca vai quando levamos ele nos parques de diversão ou em festa de aniversário.



 
Como gostoso né, vê eles se divertindo, contando as novidades, as descobertas ...
Que venham os passeios do ano que vem !!!
 
Beijos Mi Gobbato !!!

02 dezembro 2013

Estimular os bebês é um equívoco

Li essa matéria achei muito interessante...
Retirada do site: Gazeta do povo
Os bebês não precisam de estímulos constantes. São curiosos por natureza e, para que se desenvolvam em plenitude, ações simples, como providenciar um ambiente seguro são suficientes. O pedagogo e educador Paulo Fochi é categórico ao criticar modismos na educação infantil. Para ele, o maior desafio é planejar a educação infantil a partir das necessidades dos bebês. “A produção de conhecimento tem de ser feita de uma forma que tenha sentido para a criança. Há uma tendência atual muito forte para estimular bebês e isso é um equívoco do meu ponto de vista.”
No início de novembro, Fo­chi conquistou a plateia formada por educadores no 7.º Seminário Municipal de Educação Infantil, em Curitiba, com sua visão sobre o tema. Por telefone, ele conversou com a Gazeta do Povo:
Qual é o maior problema que observa na educação infantil?
Compartilho com os estudos que indicam que o grande desafio para a educação infantil, para as crianças de zero a 6 anos, está em descobrir como é ser professor sem dar aula, presente também nas Diretrizes Curriculares Nacionais. Mas é preciso atentar que isso não significa deixar a coisa acontecer espontaneamente. A produção de conhecimento tem de ser feita de uma forma que tenha sentido para a criança. Há uma tendência atual muito forte para estimular bebês e isso é um equívoco do meu ponto de vista.
Quais estímulos são equivocados?
Você já deve ter visto diversas coisas do tipo: o adulto coloca o bebê de barriga para baixo para que seu corpo fique firme para quando for caminhar. Há uma ação para fazer o bebê caminhar mais cedo. Misteriosamente, depois que ele caminha, os pais querem que ele fique sentado, parado, em um cadeirão. O mesmo acontece com falar. Já vi professoras passando batom vermelho na boca e falando, com a boca bem aberta, de forma exagerada, na frente do bebê, com a intenção de estimular a fala. Mas, quando ele começa a falar demais, os adultos pedem para ficar quieto. Há uma esquizofrenia em casa e na escola. Dão carrinhos, coisa com som, que fala, que pisca, para que, dois ou três anos depois, seja necessário procurar um médico para perguntar: como posso acalmar meu filho? E aí o médico receita medicamentos. Tenho uma premissa que a gente tem que dar tempo para o bebê ser bebê. Cada fase deve ser respeitada. Há uma tendência de se criar academia para bebês ou sites que estimulam o ensino de Matemática quando ele ainda está em gestação. Estão criando agenda, aula disso, daquilo. Está entendendo a loucura?
Quais são as particularidades dos bebês?
As descobertas do mundo que o bebê faz em um mês valem uma década na vida de um adulto. O adulto não precisa ficar na frente da criança sacudindo um chocalho freneticamente ou falando de forma abestada. O bebê é curioso para descobrir o mundo, basta dar condições para que descubra. Isso implica que ele fique no chão, não naqueles balanços horrorosos. Não precisa estimular, basta garantir formas de ele fazer isso, proporcionar o que se chama de entorno positivo. O espaço que ele fica, em sala, ou em casa, não deve ser grande, nem pequeno demais, mas suficiente para circular. Tem que ser seguro, sem a necessidade de um adulto em volta, falando: ‘não faz isso’, ‘não faz aquilo’. O adulto deve se manter no campo visual e auditivo da criança, sustentando-a emocionalmente com sua presença, mas sem interromper ou intervir nas experiências dela. É preciso ter desafios para a criança, aos quais ela se dedicará quando aquilo se configurar como um desafio.
Como por exemplo...
Uma caixa no meio da sala, que faz um degrau. O bebê vai subir e descer engatinhando, quando estiver pronto para aquilo. Isso promove a descoberta de seu corpo, que vai providenciar uma organização para executar a ação de caminhar. O entorno positivo exige materiais adequados. Que encaixam, que dão para empilhar, que cabem um dentro do outro. Não precisa ser da Fisher Price ou outra marca famosa. Caixas, potes. Isso dá possibilidade de a criança descobrir o mundo.
Como convencer os pais que não é preciso tantos estímulos para os bebês terem um bom desenvolvimento?
Na verdade, os pais estão no direito de ignorância deles sobre o assunto. O que a gente precisa é de professores que tenham um argumento melhor que a Ana Maria Braga, entende o que digo? Os pais têm direito de achar interessante aquilo que a Ana Maria Braga mostrou para o neto dela, aquilo que a Adriane Galisteu fez para o filho dela, essas modinhas que aparecem no Facebook e na televisão. Quem tem que mostrar que isso não é benefício é a escola, o professor. Pensar o processo educativo nos primeiros anos de vida tem que ser processo de corresponsabilidade família e escola. Isso implica chamar os pais para o diálogo e mostrar o que é aprender na infância, qual o valor da experiência de vida dessas crianças.
O ensino em período integral é benéfico para a criança?
Se a escola for boa para a criança, sim. O ideal seria ficar um turno com a família, outro na escola. Mas as famílias não se organizam assim, a rotina de trabalho dos pais não é essa, independentemente se são ricas ou pobres. Então temos que pensar, nesse tempo em que as crianças estão na escola, 10, 12 horas, é preciso construir um processo educativo de qualidade. Não são dois turnos de trabalho, é outra relação. É preciso compreender que a experiência educativa, aprender a comer, o ritual do sono, o deslocar pela escola é uma grande aprendizagem, tem que ser pensada ao longo da jornada. Depois, os pais precisam refletir como será o tempo que passarão com os filhos, que não pode ser mediado pela televisão. Que seja de encontro, conversa, carinho.
Qual a maior dificuldade para termos o ensino infantil integral de qualidade?
Há um desafio financeiro, mas vai além disso. É um desafio conceitual. Precisamos mobilizar os gestores públicos para compreenderem o que é infância, o que é ser criança, numa fase anterior a essa proposta de financiamento, até para que o financiamento se dê de forma correta.


27 novembro 2013

Eba mais livro para nossa coleção ....

Bom eu confesso que eu não tenho muito o hábito de ler (mas estou mudando isso, e coloquei como meta pelo menos 1 livro por mês e já baixei vários para não ter desculpa), mas não quero que a leitura não faça parte da vida do Gui, desejo que ele seja completamente o oposto de mim, então sempre que possível compro livro para ele, e quando não compro com os que ele tem (e olha que pra quem ainda não lê sozinho tem muitos) sempre leio, releio, e para se tornar mais atrativo deixo ele "ler" pra mim aí cada leitura temos uma história diferente ....
E como fazemos todo ano para aumentar nossa coleção pedimos os livros do Itaú .... E como sempre acontece assim que chega sentamos no sofá e lemos os livros  ...
E vocês costumam incentivar os seus filhos a lerem ?



Beijo Mi Gobbato!!!

18 novembro 2013

Dicas de roupas para criançada usar nas festas de fim de ano...

Acho que muitas mamães já ouviram falar na moda Tal mãe/Tal filha para as meninas e para os meninos Tal pai/Tal filho...As mães de meninos também podem combinar a roupa com eles,eu acho uma fofura,as famosas também aderiram essa moda...Tem lojas que vendem,mas você mesma pode montar um look parecido com da sua pequena ou pequeno.Se você está pensado no que usar nas festas de fim de ano,aqui vai algumas idéias retiradas da internet,pra vocês se inspirarem...











04 novembro 2013

Quando levar sua filha ao ginecologista...

Minha filha ainda é muito pequena,mas logo essa fase vai chegar,por isso,informações nunca é demais,achei o tema muito legal, e vim compartilhar com vocês,quem sabe ajude alguma mamãe que tem filha entrando na adolescência.
Quando a filha chega à adolescência, é comum que ela comece a ter mais dúvidas sobre sexo ou apresente algum problema de saúde que o pediatra já não pode mais cuidar. É neste momento que a consulta com um ginecologista se faz necessária, pois este especialista vai auxiliar a adolescente de uma forma que o antigo médico e os pais não conseguem ou não se sentem preparados.
"É difícil o pediatra conversar com a adolescente sobre sexo, pois ele não a enxerga como uma mulher. Por isso é importante levar sua filha ao ginecologista, pois ele tem um ponto de vista diferente do pediatra. Muitas vezes, o pediatra só encaminha a paciente ao ginecologista em casos extremos, quando a menina apresenta corrimentos ou infecção urinária. A consulta com o ginecologista desde cedo ajuda a adolescente a entender o que o sexo sem segurança pode causar e isto evita alguns problemas", esclarece o ginecologista e obstetra Marco Aurélio Galletta, responsável pelo Setor de Gravidez na Adolescência da Clínica Obstétrica do Hospital das Clínicas de São Paulo.
A primeira consulta deve acontecer o quanto antes. "O ideal é no início da puberdade, quando ocorre a primeira menstruação e o aparecimento das mamas e dos pelos pubianos, em média entre 12 a 15 anos", alerta Omar Abussamra, ginecologista da Unimed Paulistana. "É difícil precisar uma idade correta para uma garota buscar pela primeira vez um ginecologista. Mas é fato que, quanto antes isso acontecer, menores as chances de surgirem no futuro complicações como ovários policísticos, traumatismos, distúrbios menstruais, cólicas intensas, e até mesmo problemas relacionados à saúde sexual", explica Viviane Monteiro, ginecologista e obstetra especialista em ginecologia infanto-puberal.
"É importante levar a adolescente ao ginecologista logo na primeira menstruação, antes que ela apresente algum sintoma. Assim, o médico vai ajudá-la a encarar a menstruação de forma natural, esclarecer que ela já pode engravidar, entre outras informações", avisa Marco Aurélio. Ao contrário do que muitos pais pensam, a visita não deve ser feita somente quando a filha já manteve relações sexuais, mas de forma regular já na adolescência. "Uma consulta garante a prevenção de muitas doenças e ainda tira as dúvidas, às vezes difíceis de responder, se tornando um elemento facilitador para que ela assuma a responsabilidade por sua própria saúde e se dedique a atitudes de prevenção", ressalta Viviane.
É importante que os pais entendam que a adolescente já é quase uma mulher e precisa de acompanhamento médico adequado. "Os pais geralmente observam a rápida evolução hormonal e anatômica de suas filhas, surgindo aí as dúvidas sobre o momento ideal para encaminhá-las às consultas ginecológicas. A falta de diálogo, tabus e o medo da iniciação sexual fazem com que eles adiem a primeira consulta, expondo a menina principalmente à gravidez precoce e às doenças sexualmente transmissíveis (DST). Quando bem orientada pelos pais, a adolescente deve comparecer cedo à consulta com o ginecologista", adverte o médico Omar.
Matéria retirada do site:http://www.bbel.com.br



Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...