Não tem coisa mais gostosa nessa época do que enfeitar a nossa casa para o Natal, aqui montamos e enfeitamos no começo do mês e tivemos a ajuda do Gui, ele escolheu alguns enfeites e também ajudou a montar a árvore ....
Agora é só esperar a chegada do Papai Noel ....
E aí como foi na casa de vocês ?
Beijos Mi Gobbato!!!
11 dezembro 2013
09 dezembro 2013
Justiça veta em todo o país venda de andador infantil
Postado por
Carol Alves
às
15:19
Na tentativa de garantir mais segurança a bebês que começam a dar os primeiros passos, a Justiça no Rio Grande do Sul decidiu liminarmente suspender a comercialização, em todo o país, de andadores infantis.
Cabe recurso à medida, que foi tomada em ação civil pública elaborada pela SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria). A entidade alega que o equipamento coloca crianças em risco de acidentes graves, inclusive com morte.
Médicos afirmam que o andador dá uma mobilidade inadequada para a etapa de vida dos bebês. Com o uso, eles poderiam se aproximar de fogões, piscinas, escadas e produtos tóxicos.
A juíza Lizandra Cericato Villarroel, de Passo Fundo (RS), citou artigos da Constituição Federal, do Código de Defesa do Consumidor e do ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) em sua ordem.

Cabe recurso à medida, que foi tomada em ação civil pública elaborada pela SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria). A entidade alega que o equipamento coloca crianças em risco de acidentes graves, inclusive com morte.
Médicos afirmam que o andador dá uma mobilidade inadequada para a etapa de vida dos bebês. Com o uso, eles poderiam se aproximar de fogões, piscinas, escadas e produtos tóxicos.
A juíza Lizandra Cericato Villarroel, de Passo Fundo (RS), citou artigos da Constituição Federal, do Código de Defesa do Consumidor e do ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) em sua ordem.

"Pelo só fato das especificidades e da natureza do produto que se destina a bebês e crianças na fase de aprendizado do ato de caminhar, portanto, em situação biológica de vulnerabilidade potencializada, seja proibida a comercialização visando assegurar os direitos fundamentais à vida e à segurança", informa o texto da decisão.
Em julho deste ano, o INMETRO realizou testes com todas as marcas de andadores produzidas no Brasil e reprovou todas elas.
O que vocês acham mamães,concordam???
Meus filhos usaram,não sei se posso dizer que prejudicou,eles andaram todos depois do primeiro aninho,mas eles gostavam,o problema está no uso indevido,acho que colocar uns 20 minutos ok,agora deixar a criança lá horas e horas limitando outros estímulos ai é o problema,nos casos de acidente,acho que a culpa não é do andador e sim a desatenção de quem está cuidando da criança,meu filho que hoje tem 5 anos já caiu do andador,e a culpa foi minha que me virei pra estender a roupa e em coisa de segundos ele caiu...Criança nessa fase não podemos piscar!!!Ainda não coloquei o mais novo e nem sei se vou colocar,mas não sou contra a usar,acho que cada mãe sabe o que é melhor para o seu bebê...
05 dezembro 2013
Gui dando cambalhota !!!
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Espaço das Mamães
às
16:05
Agora que ele aprendeu a dá cambalhotas sozinha, quer passar o dia assim, mas por enquanto disse que só pode fazer na minha cama por ser macia e quando eu ou o papai estiver perto !!!
Beijos Mi Gobbato
Beijos Mi Gobbato
04 dezembro 2013
Diversão !!!
Postado por
Espaço das Mamães
às
15:36
Na semana passada o Gui foi para mais um passeio com a escola, perto da escola tem um Buffet Infantil que durante o dia eles tbm fazem festa para escola, e rola como se fosse festa de aniversário, duração de 4 horas, salgados, bolo, bebida no período todo.
Quando venho na agenda o comunicado antes de contar para ele perguntei pro papai se íamos mandar (perguntei por perguntar né pois já sabia que a resposta seria sim), ai depois só que falei pra ele e perguntei se ele queria, logo de cara a resposta foi "Lógico eu não posso perder nenhum passeio", passou alguns dias e ele mudou de opinião e disse que não queria mais, e dissemos que tudo bem, ele que escolhia se queria ir ou não, perguntei o porque da mudança e ele só dizia que não queria, chegando perto do último dia do prazo para pagar perguntei de novo e ele hora dizia sim hora dizia não, e comentei com a professora, ai durante a aula ela conversou com ele, comentou quais amiguinhos dele iria, o que iam fazer e falou para ele pensar e depois da hora do lanchinho ele respondia para ela, e ele ai resolveu que iria (qual foi a mágica que ela fez não sei porque eu expliquei o que tinha, mostrei pra ele o lugar que fica do outro lado da avenida aonde moramos, falei que era o parquinho que ele foi no dia das crianças, mas tudo bem rs).
Ele não via a hora de chegar, no dia estava todo feliz, quando fui busca-lo na escola, ele estava todo contente, falou que se divertiu e foi em quase todos os brinquedos, inclusive nos que ele nunca vai quando levamos ele nos parques de diversão ou em festa de aniversário.
Quando venho na agenda o comunicado antes de contar para ele perguntei pro papai se íamos mandar (perguntei por perguntar né pois já sabia que a resposta seria sim), ai depois só que falei pra ele e perguntei se ele queria, logo de cara a resposta foi "Lógico eu não posso perder nenhum passeio", passou alguns dias e ele mudou de opinião e disse que não queria mais, e dissemos que tudo bem, ele que escolhia se queria ir ou não, perguntei o porque da mudança e ele só dizia que não queria, chegando perto do último dia do prazo para pagar perguntei de novo e ele hora dizia sim hora dizia não, e comentei com a professora, ai durante a aula ela conversou com ele, comentou quais amiguinhos dele iria, o que iam fazer e falou para ele pensar e depois da hora do lanchinho ele respondia para ela, e ele ai resolveu que iria (qual foi a mágica que ela fez não sei porque eu expliquei o que tinha, mostrei pra ele o lugar que fica do outro lado da avenida aonde moramos, falei que era o parquinho que ele foi no dia das crianças, mas tudo bem rs).
Ele não via a hora de chegar, no dia estava todo feliz, quando fui busca-lo na escola, ele estava todo contente, falou que se divertiu e foi em quase todos os brinquedos, inclusive nos que ele nunca vai quando levamos ele nos parques de diversão ou em festa de aniversário.
Como gostoso né, vê eles se divertindo, contando as novidades, as descobertas ...
Que venham os passeios do ano que vem !!!
Beijos Mi Gobbato !!!
02 dezembro 2013
Estimular os bebês é um equívoco
Postado por
Carol Alves
às
12:13
Li essa matéria achei muito interessante...
Retirada do site: Gazeta do povo
Retirada do site: Gazeta do povo
Os bebês não precisam de estímulos constantes. São curiosos por natureza e, para que se desenvolvam em plenitude, ações simples, como providenciar um ambiente seguro são suficientes. O pedagogo e educador Paulo Fochi é categórico ao criticar modismos na educação infantil. Para ele, o maior desafio é planejar a educação infantil a partir das necessidades dos bebês. “A produção de conhecimento tem de ser feita de uma forma que tenha sentido para a criança. Há uma tendência atual muito forte para estimular bebês e isso é um equívoco do meu ponto de vista.”
No início de novembro, Fochi conquistou a plateia formada por educadores no 7.º Seminário Municipal de Educação Infantil, em Curitiba, com sua visão sobre o tema. Por telefone, ele conversou com a Gazeta do Povo:
Qual é o maior problema que observa na educação infantil?
Compartilho com os estudos que indicam que o grande desafio para a educação infantil, para as crianças de zero a 6 anos, está em descobrir como é ser professor sem dar aula, presente também nas Diretrizes Curriculares Nacionais. Mas é preciso atentar que isso não significa deixar a coisa acontecer espontaneamente. A produção de conhecimento tem de ser feita de uma forma que tenha sentido para a criança. Há uma tendência atual muito forte para estimular bebês e isso é um equívoco do meu ponto de vista.
Quais estímulos são equivocados?
Você já deve ter visto diversas coisas do tipo: o adulto coloca o bebê de barriga para baixo para que seu corpo fique firme para quando for caminhar. Há uma ação para fazer o bebê caminhar mais cedo. Misteriosamente, depois que ele caminha, os pais querem que ele fique sentado, parado, em um cadeirão. O mesmo acontece com falar. Já vi professoras passando batom vermelho na boca e falando, com a boca bem aberta, de forma exagerada, na frente do bebê, com a intenção de estimular a fala. Mas, quando ele começa a falar demais, os adultos pedem para ficar quieto. Há uma esquizofrenia em casa e na escola. Dão carrinhos, coisa com som, que fala, que pisca, para que, dois ou três anos depois, seja necessário procurar um médico para perguntar: como posso acalmar meu filho? E aí o médico receita medicamentos. Tenho uma premissa que a gente tem que dar tempo para o bebê ser bebê. Cada fase deve ser respeitada. Há uma tendência de se criar academia para bebês ou sites que estimulam o ensino de Matemática quando ele ainda está em gestação. Estão criando agenda, aula disso, daquilo. Está entendendo a loucura?
Quais são as particularidades dos bebês?
As descobertas do mundo que o bebê faz em um mês valem uma década na vida de um adulto. O adulto não precisa ficar na frente da criança sacudindo um chocalho freneticamente ou falando de forma abestada. O bebê é curioso para descobrir o mundo, basta dar condições para que descubra. Isso implica que ele fique no chão, não naqueles balanços horrorosos. Não precisa estimular, basta garantir formas de ele fazer isso, proporcionar o que se chama de entorno positivo. O espaço que ele fica, em sala, ou em casa, não deve ser grande, nem pequeno demais, mas suficiente para circular. Tem que ser seguro, sem a necessidade de um adulto em volta, falando: ‘não faz isso’, ‘não faz aquilo’. O adulto deve se manter no campo visual e auditivo da criança, sustentando-a emocionalmente com sua presença, mas sem interromper ou intervir nas experiências dela. É preciso ter desafios para a criança, aos quais ela se dedicará quando aquilo se configurar como um desafio.
Como por exemplo...
Uma caixa no meio da sala, que faz um degrau. O bebê vai subir e descer engatinhando, quando estiver pronto para aquilo. Isso promove a descoberta de seu corpo, que vai providenciar uma organização para executar a ação de caminhar. O entorno positivo exige materiais adequados. Que encaixam, que dão para empilhar, que cabem um dentro do outro. Não precisa ser da Fisher Price ou outra marca famosa. Caixas, potes. Isso dá possibilidade de a criança descobrir o mundo.
Como convencer os pais que não é preciso tantos estímulos para os bebês terem um bom desenvolvimento?
Na verdade, os pais estão no direito de ignorância deles sobre o assunto. O que a gente precisa é de professores que tenham um argumento melhor que a Ana Maria Braga, entende o que digo? Os pais têm direito de achar interessante aquilo que a Ana Maria Braga mostrou para o neto dela, aquilo que a Adriane Galisteu fez para o filho dela, essas modinhas que aparecem no Facebook e na televisão. Quem tem que mostrar que isso não é benefício é a escola, o professor. Pensar o processo educativo nos primeiros anos de vida tem que ser processo de corresponsabilidade família e escola. Isso implica chamar os pais para o diálogo e mostrar o que é aprender na infância, qual o valor da experiência de vida dessas crianças.
O ensino em período integral é benéfico para a criança?
Se a escola for boa para a criança, sim. O ideal seria ficar um turno com a família, outro na escola. Mas as famílias não se organizam assim, a rotina de trabalho dos pais não é essa, independentemente se são ricas ou pobres. Então temos que pensar, nesse tempo em que as crianças estão na escola, 10, 12 horas, é preciso construir um processo educativo de qualidade. Não são dois turnos de trabalho, é outra relação. É preciso compreender que a experiência educativa, aprender a comer, o ritual do sono, o deslocar pela escola é uma grande aprendizagem, tem que ser pensada ao longo da jornada. Depois, os pais precisam refletir como será o tempo que passarão com os filhos, que não pode ser mediado pela televisão. Que seja de encontro, conversa, carinho.
Qual a maior dificuldade para termos o ensino infantil integral de qualidade?
Há um desafio financeiro, mas vai além disso. É um desafio conceitual. Precisamos mobilizar os gestores públicos para compreenderem o que é infância, o que é ser criança, numa fase anterior a essa proposta de financiamento, até para que o financiamento se dê de forma correta.
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