20 janeiro 2014

Dedos e Chupetas

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Muitos dos bebés chuchadores são calmos, bem adaptados, tranquilos e simpáticos, sem sinais ou sintomas de estresse mal gerido.

A esmagadora maioria dos bebés tem uma predileção especial por chuchar, em alguns casos uma verdadeira obsessão. Estabelece-se com o dedo polegar (menos com os outros) ou com a chupeta um autêntico caso amoroso. O chuchar enquadra-se nas atividades de autocontrole e de gestão do estresse. Todavia, chuchar na chupeta ou no dedo parece ser um problema maior para os adultos do que para as próprias crianças. Muitos pais interpretam estes sinais de uma forma demasiado rígida, como se pelo facto de chuchar no dedo ou na chupeta o bebé estivesse zangado, triste ou lhe faltasse alguma coisa. Errado. 

Muitos dos bebés «chuchadores» são calmos, bem adaptados ao ambiente, tranquilos e simpáticos, sem quaisquer sinais ou sintomas de stresse mal gerido. Outro receio dos pais está relacionado com os problemas dentários que podem surgir e é aqui que recorrem a medidas dissuasoras, como produtos de sabor amargo, luvas ou outras formas de restringir à criança o acesso, por exemplo, do dedo à boca. Como a prática se encarrega de demonstrar, estas medidas em pouco ou nada resultam. Até aos dois anos de idade, são raros os casos em que o dedo ou a chupeta interferem com o desenvolvimento dos dentes. Contudo, a partir desta idade chuchar no dedo pode, de facto, levar os incisivos superiores a ficarem mais salientes.

Há várias maneiras de tentar enganar a criança. Durante o dia, por exemplo, mantendo as mãos ocupadas, com jogos e bonecos, de modo a que se distraia sem necessitar do seu companheiro. Pelo contrário, as constantes chamadas de atenção só servem para centrar a criança no problema. Quanto ao chuchar à noite, uma estratégia pode ser tentar substituir pelo abraço a um boneco ou à almofada, retirando a vontade de chuchar (embora seja apenas passar de um vício para outro...). Muitos psicanalistas dizem que, durante o sono, regressamos às atividades mais primárias e ao útero materno. Por outro lado, os estudos mostram que os bebés alimentados ao peito, que mamam à vontade durante a noite ou os que não começam a comer outros alimentos para além do leite antes de chegar a altura certa, têm menos tendência para chuchar no dedo ou na chupeta.

Chupeta
Algumas crianças são imediatamente confrontadas com a chupeta, mal acabam de nascer... ou quase. Muitos pais, quando o bebé nasce, estão já equipados com este objecto porque preferem que o bebé aprenda a não chorar de noite e a consolar-se de dia. Há, no entanto, alguns detalhes que convém saber. Quando um bebé se está a adaptar ao mamilo da mãe – o que pode demorar dias –, a introdução da chupeta poderá dificultar essa aprendizagem, pois para mamar na chupeta o bebé não precisa de abrir tanto a boca e, se utilizar a mesma técnica com o peito da mãe, vai extrair pouco leite, ficar com fome, causar estresse na mãe, o que leva a uma diminuição ainda maior da saída de leite e ainda causar dores e gretar o mamilo.
Por outro lado, o cheiro e a textura da borracha ou do material com que é feita a chupeta podem confundir a criança, na altura de pegar no peito. Será boa política evitar a chupeta quando o bebé está a ser amamentado.
Quanto à deformação dentária, existem chupetas ortodônticas, achatadas e que interferem menos com a dentição, tendo também a vantagem de simularem melhor o mamilo materno. Idealmente, as chupetas deveriam ter em conta o interesse e o bem-estar dos bebés e não as conveniências dos pais. Um ponto é, todavia, importante: se uma criança chora porque lhe falta alguma coisa é errado tentar adiar ou resolver o problema através da chupeta. Só servirá para fazer do bebé uma pessoa frustrada e derrotista. As chupetas destinam-se aos períodos em que o bebé tem necessidade de chuchar e não para servir como rolha para abafar o barulho do choro. Portanto, quando o bebé está bem, calmo e tranquilo, não se deve dar chupeta ou, se ele a tiver na boca, deve-se retirá-la. A chupeta deve ser o último recurso.

Nada disto é, contudo, dramático, nem se deve fazer um bicho de sete cabeças com coisas destas. Apenas se exige bom senso, instinto e não ceder demasiado a facilitismos.

15 janeiro 2014

Passeio no parque ....

Quem não gosta de brincar no parque né .... Acho que não deve ter uma criança que não se diverte ...
Então como sabemos disso de vez enquanto levamos o Gui pra passear em algum e nesse fim de semana foi a vez de irmos conhecer o Parque Villa Lobos, e foi muito bom.
O Gui adorou a área de ginástica, o parquinho estava tão entretido no passeio que nem quis saber de andar no seu patinete ...





13 janeiro 2014

Acabe com o drama na hora do banho

Olá mamães! Tudo bem?
Hoje selecionei dicas para cortar o chororô dos recém-nascidos aos mais velhos.
Chorar, quando se trata de bebês, é normal. Até porque essa é uma das poucas formas que eles têm de se comunicar com você. Alguns, porém, fazem mais drama na hora do banho do que outros. Saiba como contornar o chororô nesse momento em todas as idades.
Fraldinha milagrosa
É comum que os recém-nascidos chorem bastante nos primeiros banhos. Uma dica da época das nossas avós é colocar uma fraldinha de pano no fundo da banheira. Ao entrar na água e sentir o tecido encostando no seu corpo, diminui a sensação de que ele vai cair. O bebê se sente mais seguro e para de chorar.
Pato de borracha
Desde bebê, os brinquedinhos de banho podem ajudar a acabar com o choro. Bolinhas, bichinhos que espirram água e livros próprios para água costumam funcionar. Quando seu filho já estiver maior, peça que escolha um boneco para levar junto e incentive-o a dar banho nele também. Enquanto você lava a cabeça, a barriga, as orelhas, ele faz o mesmo no brinquedo.Enfeitar o banheiro com adesivos tb é uma ótima opção.
Na banheira terapêutica
Especialistas holandeses criaram essa forma inusitada de dar banho em bebês há 15 anos. De lá para cá, ficou mais do que comprovado que os pequenos realmente relaxam no banho de Tummy Tub. Se o seu filho chora muito na banheira, vale tentar essa alternativa. O “ofurô” precisa ser utilizado exclusivamente para essa função, ser transparente (para facilitar a visualização) e com a borda virada para fora, para não machucar a criança.
Banho de espuma
Após os 2 anos, dá para fazer uma verdadeira farra com espuma! Existem produtos específicos para os pequenos, para não arder os olhos, o que causaria ainda mais chororô. Dá para brincar de se esconder, fazer castelos, assoprar e ele nem vai lembrar que não queria entrar no banho.
“Não quero sair!”
Se essa é a frase que você mais ouve do seu filho no banho, aí o choro vem no final de tudo. Invente uma brincadeira para o “seca, seca” e conte o que vão fazer em seguida. Se já estiver na hora de dormir, peça que ele já pense em qual história gostaria de ouvir e assim vá distraindo-o. Caso ele ainda seja bebê e chore para sair do banho, pode ser frio ou vontade de ficar um pouco mais ali, naquele contato gostoso com a mãe ou o pai. O melhor a fazer é enrolar na toalha e dar um abraço bem apertado!
Fonte: Crescer


08 janeiro 2014

5 coisas que farão seu filho crescer nas férias #Crescer ...

Olá mamães, como foram de festas? Esperam que tenha sido tudo muito bom ... Aqui foi muito bom, tudo muito em família, aproveitamos bastante ...
E como o mês de janeiro é férias das crianças, trago para vocês uma reportagem que li no site da Crescer

5 coisas que farão seu filho crescer nas férias

1- Quando a criança está mais solta, tem mais liberdade para descobrir o que gosta de fazer. Constrói sua identidade.
2- Elas permitem maior aproximação dos pais. O processo escolar pode atrapalhar. A criança deixa de ser filho-aluno para ser filho-filho.
3- Os passeios culturais não se restrigem aos fins de semana. Sem contar que ele vai agregar conhecimento sem cunho pedagógico.
4- Brincar também é uma maneira de se desenvolver física e emocionalmente. A diversão está liberada!
5- Viagens, além de revelar lugares e histórias novas, aproximam as crianças de realidades diferentes, que elas não conheceriam de outra forma.

Bom espero que vocês estejam aproveitando bastante as férias ...

Beijos Mi Gobbato !!!

06 janeiro 2014

Alimentos que podem ser perigosos para os bebês


Não existe consenso em relação à contraindicação de alimentos. A própria Sociedade Brasileira de Pediatria reviu algumas recomendações recentemente, antecipando a liberação de alguns deles, como ovos e peixes, depois de analisar vários estudos e chegar à conclusão de que a demora na introdução não diminuía os riscos de alergia. Conheça alguns alimentos que merecem atenção.

1. Leite de vaca
Ele não deve ser oferecido para o bebê antes do primeiro aniversário porque é difícil ser digerido e pode causar constipação intestinal, anemia e intolerâncias alimentares.

2. Mel
Outro alimento que só deve entrar no cardápio depois de 1 ano de vida. O mel pode esconder um tipo de toxina capaz de desenvolver uma forma de botulismo em crianças de poucos meses. Nessa idade, a flora intestinal ainda está em desenvolvimento e não consegue barrar a ação dessa bactéria.

3. Ovo
Segundo as novas recomendações da Sociedade Brasileira de Pediatria, o ovo pode ser introduzido a partir do sexto mês. Antes, ele só entrava em cena no nono mês (a clara apenas depois de 15 meses). Converse com o seu pediatra para juntos combinarem como agir.

4. Frutos do mar
Eles são recomendados somente após o primeiro ano de vida por disparar reações alérgicas.

5. Morangos
É uma delícia, mas espere seu bebê completar 2 anos para apresentá-los por causa do uso excessivo de agrotóxicos nessa fruta.

6. Peixe
A Sociedade Brasileira de Pediatria também liberou o consumo de peixes a partir do sexto mês. Converse com o seu pediatra e, quando oferecer, não se esqueça de retirar toda a espinha.

7. Amendoim e nozes
Eles tradicionalmente causam muita alergia, por isso aguarde até 1 ano e meio para oferecê-los. Ou mais, caso haja o histórico familiar de problemas com algum desses alimentos.
Matéria retirada do site:Bebê.com.br escrita por:Monica Brandão


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