29 janeiro 2014

Dicas para uma lancheira saudável ...

Com as volta as aulas, nós mães ficamos pensando entre muitas coisas, o que mandar de lanche para que mesmo fora de casa eles possam continuar comendo alimentos saudáveis ... E pensando nisso o site "Comer para crescer" deu dicas para montar a uma lancheira saudável ...

SEGUNDA
1 suco de abacaxi e laranja;
1 bolinho de iogurte confeitado;
5 morangos.
1. Leve sempre os sucos naturais em uma garrafinha térmica. Ela protege o líquido da luz e da temperatura e impede que o suco fique azedo ou sem vitaminas.
2. A dica é fazer vários bolinhos no fim de semana. Depois, é só congelar e ir comendo aos poucos. Capriche nos confeitos.
3. Cada estação do ano tem frutas que dão nessa época. Prefira essas frutas, porque elas são sempre mais suculentas e saborosas. Além disso, são mais baratas.
TERÇA
1 iogurte de coco;
1 potinho com granola para misturar com o iogurte;
1 bolinho de banana caseiro;
1 kiwi descascado
1. Se você não gosta de granola, a dica é combinar o iogurte com frutas secas, frutas vermelhas ou até castanhas picadinhas. Não deixe de experimentar diferentes misturas.
2. Nem todas as frutas ficam boas quando você as leva descascadas. A maioria delas perde vitaminas e fica com um aspecto meio escuro. O kiwi, não. Apesar de perder um pouco de vitamina C até a hora do intervalo, ele tem fibras e outros nutrientes. E ainda é docinho.
QUARTA
1 suco de uva orgânico e integral;
5 biscoitos caseiros em forma de animais;
1. O que é suco orgânico? É feito com fruta que foi cultivada em solo sem agrotóxicos. Já o suco integral é feito só com a fruta, sem adicionar mais água ou conservantes, substâncias usadas para manter o sabor mesmo quando ?ele fica dentro de uma caixinha.
2. Ao contrário dos sucos de caixinha, o suco orgânico vem em uma garrafinha de vidro. Por isso, é preciso levá-lo para a escola na sua garrafa térmica.
3. Para fazer o espetinho, basta usar uma faca ou uma colher para tirar pedaços em forma de bolinha ou quadrado de frutas como melão e melancia. Depois, espete os pedaços em um canudinho de plástico (que não oferece perigo como o espeto). Complete-o com uvas ou outras frutas pequenas.
QUINTA
1 suco de laranja com cenoura;
1 lanchinho em forma de coração recheado com queijo cremoso ou ricota com espinafre;
1 pera.
1. Se você preferir, pode tentar outras combinações no lanche. Experimente queijo cremoso com geleia de framboesa ou de goiaba.
2. Uma dica é usar forminhas com desenhos diferentes para fazer arte com o seu sanduíche. Em lojas de culinária, você encontra formas de coração, menino ou menina, bichinhos, carros etc.
3. Quando as frutas estão sequinhas e com casca, economize plástico e leve-as embaladas no papel toalha. Essa dica vale para banana, maçã, laranja e tangerina. Use o potinho quando elas forem pequenas e amassarem facilmente.
SEXTA
1 espetinho de frutas.
1 suco de polpa de graviola;
4 cookies de grão de bico com gotas de chocolate feitos em casa;
1 cachinho de uva.
1. Se não der para tomar suco natural todos os dias, o suco de polpa é a melhor opção, porque ele tem muito mais nutrientes da fruta do que qualquer suco de caixinha.
2. Você pode substituir os cookies (biscoitos) por barrinhas de cereal caseiras, que são deliciosas e fáceis de fazer


Beijos Mi Gobbato!!!

25 janeiro 2014

Postura punitiva dos pais pode reforçar comportamento mentiroso

Postura punitiva dos pais pode reforçar comportamento mentiroso: Para muitos pais, a chegada dos filhos à adolescência, período dos primeiros passos independentes, faz com que o nível de preocupação aumente em relação ao que eles podem estar escondendo.


Segundo os especialistas consultados pelo Gravidez e Filhos, a maioria dos adolescentes mente para seus pais, mas isso faz parte do processo de amadurecimento e nem sempre deve ser encarado com apreensão.


Paulo Sérgio Camargo, autor de “Não Minta para Mim! – Psicologia da Mentira e Linguagem Corporal” (editora Summus), afirma que mentir faz parte do ser humano e que todas as pessoas mentem desde crianças.


“As maiores fontes de aprendizado são as pessoas próximas, como os pais e os irmãos. E os pais ensinam a mentir quando, por exemplo, mandam o filho dizer, ao telefone, que não estão ou dizem para elogiar a comida de uma tia, mesmo que ele não tenha gostado.”


Para Monica de Oliveira Genofre, psicóloga do Instituto de Terapia Familiar de São Paulo, mentir para os pais é inerente à adolescência. ”É um momento no qual o filho está se diferenciando dos pais e não quer revelar tudo. Existem os que mentem mais e os que mentem menos, sobre coisas mais sérias ou menos sérias, mas faz parte dessa fase da vida.”


Mentiras comuns


As mentiras mais comuns na adolescência estão relacionadas a questões como aonde foi, com quem e o que fez. A psicóloga Luciana Maria Caetano, especialista em desenvolvimento moral e autora do livro “O Conceito de Obediência na Relação Pais e Filhos” (editora Paulinas), diz que uma mudança importante da infância para a adolescência é o surgimento da vida social do filho fora do ambiente familiar, com novos grupos.


“Os pais não devem impedir o filho de aumentar sua vivência social, porque ela é necessária. Por outro lado têm de continuar supervisionando, pois ele ainda não tem maturidade para enfrentar tudo sozinho.”


Para Luciana, a mentira está ligada à falta de confiança. Por isso, se os pais percebem que o filho não tem contado a verdade, a primeira coisa que devem fazer é se perguntar por que isso está acontecendo.


“Não existe uma relação de confiança recíproca entre pais e filho? Quando ela foi quebrada? Por que o filho acha que não pode falar a verdade para os pais? A mentira acaba sendo consequência de uma relação errada desde a infância”, diz a psicóloga.


Luciana afirma que a mentira pode acontecer também quando a relação é muito autoritária e o filho tem medo de, ao contar a verdade, ser castigado duramente. ” Os pais devem tentar lembrar se já houve no passado uma situação semelhante na qual o filho foi honesto e contou uma verdade difícil e analisar como lidaram com isso. Devem se perguntar: eu acolhi, ouvi ou puni severamente?”, fala a especialista.


Segundo Luciana, se o jovem contar que fez algo errado em vez de mentir e não for reconhecido pela coragem de assumir o erro, vai ser muito difícil que se sinta confiante para revelar uma situação que acontecer depois.


João Ilo Coelho Barbosa, psicólogo da ABPMC (Associação Brasileira de Psicologia e Medicina Comportamental), concorda que uma criação muito rígida pode levar os filhos a mentir mais. “A mentira é uma tentativa de evitar punição. Se o ambiente for muito punitivo, maior a chance de a pessoa estar escapando dessas punições mentindo”, diz o especialista.


A falta de diálogo dentro de casa é outro fator que favorece o surgimento de mentiras, criando uma rotina na qual os filhos mentem e os pais fingem que acreditam. ”É uma relação confortável para ambos, porque assim pai e mãe não têm de resolver a questão do amigo indesejado ou ter uma conversa sobre sexo que pode ser constrangedora”, afirma a psicóloga Luciana.



O modelo dado pelos pais também é importante na formação do adolescente. “Se esse jovem cresceu com pais que mentiam muito, inclusive para ele, aprendeu essa forma de conviver com o outro, esse jeito de resolver conflitos pelo atalho”, declara a especialista.


Afeto e diálogo


Mesmo que os pais desconfiem que o filho esteja escondendo algo, nunca devem invadir a privacidade do adolescente atrás de provas, revistando mochilas, computador pessoal ou agenda de telefone celular, porque, ao fazerem isso, estarão quebrando ainda mais a confiança do adolescente.


Para Luciana Caetano, os adultos devem insistir em perguntar aonde o filho vai, conhecer seus amigos e ligar para seu celular para supervisionar o que ele está fazendo, mesmo que isso lhe dê fama de “chato”. E deixar claro que estarão sempre ao seu lado e que, por isso, ele pode recorrer a eles com a verdade.


“Os pais devem sempre dizer aconteça o que acontecer, faça a burrada que fizer, me conte a verdade e eu vou ficar do seu lado e ver o que posso fazer para te ajudar’”, fala a psicóloga. “Os pais que querem vigiar para pegar no flagra e punir cometem um engano grande. Ninguém consegue vigiar um adolescente por 24 horas.”


Ao descobrir uma mentira, deve-se chamar o filho para uma conversa, mas nada de sermão. “O adolescente está mentindo porque a situação mostra para ele que, se não mentir, vai sofrer, então uma punição severa pode ser a pior coisa nesse momento, porque isso vai incentivá-lo a mentir melhor da próxima vez”, diz João Ilo.


Luciana aconselha os pais a fazer perguntas ao filho, questionando o que ele está sentindo e vivendo e o que o levou a achar que precisava mentir. “A conversa com o adolescente não é igual a com uma criança, para a qual se fala ‘você não vai mais fazer isso’ e pronto. Com o jovem, as regras são negociáveis e quanto mais ele for envolvido no diálogo, melhor.”



Para Monica, expor nessa conversa afeto e preocupação também é importante para que o adolescente fique mais seguro para se abrir. Quando se tratar de mentiras mais sérias, é necessário também que o jovem se responsabilize pelo que fez. “Os pais devem fazer os filhos criarem a consciência de que as consequências de seus atos vão recair sobre eles mesmos, que, se usar drogas ou provocar uma gravidez indesejada, quem vai arcar com o resultado é ele”, diz Luciana. E, caso a mentira tenha envolvido ou prejudicado outra pessoa fora da família, ele deve fazer as reparações necessárias contando a verdade e pedindo desculpas.


Já quando se tratar de uma mentira leve, típica da idade, a atitude mais sensata dos adultos pode ser deixar passar sem pressão, de acordo com Monica. “Os pais podem saber que o filho está mentindo, mas não quer dizer que eles têm de ir atrás da verdade. Tem um momento em que as pessoas precisam de privacidade, de se opor e se diferenciar. Claro que é importante estar atento, mas nem sempre para reprimir.”


“Algo como experimentar um cigarro. Faz parte, é uma época de experimentação, e nem sempre o jovem vai contar para os pais.” Segundo a psicóloga, pais atentos vão perceber se a mentira está envolvendo questões mais sérias porque ela será acompanhada de mudanças de comportamento, como se fechar no quarto, ficar mais introspectivo ou agressivo, afastando-se da família.


Definição de valores

Um adolescente que mente muito nessa fase corre o risco de se tornar um indivíduo que busca sempre a saída pela mentira. ”A adolescência é a fase da construção de personalidade e de uma hierarquia de valores, o sujeito define quais valores vai levar para a vida adulta”, afirma Luciana. “Se aprendeu a resolver conflitos por meio da mentira, pode crescer com esse valor. Essa ideia de que algumas coisas são resolvidas com maior facilidade se eu mentir, por isso a intervenção dos pais na adolescência é importante.”

Fonte: UOL MULHER


20 janeiro 2014

Dedos e Chupetas

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Muitos dos bebés chuchadores são calmos, bem adaptados, tranquilos e simpáticos, sem sinais ou sintomas de estresse mal gerido.

A esmagadora maioria dos bebés tem uma predileção especial por chuchar, em alguns casos uma verdadeira obsessão. Estabelece-se com o dedo polegar (menos com os outros) ou com a chupeta um autêntico caso amoroso. O chuchar enquadra-se nas atividades de autocontrole e de gestão do estresse. Todavia, chuchar na chupeta ou no dedo parece ser um problema maior para os adultos do que para as próprias crianças. Muitos pais interpretam estes sinais de uma forma demasiado rígida, como se pelo facto de chuchar no dedo ou na chupeta o bebé estivesse zangado, triste ou lhe faltasse alguma coisa. Errado. 

Muitos dos bebés «chuchadores» são calmos, bem adaptados ao ambiente, tranquilos e simpáticos, sem quaisquer sinais ou sintomas de stresse mal gerido. Outro receio dos pais está relacionado com os problemas dentários que podem surgir e é aqui que recorrem a medidas dissuasoras, como produtos de sabor amargo, luvas ou outras formas de restringir à criança o acesso, por exemplo, do dedo à boca. Como a prática se encarrega de demonstrar, estas medidas em pouco ou nada resultam. Até aos dois anos de idade, são raros os casos em que o dedo ou a chupeta interferem com o desenvolvimento dos dentes. Contudo, a partir desta idade chuchar no dedo pode, de facto, levar os incisivos superiores a ficarem mais salientes.

Há várias maneiras de tentar enganar a criança. Durante o dia, por exemplo, mantendo as mãos ocupadas, com jogos e bonecos, de modo a que se distraia sem necessitar do seu companheiro. Pelo contrário, as constantes chamadas de atenção só servem para centrar a criança no problema. Quanto ao chuchar à noite, uma estratégia pode ser tentar substituir pelo abraço a um boneco ou à almofada, retirando a vontade de chuchar (embora seja apenas passar de um vício para outro...). Muitos psicanalistas dizem que, durante o sono, regressamos às atividades mais primárias e ao útero materno. Por outro lado, os estudos mostram que os bebés alimentados ao peito, que mamam à vontade durante a noite ou os que não começam a comer outros alimentos para além do leite antes de chegar a altura certa, têm menos tendência para chuchar no dedo ou na chupeta.

Chupeta
Algumas crianças são imediatamente confrontadas com a chupeta, mal acabam de nascer... ou quase. Muitos pais, quando o bebé nasce, estão já equipados com este objecto porque preferem que o bebé aprenda a não chorar de noite e a consolar-se de dia. Há, no entanto, alguns detalhes que convém saber. Quando um bebé se está a adaptar ao mamilo da mãe – o que pode demorar dias –, a introdução da chupeta poderá dificultar essa aprendizagem, pois para mamar na chupeta o bebé não precisa de abrir tanto a boca e, se utilizar a mesma técnica com o peito da mãe, vai extrair pouco leite, ficar com fome, causar estresse na mãe, o que leva a uma diminuição ainda maior da saída de leite e ainda causar dores e gretar o mamilo.
Por outro lado, o cheiro e a textura da borracha ou do material com que é feita a chupeta podem confundir a criança, na altura de pegar no peito. Será boa política evitar a chupeta quando o bebé está a ser amamentado.
Quanto à deformação dentária, existem chupetas ortodônticas, achatadas e que interferem menos com a dentição, tendo também a vantagem de simularem melhor o mamilo materno. Idealmente, as chupetas deveriam ter em conta o interesse e o bem-estar dos bebés e não as conveniências dos pais. Um ponto é, todavia, importante: se uma criança chora porque lhe falta alguma coisa é errado tentar adiar ou resolver o problema através da chupeta. Só servirá para fazer do bebé uma pessoa frustrada e derrotista. As chupetas destinam-se aos períodos em que o bebé tem necessidade de chuchar e não para servir como rolha para abafar o barulho do choro. Portanto, quando o bebé está bem, calmo e tranquilo, não se deve dar chupeta ou, se ele a tiver na boca, deve-se retirá-la. A chupeta deve ser o último recurso.

Nada disto é, contudo, dramático, nem se deve fazer um bicho de sete cabeças com coisas destas. Apenas se exige bom senso, instinto e não ceder demasiado a facilitismos.

15 janeiro 2014

Passeio no parque ....

Quem não gosta de brincar no parque né .... Acho que não deve ter uma criança que não se diverte ...
Então como sabemos disso de vez enquanto levamos o Gui pra passear em algum e nesse fim de semana foi a vez de irmos conhecer o Parque Villa Lobos, e foi muito bom.
O Gui adorou a área de ginástica, o parquinho estava tão entretido no passeio que nem quis saber de andar no seu patinete ...





13 janeiro 2014

Acabe com o drama na hora do banho

Olá mamães! Tudo bem?
Hoje selecionei dicas para cortar o chororô dos recém-nascidos aos mais velhos.
Chorar, quando se trata de bebês, é normal. Até porque essa é uma das poucas formas que eles têm de se comunicar com você. Alguns, porém, fazem mais drama na hora do banho do que outros. Saiba como contornar o chororô nesse momento em todas as idades.
Fraldinha milagrosa
É comum que os recém-nascidos chorem bastante nos primeiros banhos. Uma dica da época das nossas avós é colocar uma fraldinha de pano no fundo da banheira. Ao entrar na água e sentir o tecido encostando no seu corpo, diminui a sensação de que ele vai cair. O bebê se sente mais seguro e para de chorar.
Pato de borracha
Desde bebê, os brinquedinhos de banho podem ajudar a acabar com o choro. Bolinhas, bichinhos que espirram água e livros próprios para água costumam funcionar. Quando seu filho já estiver maior, peça que escolha um boneco para levar junto e incentive-o a dar banho nele também. Enquanto você lava a cabeça, a barriga, as orelhas, ele faz o mesmo no brinquedo.Enfeitar o banheiro com adesivos tb é uma ótima opção.
Na banheira terapêutica
Especialistas holandeses criaram essa forma inusitada de dar banho em bebês há 15 anos. De lá para cá, ficou mais do que comprovado que os pequenos realmente relaxam no banho de Tummy Tub. Se o seu filho chora muito na banheira, vale tentar essa alternativa. O “ofurô” precisa ser utilizado exclusivamente para essa função, ser transparente (para facilitar a visualização) e com a borda virada para fora, para não machucar a criança.
Banho de espuma
Após os 2 anos, dá para fazer uma verdadeira farra com espuma! Existem produtos específicos para os pequenos, para não arder os olhos, o que causaria ainda mais chororô. Dá para brincar de se esconder, fazer castelos, assoprar e ele nem vai lembrar que não queria entrar no banho.
“Não quero sair!”
Se essa é a frase que você mais ouve do seu filho no banho, aí o choro vem no final de tudo. Invente uma brincadeira para o “seca, seca” e conte o que vão fazer em seguida. Se já estiver na hora de dormir, peça que ele já pense em qual história gostaria de ouvir e assim vá distraindo-o. Caso ele ainda seja bebê e chore para sair do banho, pode ser frio ou vontade de ficar um pouco mais ali, naquele contato gostoso com a mãe ou o pai. O melhor a fazer é enrolar na toalha e dar um abraço bem apertado!
Fonte: Crescer


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