12 fevereiro 2014

8 dicas para proteger as crianças nesse calor !!!

Com esses dias de calor que anda fazendo, nada melhor do que ficar atento (mais né) com os cuidados, ainda mais com as crianças ..

Então segue 8 dicas para proteger as crianças (Fonte: Crescer)

  • Passeios no fim da tarde
    Sol e céu azul são sempre um convite para sair de casa com as crianças, não? Mas, em dias muito quentes, isso nem sempre é uma boa ideia. O calor intenso pode provocar mal-estar e insolação. Por isso, o ideal é evitar os passeios e atividades físicas nos horários de sol forte - das 10h às 16h - e abusar do protetor solar, com fator de proteção 30 nos bebês com mais de seis meses. Lembre-se também de repassar o produto a cada mergulho no mar ou na piscina. E não se esqueça do boné ou de um chapéu. Óculos de sol de boa qualidade também são bem-vindos!
  • Muita água
    O calor aumenta a temperatura corporal das crianças, fazendo-as suar e perder líquido. Por isso, em dias quentes, incentive ainda mais o consumo de água. O ideal é que, a partir dos 2 anos, seu filho beba 1 litro e meio por dia para não correr o risco de desidratar. A água do filtro está quente?
    Você pode fazer uma mistura com a gelada, para servi-la fresquinha. Sucos de frutas, como de melancia, e água de coco também podem entrar na conta.


  • Ar condicionado e ventilador
    Ar condicionado e ventiladores são essenciais para refrescar os ambientes nos dias de calor, mas é preciso tomar alguns cuidados. O ventilador está liberado, desde que não fique em cima da criança e esteja em boas condições de uso. Vale direcioná-lo para o lado oposto do seu filho. Já o ar condicionado precisa estar com o filtro limpo e manter a temperatura em torno de 24 graus. Um ambiente muito frio deixa a mucosa da garganta mais sensível às bactérias, facilitando o aparecimento de infecções, como dor de garganta, por exemplo. Como ele resseca o ar, você pode colocar um balde de água (longe do alcance da criança) no quarto ou uma toalha molhada na cabeceira da cama.
    Outra dica contra o tempo seco é colocar soluções fisiológicas no nariz da criança e fazer inalações somente com soro (mas converse antes com o pediatra do seu filho). Se a irritação for nos olhos, vale pingar algumas gotas de soro e fazer uma limpeza para umidificar o local.
  • Alimentos leves
    O calor diminui o apetite. Por isso, o ideal é oferecer alimentos leves, com fácil digestão às crianças. Frutas ricas em líquidos, como melão e melancia, devem fazer parte do cardápio. Laranjas e outras que têm vitamina C são aliadas para reduzir as crises de rinite, mais frequentes com a baixa umidade. Já alimentos embutidos, industrializados e frituras devem ficar longe do cardápio. Além de não serem saudáveis, exigem um tempo maior de digestão e podem deixar as crianças desanimadas. Abuse dos legumes e verduras no preparo da comida das crianças. Se o bebê mama apenas no peito, convém oferecê-lo mais vezes.
  • Cabelos secos
    Apesar de refrescar, nem pense em deixar seu filho dormir com os cabelos molhados. Os fios úmidos facilitam o surgimento de fungos e bactérias e provocam coceira. Quando a criança coça, sem querer, pode se machucar, provocando feridas e machucados. Use o secador em uma temperatura mais amena.
  • Pele fresquinha
    Por causa das altas temperaturas, é normal que a criança sue mais e, por isso, apareçam assaduras ou brotoejas, principalmente nas dobrinhas do braço, perna e virilha. A brotoeja (bolinhas de água) surge quando o suor entope os poros da pele, por isso, é importante deixar a pele fresca e seca, com uma roupa adequada ao clima. Na hora do banho, nada de água quente demais.
  • Roupa ideal
    Alergias também são comuns no calor, principalmente quando a roupa que a criança está usando favorece o aparecimento delas. Em dias quentes, prefira aquelas algodão e linho, em vez das fibras artificiais, que esquentam e incomodam muito mais.
  • Noite agradável
    Deixar o seu filho dormir sem camiseta, apenas de fralda, cueca ou calcinha, não é aconselhável. Isso porque, durante a noite, a temperatura corporal diminui e sentimos mais frio. Você não precisa, claro, cobrir nem colocar meia, mas uma camiseta leve e fralda é essencial. Para ajudar, prefira os lençóis de algodão àqueles sintéticos, porque esquentam menos, e não deixe o quarto totalmente fechado. Uma brecha na janela já é o suficiente para fazer o ar circular.
E ai e vocês quais os cuidados estão tomando?

Beijos Mi Gobbato!!!

10 fevereiro 2014

Trocando experiências.

Mamães corujas com muito orgulho! Se você é mamãe, papai, tentante, gestante ou mamãe de coração, venha nos contar a sua história.
Esse cantinho vai ser destinado a pessoas que queiram compartilhar as suas experiências sejam elas boas ou não tão boas.
Para quem se interessar mande a sua história para o e-mail valeria_r_sandry@hotmail.com
Ficarei super feliz em conhecer a sua história.
Beijinhos

29 janeiro 2014

Dicas para uma lancheira saudável ...

Com as volta as aulas, nós mães ficamos pensando entre muitas coisas, o que mandar de lanche para que mesmo fora de casa eles possam continuar comendo alimentos saudáveis ... E pensando nisso o site "Comer para crescer" deu dicas para montar a uma lancheira saudável ...

SEGUNDA
1 suco de abacaxi e laranja;
1 bolinho de iogurte confeitado;
5 morangos.
1. Leve sempre os sucos naturais em uma garrafinha térmica. Ela protege o líquido da luz e da temperatura e impede que o suco fique azedo ou sem vitaminas.
2. A dica é fazer vários bolinhos no fim de semana. Depois, é só congelar e ir comendo aos poucos. Capriche nos confeitos.
3. Cada estação do ano tem frutas que dão nessa época. Prefira essas frutas, porque elas são sempre mais suculentas e saborosas. Além disso, são mais baratas.
TERÇA
1 iogurte de coco;
1 potinho com granola para misturar com o iogurte;
1 bolinho de banana caseiro;
1 kiwi descascado
1. Se você não gosta de granola, a dica é combinar o iogurte com frutas secas, frutas vermelhas ou até castanhas picadinhas. Não deixe de experimentar diferentes misturas.
2. Nem todas as frutas ficam boas quando você as leva descascadas. A maioria delas perde vitaminas e fica com um aspecto meio escuro. O kiwi, não. Apesar de perder um pouco de vitamina C até a hora do intervalo, ele tem fibras e outros nutrientes. E ainda é docinho.
QUARTA
1 suco de uva orgânico e integral;
5 biscoitos caseiros em forma de animais;
1. O que é suco orgânico? É feito com fruta que foi cultivada em solo sem agrotóxicos. Já o suco integral é feito só com a fruta, sem adicionar mais água ou conservantes, substâncias usadas para manter o sabor mesmo quando ?ele fica dentro de uma caixinha.
2. Ao contrário dos sucos de caixinha, o suco orgânico vem em uma garrafinha de vidro. Por isso, é preciso levá-lo para a escola na sua garrafa térmica.
3. Para fazer o espetinho, basta usar uma faca ou uma colher para tirar pedaços em forma de bolinha ou quadrado de frutas como melão e melancia. Depois, espete os pedaços em um canudinho de plástico (que não oferece perigo como o espeto). Complete-o com uvas ou outras frutas pequenas.
QUINTA
1 suco de laranja com cenoura;
1 lanchinho em forma de coração recheado com queijo cremoso ou ricota com espinafre;
1 pera.
1. Se você preferir, pode tentar outras combinações no lanche. Experimente queijo cremoso com geleia de framboesa ou de goiaba.
2. Uma dica é usar forminhas com desenhos diferentes para fazer arte com o seu sanduíche. Em lojas de culinária, você encontra formas de coração, menino ou menina, bichinhos, carros etc.
3. Quando as frutas estão sequinhas e com casca, economize plástico e leve-as embaladas no papel toalha. Essa dica vale para banana, maçã, laranja e tangerina. Use o potinho quando elas forem pequenas e amassarem facilmente.
SEXTA
1 espetinho de frutas.
1 suco de polpa de graviola;
4 cookies de grão de bico com gotas de chocolate feitos em casa;
1 cachinho de uva.
1. Se não der para tomar suco natural todos os dias, o suco de polpa é a melhor opção, porque ele tem muito mais nutrientes da fruta do que qualquer suco de caixinha.
2. Você pode substituir os cookies (biscoitos) por barrinhas de cereal caseiras, que são deliciosas e fáceis de fazer


Beijos Mi Gobbato!!!

25 janeiro 2014

Postura punitiva dos pais pode reforçar comportamento mentiroso

Postura punitiva dos pais pode reforçar comportamento mentiroso: Para muitos pais, a chegada dos filhos à adolescência, período dos primeiros passos independentes, faz com que o nível de preocupação aumente em relação ao que eles podem estar escondendo.


Segundo os especialistas consultados pelo Gravidez e Filhos, a maioria dos adolescentes mente para seus pais, mas isso faz parte do processo de amadurecimento e nem sempre deve ser encarado com apreensão.


Paulo Sérgio Camargo, autor de “Não Minta para Mim! – Psicologia da Mentira e Linguagem Corporal” (editora Summus), afirma que mentir faz parte do ser humano e que todas as pessoas mentem desde crianças.


“As maiores fontes de aprendizado são as pessoas próximas, como os pais e os irmãos. E os pais ensinam a mentir quando, por exemplo, mandam o filho dizer, ao telefone, que não estão ou dizem para elogiar a comida de uma tia, mesmo que ele não tenha gostado.”


Para Monica de Oliveira Genofre, psicóloga do Instituto de Terapia Familiar de São Paulo, mentir para os pais é inerente à adolescência. ”É um momento no qual o filho está se diferenciando dos pais e não quer revelar tudo. Existem os que mentem mais e os que mentem menos, sobre coisas mais sérias ou menos sérias, mas faz parte dessa fase da vida.”


Mentiras comuns


As mentiras mais comuns na adolescência estão relacionadas a questões como aonde foi, com quem e o que fez. A psicóloga Luciana Maria Caetano, especialista em desenvolvimento moral e autora do livro “O Conceito de Obediência na Relação Pais e Filhos” (editora Paulinas), diz que uma mudança importante da infância para a adolescência é o surgimento da vida social do filho fora do ambiente familiar, com novos grupos.


“Os pais não devem impedir o filho de aumentar sua vivência social, porque ela é necessária. Por outro lado têm de continuar supervisionando, pois ele ainda não tem maturidade para enfrentar tudo sozinho.”


Para Luciana, a mentira está ligada à falta de confiança. Por isso, se os pais percebem que o filho não tem contado a verdade, a primeira coisa que devem fazer é se perguntar por que isso está acontecendo.


“Não existe uma relação de confiança recíproca entre pais e filho? Quando ela foi quebrada? Por que o filho acha que não pode falar a verdade para os pais? A mentira acaba sendo consequência de uma relação errada desde a infância”, diz a psicóloga.


Luciana afirma que a mentira pode acontecer também quando a relação é muito autoritária e o filho tem medo de, ao contar a verdade, ser castigado duramente. ” Os pais devem tentar lembrar se já houve no passado uma situação semelhante na qual o filho foi honesto e contou uma verdade difícil e analisar como lidaram com isso. Devem se perguntar: eu acolhi, ouvi ou puni severamente?”, fala a especialista.


Segundo Luciana, se o jovem contar que fez algo errado em vez de mentir e não for reconhecido pela coragem de assumir o erro, vai ser muito difícil que se sinta confiante para revelar uma situação que acontecer depois.


João Ilo Coelho Barbosa, psicólogo da ABPMC (Associação Brasileira de Psicologia e Medicina Comportamental), concorda que uma criação muito rígida pode levar os filhos a mentir mais. “A mentira é uma tentativa de evitar punição. Se o ambiente for muito punitivo, maior a chance de a pessoa estar escapando dessas punições mentindo”, diz o especialista.


A falta de diálogo dentro de casa é outro fator que favorece o surgimento de mentiras, criando uma rotina na qual os filhos mentem e os pais fingem que acreditam. ”É uma relação confortável para ambos, porque assim pai e mãe não têm de resolver a questão do amigo indesejado ou ter uma conversa sobre sexo que pode ser constrangedora”, afirma a psicóloga Luciana.



O modelo dado pelos pais também é importante na formação do adolescente. “Se esse jovem cresceu com pais que mentiam muito, inclusive para ele, aprendeu essa forma de conviver com o outro, esse jeito de resolver conflitos pelo atalho”, declara a especialista.


Afeto e diálogo


Mesmo que os pais desconfiem que o filho esteja escondendo algo, nunca devem invadir a privacidade do adolescente atrás de provas, revistando mochilas, computador pessoal ou agenda de telefone celular, porque, ao fazerem isso, estarão quebrando ainda mais a confiança do adolescente.


Para Luciana Caetano, os adultos devem insistir em perguntar aonde o filho vai, conhecer seus amigos e ligar para seu celular para supervisionar o que ele está fazendo, mesmo que isso lhe dê fama de “chato”. E deixar claro que estarão sempre ao seu lado e que, por isso, ele pode recorrer a eles com a verdade.


“Os pais devem sempre dizer aconteça o que acontecer, faça a burrada que fizer, me conte a verdade e eu vou ficar do seu lado e ver o que posso fazer para te ajudar’”, fala a psicóloga. “Os pais que querem vigiar para pegar no flagra e punir cometem um engano grande. Ninguém consegue vigiar um adolescente por 24 horas.”


Ao descobrir uma mentira, deve-se chamar o filho para uma conversa, mas nada de sermão. “O adolescente está mentindo porque a situação mostra para ele que, se não mentir, vai sofrer, então uma punição severa pode ser a pior coisa nesse momento, porque isso vai incentivá-lo a mentir melhor da próxima vez”, diz João Ilo.


Luciana aconselha os pais a fazer perguntas ao filho, questionando o que ele está sentindo e vivendo e o que o levou a achar que precisava mentir. “A conversa com o adolescente não é igual a com uma criança, para a qual se fala ‘você não vai mais fazer isso’ e pronto. Com o jovem, as regras são negociáveis e quanto mais ele for envolvido no diálogo, melhor.”



Para Monica, expor nessa conversa afeto e preocupação também é importante para que o adolescente fique mais seguro para se abrir. Quando se tratar de mentiras mais sérias, é necessário também que o jovem se responsabilize pelo que fez. “Os pais devem fazer os filhos criarem a consciência de que as consequências de seus atos vão recair sobre eles mesmos, que, se usar drogas ou provocar uma gravidez indesejada, quem vai arcar com o resultado é ele”, diz Luciana. E, caso a mentira tenha envolvido ou prejudicado outra pessoa fora da família, ele deve fazer as reparações necessárias contando a verdade e pedindo desculpas.


Já quando se tratar de uma mentira leve, típica da idade, a atitude mais sensata dos adultos pode ser deixar passar sem pressão, de acordo com Monica. “Os pais podem saber que o filho está mentindo, mas não quer dizer que eles têm de ir atrás da verdade. Tem um momento em que as pessoas precisam de privacidade, de se opor e se diferenciar. Claro que é importante estar atento, mas nem sempre para reprimir.”


“Algo como experimentar um cigarro. Faz parte, é uma época de experimentação, e nem sempre o jovem vai contar para os pais.” Segundo a psicóloga, pais atentos vão perceber se a mentira está envolvendo questões mais sérias porque ela será acompanhada de mudanças de comportamento, como se fechar no quarto, ficar mais introspectivo ou agressivo, afastando-se da família.


Definição de valores

Um adolescente que mente muito nessa fase corre o risco de se tornar um indivíduo que busca sempre a saída pela mentira. ”A adolescência é a fase da construção de personalidade e de uma hierarquia de valores, o sujeito define quais valores vai levar para a vida adulta”, afirma Luciana. “Se aprendeu a resolver conflitos por meio da mentira, pode crescer com esse valor. Essa ideia de que algumas coisas são resolvidas com maior facilidade se eu mentir, por isso a intervenção dos pais na adolescência é importante.”

Fonte: UOL MULHER


20 janeiro 2014

Dedos e Chupetas

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Muitos dos bebés chuchadores são calmos, bem adaptados, tranquilos e simpáticos, sem sinais ou sintomas de estresse mal gerido.

A esmagadora maioria dos bebés tem uma predileção especial por chuchar, em alguns casos uma verdadeira obsessão. Estabelece-se com o dedo polegar (menos com os outros) ou com a chupeta um autêntico caso amoroso. O chuchar enquadra-se nas atividades de autocontrole e de gestão do estresse. Todavia, chuchar na chupeta ou no dedo parece ser um problema maior para os adultos do que para as próprias crianças. Muitos pais interpretam estes sinais de uma forma demasiado rígida, como se pelo facto de chuchar no dedo ou na chupeta o bebé estivesse zangado, triste ou lhe faltasse alguma coisa. Errado. 

Muitos dos bebés «chuchadores» são calmos, bem adaptados ao ambiente, tranquilos e simpáticos, sem quaisquer sinais ou sintomas de stresse mal gerido. Outro receio dos pais está relacionado com os problemas dentários que podem surgir e é aqui que recorrem a medidas dissuasoras, como produtos de sabor amargo, luvas ou outras formas de restringir à criança o acesso, por exemplo, do dedo à boca. Como a prática se encarrega de demonstrar, estas medidas em pouco ou nada resultam. Até aos dois anos de idade, são raros os casos em que o dedo ou a chupeta interferem com o desenvolvimento dos dentes. Contudo, a partir desta idade chuchar no dedo pode, de facto, levar os incisivos superiores a ficarem mais salientes.

Há várias maneiras de tentar enganar a criança. Durante o dia, por exemplo, mantendo as mãos ocupadas, com jogos e bonecos, de modo a que se distraia sem necessitar do seu companheiro. Pelo contrário, as constantes chamadas de atenção só servem para centrar a criança no problema. Quanto ao chuchar à noite, uma estratégia pode ser tentar substituir pelo abraço a um boneco ou à almofada, retirando a vontade de chuchar (embora seja apenas passar de um vício para outro...). Muitos psicanalistas dizem que, durante o sono, regressamos às atividades mais primárias e ao útero materno. Por outro lado, os estudos mostram que os bebés alimentados ao peito, que mamam à vontade durante a noite ou os que não começam a comer outros alimentos para além do leite antes de chegar a altura certa, têm menos tendência para chuchar no dedo ou na chupeta.

Chupeta
Algumas crianças são imediatamente confrontadas com a chupeta, mal acabam de nascer... ou quase. Muitos pais, quando o bebé nasce, estão já equipados com este objecto porque preferem que o bebé aprenda a não chorar de noite e a consolar-se de dia. Há, no entanto, alguns detalhes que convém saber. Quando um bebé se está a adaptar ao mamilo da mãe – o que pode demorar dias –, a introdução da chupeta poderá dificultar essa aprendizagem, pois para mamar na chupeta o bebé não precisa de abrir tanto a boca e, se utilizar a mesma técnica com o peito da mãe, vai extrair pouco leite, ficar com fome, causar estresse na mãe, o que leva a uma diminuição ainda maior da saída de leite e ainda causar dores e gretar o mamilo.
Por outro lado, o cheiro e a textura da borracha ou do material com que é feita a chupeta podem confundir a criança, na altura de pegar no peito. Será boa política evitar a chupeta quando o bebé está a ser amamentado.
Quanto à deformação dentária, existem chupetas ortodônticas, achatadas e que interferem menos com a dentição, tendo também a vantagem de simularem melhor o mamilo materno. Idealmente, as chupetas deveriam ter em conta o interesse e o bem-estar dos bebés e não as conveniências dos pais. Um ponto é, todavia, importante: se uma criança chora porque lhe falta alguma coisa é errado tentar adiar ou resolver o problema através da chupeta. Só servirá para fazer do bebé uma pessoa frustrada e derrotista. As chupetas destinam-se aos períodos em que o bebé tem necessidade de chuchar e não para servir como rolha para abafar o barulho do choro. Portanto, quando o bebé está bem, calmo e tranquilo, não se deve dar chupeta ou, se ele a tiver na boca, deve-se retirá-la. A chupeta deve ser o último recurso.

Nada disto é, contudo, dramático, nem se deve fazer um bicho de sete cabeças com coisas destas. Apenas se exige bom senso, instinto e não ceder demasiado a facilitismos.

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