20 janeiro 2014

Dedos e Chupetas

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Muitos dos bebés chuchadores são calmos, bem adaptados, tranquilos e simpáticos, sem sinais ou sintomas de estresse mal gerido.

A esmagadora maioria dos bebés tem uma predileção especial por chuchar, em alguns casos uma verdadeira obsessão. Estabelece-se com o dedo polegar (menos com os outros) ou com a chupeta um autêntico caso amoroso. O chuchar enquadra-se nas atividades de autocontrole e de gestão do estresse. Todavia, chuchar na chupeta ou no dedo parece ser um problema maior para os adultos do que para as próprias crianças. Muitos pais interpretam estes sinais de uma forma demasiado rígida, como se pelo facto de chuchar no dedo ou na chupeta o bebé estivesse zangado, triste ou lhe faltasse alguma coisa. Errado. 

Muitos dos bebés «chuchadores» são calmos, bem adaptados ao ambiente, tranquilos e simpáticos, sem quaisquer sinais ou sintomas de stresse mal gerido. Outro receio dos pais está relacionado com os problemas dentários que podem surgir e é aqui que recorrem a medidas dissuasoras, como produtos de sabor amargo, luvas ou outras formas de restringir à criança o acesso, por exemplo, do dedo à boca. Como a prática se encarrega de demonstrar, estas medidas em pouco ou nada resultam. Até aos dois anos de idade, são raros os casos em que o dedo ou a chupeta interferem com o desenvolvimento dos dentes. Contudo, a partir desta idade chuchar no dedo pode, de facto, levar os incisivos superiores a ficarem mais salientes.

Há várias maneiras de tentar enganar a criança. Durante o dia, por exemplo, mantendo as mãos ocupadas, com jogos e bonecos, de modo a que se distraia sem necessitar do seu companheiro. Pelo contrário, as constantes chamadas de atenção só servem para centrar a criança no problema. Quanto ao chuchar à noite, uma estratégia pode ser tentar substituir pelo abraço a um boneco ou à almofada, retirando a vontade de chuchar (embora seja apenas passar de um vício para outro...). Muitos psicanalistas dizem que, durante o sono, regressamos às atividades mais primárias e ao útero materno. Por outro lado, os estudos mostram que os bebés alimentados ao peito, que mamam à vontade durante a noite ou os que não começam a comer outros alimentos para além do leite antes de chegar a altura certa, têm menos tendência para chuchar no dedo ou na chupeta.

Chupeta
Algumas crianças são imediatamente confrontadas com a chupeta, mal acabam de nascer... ou quase. Muitos pais, quando o bebé nasce, estão já equipados com este objecto porque preferem que o bebé aprenda a não chorar de noite e a consolar-se de dia. Há, no entanto, alguns detalhes que convém saber. Quando um bebé se está a adaptar ao mamilo da mãe – o que pode demorar dias –, a introdução da chupeta poderá dificultar essa aprendizagem, pois para mamar na chupeta o bebé não precisa de abrir tanto a boca e, se utilizar a mesma técnica com o peito da mãe, vai extrair pouco leite, ficar com fome, causar estresse na mãe, o que leva a uma diminuição ainda maior da saída de leite e ainda causar dores e gretar o mamilo.
Por outro lado, o cheiro e a textura da borracha ou do material com que é feita a chupeta podem confundir a criança, na altura de pegar no peito. Será boa política evitar a chupeta quando o bebé está a ser amamentado.
Quanto à deformação dentária, existem chupetas ortodônticas, achatadas e que interferem menos com a dentição, tendo também a vantagem de simularem melhor o mamilo materno. Idealmente, as chupetas deveriam ter em conta o interesse e o bem-estar dos bebés e não as conveniências dos pais. Um ponto é, todavia, importante: se uma criança chora porque lhe falta alguma coisa é errado tentar adiar ou resolver o problema através da chupeta. Só servirá para fazer do bebé uma pessoa frustrada e derrotista. As chupetas destinam-se aos períodos em que o bebé tem necessidade de chuchar e não para servir como rolha para abafar o barulho do choro. Portanto, quando o bebé está bem, calmo e tranquilo, não se deve dar chupeta ou, se ele a tiver na boca, deve-se retirá-la. A chupeta deve ser o último recurso.

Nada disto é, contudo, dramático, nem se deve fazer um bicho de sete cabeças com coisas destas. Apenas se exige bom senso, instinto e não ceder demasiado a facilitismos.

15 janeiro 2014

Passeio no parque ....

Quem não gosta de brincar no parque né .... Acho que não deve ter uma criança que não se diverte ...
Então como sabemos disso de vez enquanto levamos o Gui pra passear em algum e nesse fim de semana foi a vez de irmos conhecer o Parque Villa Lobos, e foi muito bom.
O Gui adorou a área de ginástica, o parquinho estava tão entretido no passeio que nem quis saber de andar no seu patinete ...





13 janeiro 2014

Acabe com o drama na hora do banho

Olá mamães! Tudo bem?
Hoje selecionei dicas para cortar o chororô dos recém-nascidos aos mais velhos.
Chorar, quando se trata de bebês, é normal. Até porque essa é uma das poucas formas que eles têm de se comunicar com você. Alguns, porém, fazem mais drama na hora do banho do que outros. Saiba como contornar o chororô nesse momento em todas as idades.
Fraldinha milagrosa
É comum que os recém-nascidos chorem bastante nos primeiros banhos. Uma dica da época das nossas avós é colocar uma fraldinha de pano no fundo da banheira. Ao entrar na água e sentir o tecido encostando no seu corpo, diminui a sensação de que ele vai cair. O bebê se sente mais seguro e para de chorar.
Pato de borracha
Desde bebê, os brinquedinhos de banho podem ajudar a acabar com o choro. Bolinhas, bichinhos que espirram água e livros próprios para água costumam funcionar. Quando seu filho já estiver maior, peça que escolha um boneco para levar junto e incentive-o a dar banho nele também. Enquanto você lava a cabeça, a barriga, as orelhas, ele faz o mesmo no brinquedo.Enfeitar o banheiro com adesivos tb é uma ótima opção.
Na banheira terapêutica
Especialistas holandeses criaram essa forma inusitada de dar banho em bebês há 15 anos. De lá para cá, ficou mais do que comprovado que os pequenos realmente relaxam no banho de Tummy Tub. Se o seu filho chora muito na banheira, vale tentar essa alternativa. O “ofurô” precisa ser utilizado exclusivamente para essa função, ser transparente (para facilitar a visualização) e com a borda virada para fora, para não machucar a criança.
Banho de espuma
Após os 2 anos, dá para fazer uma verdadeira farra com espuma! Existem produtos específicos para os pequenos, para não arder os olhos, o que causaria ainda mais chororô. Dá para brincar de se esconder, fazer castelos, assoprar e ele nem vai lembrar que não queria entrar no banho.
“Não quero sair!”
Se essa é a frase que você mais ouve do seu filho no banho, aí o choro vem no final de tudo. Invente uma brincadeira para o “seca, seca” e conte o que vão fazer em seguida. Se já estiver na hora de dormir, peça que ele já pense em qual história gostaria de ouvir e assim vá distraindo-o. Caso ele ainda seja bebê e chore para sair do banho, pode ser frio ou vontade de ficar um pouco mais ali, naquele contato gostoso com a mãe ou o pai. O melhor a fazer é enrolar na toalha e dar um abraço bem apertado!
Fonte: Crescer


08 janeiro 2014

5 coisas que farão seu filho crescer nas férias #Crescer ...

Olá mamães, como foram de festas? Esperam que tenha sido tudo muito bom ... Aqui foi muito bom, tudo muito em família, aproveitamos bastante ...
E como o mês de janeiro é férias das crianças, trago para vocês uma reportagem que li no site da Crescer

5 coisas que farão seu filho crescer nas férias

1- Quando a criança está mais solta, tem mais liberdade para descobrir o que gosta de fazer. Constrói sua identidade.
2- Elas permitem maior aproximação dos pais. O processo escolar pode atrapalhar. A criança deixa de ser filho-aluno para ser filho-filho.
3- Os passeios culturais não se restrigem aos fins de semana. Sem contar que ele vai agregar conhecimento sem cunho pedagógico.
4- Brincar também é uma maneira de se desenvolver física e emocionalmente. A diversão está liberada!
5- Viagens, além de revelar lugares e histórias novas, aproximam as crianças de realidades diferentes, que elas não conheceriam de outra forma.

Bom espero que vocês estejam aproveitando bastante as férias ...

Beijos Mi Gobbato !!!

06 janeiro 2014

Alimentos que podem ser perigosos para os bebês


Não existe consenso em relação à contraindicação de alimentos. A própria Sociedade Brasileira de Pediatria reviu algumas recomendações recentemente, antecipando a liberação de alguns deles, como ovos e peixes, depois de analisar vários estudos e chegar à conclusão de que a demora na introdução não diminuía os riscos de alergia. Conheça alguns alimentos que merecem atenção.

1. Leite de vaca
Ele não deve ser oferecido para o bebê antes do primeiro aniversário porque é difícil ser digerido e pode causar constipação intestinal, anemia e intolerâncias alimentares.

2. Mel
Outro alimento que só deve entrar no cardápio depois de 1 ano de vida. O mel pode esconder um tipo de toxina capaz de desenvolver uma forma de botulismo em crianças de poucos meses. Nessa idade, a flora intestinal ainda está em desenvolvimento e não consegue barrar a ação dessa bactéria.

3. Ovo
Segundo as novas recomendações da Sociedade Brasileira de Pediatria, o ovo pode ser introduzido a partir do sexto mês. Antes, ele só entrava em cena no nono mês (a clara apenas depois de 15 meses). Converse com o seu pediatra para juntos combinarem como agir.

4. Frutos do mar
Eles são recomendados somente após o primeiro ano de vida por disparar reações alérgicas.

5. Morangos
É uma delícia, mas espere seu bebê completar 2 anos para apresentá-los por causa do uso excessivo de agrotóxicos nessa fruta.

6. Peixe
A Sociedade Brasileira de Pediatria também liberou o consumo de peixes a partir do sexto mês. Converse com o seu pediatra e, quando oferecer, não se esqueça de retirar toda a espinha.

7. Amendoim e nozes
Eles tradicionalmente causam muita alergia, por isso aguarde até 1 ano e meio para oferecê-los. Ou mais, caso haja o histórico familiar de problemas com algum desses alimentos.
Matéria retirada do site:Bebê.com.br escrita por:Monica Brandão


18 dezembro 2013

As decorações de Natal ....

Nessa época de Natal adoro vê as decorações dos Shopping's, acho que fico mais empolgada que o próprio Gui, mas ele curte também, então nós fomos visitar 3 shoping's esse ano. (Confesso que gostaria de ter ido mais)





















 
Feliz Natal !!!
 
Beijos Mi Gobbato!!!

11 dezembro 2013

Nossa decoração de Natal

Não tem coisa mais gostosa nessa época do que enfeitar a nossa casa para o Natal, aqui montamos e enfeitamos no começo do mês e tivemos a ajuda do Gui, ele escolheu alguns enfeites e também ajudou a montar a árvore ....
Agora é só esperar a chegada do Papai Noel ....
E aí como foi na casa de vocês ?





Beijos Mi Gobbato!!!

09 dezembro 2013

Justiça veta em todo o país venda de andador infantil

Na tentativa de garantir mais segurança a bebês que começam a dar os primeiros passos, a Justiça no Rio Grande do Sul decidiu liminarmente suspender a comercialização, em todo o país, de andadores infantis.
Cabe recurso à medida, que foi tomada em ação civil pública elaborada pela SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria). A entidade alega que o equipamento coloca crianças em risco de acidentes graves, inclusive com morte.
Médicos afirmam que o andador dá uma mobilidade inadequada para a etapa de vida dos bebês. Com o uso, eles poderiam se aproximar de fogões, piscinas, escadas e produtos tóxicos.
A juíza Lizandra Cericato Villarroel, de Passo Fundo (RS), citou artigos da Constituição Federal, do Código de Defesa do Consumidor e do ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) em sua ordem.



"Pelo só fato das especificidades e da natureza do produto que se destina a bebês e crianças na fase de aprendizado do ato de caminhar, portanto, em situação biológica de vulnerabilidade potencializada, seja proibida a comercialização visando assegurar os direitos fundamentais à vida e à segurança", informa o texto da decisão.
Em julho deste ano, o INMETRO realizou testes com todas as marcas de andadores produzidas no Brasil e reprovou todas elas.

O que vocês acham mamães,concordam???
Meus filhos usaram,não sei se posso dizer que prejudicou,eles andaram todos depois do primeiro aninho,mas eles gostavam,o problema está no uso indevido,acho que colocar uns 20 minutos ok,agora deixar a criança lá horas e horas limitando outros estímulos ai é o problema,nos casos de acidente,acho que a culpa não é do andador e sim a desatenção de quem está cuidando da criança,meu filho que hoje tem 5 anos já caiu do andador,e a culpa foi minha que me virei pra estender a roupa e em coisa de segundos ele caiu...Criança nessa fase não podemos piscar!!!Ainda não coloquei o mais novo e nem sei se vou colocar,mas não sou contra a usar,acho que cada mãe sabe o que é melhor para o seu bebê...





05 dezembro 2013

Gui dando cambalhota !!!

Agora que ele aprendeu a dá cambalhotas sozinha, quer passar o dia assim, mas por enquanto disse que só pode fazer na minha cama por ser macia e quando eu ou o papai estiver perto !!!





Beijos Mi Gobbato

04 dezembro 2013

Diversão !!!

Na semana passada o Gui foi para mais um passeio com a escola, perto da escola tem um Buffet Infantil que durante o dia eles tbm fazem festa para escola, e rola como se fosse festa de aniversário, duração de 4 horas, salgados, bolo, bebida no período todo.
Quando venho na agenda o comunicado antes de contar para ele perguntei pro papai se íamos mandar (perguntei por perguntar né pois já sabia que a resposta seria sim), ai depois só que falei pra ele e perguntei se ele queria, logo de cara a resposta foi "Lógico eu não posso perder nenhum passeio", passou alguns dias e ele mudou de opinião e disse que não queria mais, e dissemos que tudo bem, ele que escolhia se queria ir ou não, perguntei o porque da mudança e ele só dizia que não queria, chegando perto do último dia do prazo para pagar perguntei de novo e ele hora dizia sim hora dizia não, e comentei com a professora, ai durante a aula ela conversou com ele, comentou quais amiguinhos dele iria, o que iam fazer e falou para ele pensar e depois da hora do lanchinho ele respondia para ela, e ele ai resolveu que iria (qual foi a mágica que ela fez não sei porque eu expliquei o que tinha, mostrei pra ele o lugar que fica do outro lado da avenida aonde moramos, falei que era o parquinho que ele foi no dia das crianças, mas tudo bem rs).
Ele não via a hora de chegar, no dia estava todo feliz, quando fui busca-lo na escola, ele estava todo contente, falou que se divertiu e foi em quase todos os brinquedos, inclusive nos que ele nunca vai quando levamos ele nos parques de diversão ou em festa de aniversário.



 
Como gostoso né, vê eles se divertindo, contando as novidades, as descobertas ...
Que venham os passeios do ano que vem !!!
 
Beijos Mi Gobbato !!!

02 dezembro 2013

Estimular os bebês é um equívoco

Li essa matéria achei muito interessante...
Retirada do site: Gazeta do povo
Os bebês não precisam de estímulos constantes. São curiosos por natureza e, para que se desenvolvam em plenitude, ações simples, como providenciar um ambiente seguro são suficientes. O pedagogo e educador Paulo Fochi é categórico ao criticar modismos na educação infantil. Para ele, o maior desafio é planejar a educação infantil a partir das necessidades dos bebês. “A produção de conhecimento tem de ser feita de uma forma que tenha sentido para a criança. Há uma tendência atual muito forte para estimular bebês e isso é um equívoco do meu ponto de vista.”
No início de novembro, Fo­chi conquistou a plateia formada por educadores no 7.º Seminário Municipal de Educação Infantil, em Curitiba, com sua visão sobre o tema. Por telefone, ele conversou com a Gazeta do Povo:
Qual é o maior problema que observa na educação infantil?
Compartilho com os estudos que indicam que o grande desafio para a educação infantil, para as crianças de zero a 6 anos, está em descobrir como é ser professor sem dar aula, presente também nas Diretrizes Curriculares Nacionais. Mas é preciso atentar que isso não significa deixar a coisa acontecer espontaneamente. A produção de conhecimento tem de ser feita de uma forma que tenha sentido para a criança. Há uma tendência atual muito forte para estimular bebês e isso é um equívoco do meu ponto de vista.
Quais estímulos são equivocados?
Você já deve ter visto diversas coisas do tipo: o adulto coloca o bebê de barriga para baixo para que seu corpo fique firme para quando for caminhar. Há uma ação para fazer o bebê caminhar mais cedo. Misteriosamente, depois que ele caminha, os pais querem que ele fique sentado, parado, em um cadeirão. O mesmo acontece com falar. Já vi professoras passando batom vermelho na boca e falando, com a boca bem aberta, de forma exagerada, na frente do bebê, com a intenção de estimular a fala. Mas, quando ele começa a falar demais, os adultos pedem para ficar quieto. Há uma esquizofrenia em casa e na escola. Dão carrinhos, coisa com som, que fala, que pisca, para que, dois ou três anos depois, seja necessário procurar um médico para perguntar: como posso acalmar meu filho? E aí o médico receita medicamentos. Tenho uma premissa que a gente tem que dar tempo para o bebê ser bebê. Cada fase deve ser respeitada. Há uma tendência de se criar academia para bebês ou sites que estimulam o ensino de Matemática quando ele ainda está em gestação. Estão criando agenda, aula disso, daquilo. Está entendendo a loucura?
Quais são as particularidades dos bebês?
As descobertas do mundo que o bebê faz em um mês valem uma década na vida de um adulto. O adulto não precisa ficar na frente da criança sacudindo um chocalho freneticamente ou falando de forma abestada. O bebê é curioso para descobrir o mundo, basta dar condições para que descubra. Isso implica que ele fique no chão, não naqueles balanços horrorosos. Não precisa estimular, basta garantir formas de ele fazer isso, proporcionar o que se chama de entorno positivo. O espaço que ele fica, em sala, ou em casa, não deve ser grande, nem pequeno demais, mas suficiente para circular. Tem que ser seguro, sem a necessidade de um adulto em volta, falando: ‘não faz isso’, ‘não faz aquilo’. O adulto deve se manter no campo visual e auditivo da criança, sustentando-a emocionalmente com sua presença, mas sem interromper ou intervir nas experiências dela. É preciso ter desafios para a criança, aos quais ela se dedicará quando aquilo se configurar como um desafio.
Como por exemplo...
Uma caixa no meio da sala, que faz um degrau. O bebê vai subir e descer engatinhando, quando estiver pronto para aquilo. Isso promove a descoberta de seu corpo, que vai providenciar uma organização para executar a ação de caminhar. O entorno positivo exige materiais adequados. Que encaixam, que dão para empilhar, que cabem um dentro do outro. Não precisa ser da Fisher Price ou outra marca famosa. Caixas, potes. Isso dá possibilidade de a criança descobrir o mundo.
Como convencer os pais que não é preciso tantos estímulos para os bebês terem um bom desenvolvimento?
Na verdade, os pais estão no direito de ignorância deles sobre o assunto. O que a gente precisa é de professores que tenham um argumento melhor que a Ana Maria Braga, entende o que digo? Os pais têm direito de achar interessante aquilo que a Ana Maria Braga mostrou para o neto dela, aquilo que a Adriane Galisteu fez para o filho dela, essas modinhas que aparecem no Facebook e na televisão. Quem tem que mostrar que isso não é benefício é a escola, o professor. Pensar o processo educativo nos primeiros anos de vida tem que ser processo de corresponsabilidade família e escola. Isso implica chamar os pais para o diálogo e mostrar o que é aprender na infância, qual o valor da experiência de vida dessas crianças.
O ensino em período integral é benéfico para a criança?
Se a escola for boa para a criança, sim. O ideal seria ficar um turno com a família, outro na escola. Mas as famílias não se organizam assim, a rotina de trabalho dos pais não é essa, independentemente se são ricas ou pobres. Então temos que pensar, nesse tempo em que as crianças estão na escola, 10, 12 horas, é preciso construir um processo educativo de qualidade. Não são dois turnos de trabalho, é outra relação. É preciso compreender que a experiência educativa, aprender a comer, o ritual do sono, o deslocar pela escola é uma grande aprendizagem, tem que ser pensada ao longo da jornada. Depois, os pais precisam refletir como será o tempo que passarão com os filhos, que não pode ser mediado pela televisão. Que seja de encontro, conversa, carinho.
Qual a maior dificuldade para termos o ensino infantil integral de qualidade?
Há um desafio financeiro, mas vai além disso. É um desafio conceitual. Precisamos mobilizar os gestores públicos para compreenderem o que é infância, o que é ser criança, numa fase anterior a essa proposta de financiamento, até para que o financiamento se dê de forma correta.


27 novembro 2013

Eba mais livro para nossa coleção ....

Bom eu confesso que eu não tenho muito o hábito de ler (mas estou mudando isso, e coloquei como meta pelo menos 1 livro por mês e já baixei vários para não ter desculpa), mas não quero que a leitura não faça parte da vida do Gui, desejo que ele seja completamente o oposto de mim, então sempre que possível compro livro para ele, e quando não compro com os que ele tem (e olha que pra quem ainda não lê sozinho tem muitos) sempre leio, releio, e para se tornar mais atrativo deixo ele "ler" pra mim aí cada leitura temos uma história diferente ....
E como fazemos todo ano para aumentar nossa coleção pedimos os livros do Itaú .... E como sempre acontece assim que chega sentamos no sofá e lemos os livros  ...
E vocês costumam incentivar os seus filhos a lerem ?



Beijo Mi Gobbato!!!

18 novembro 2013

Dicas de roupas para criançada usar nas festas de fim de ano...

Acho que muitas mamães já ouviram falar na moda Tal mãe/Tal filha para as meninas e para os meninos Tal pai/Tal filho...As mães de meninos também podem combinar a roupa com eles,eu acho uma fofura,as famosas também aderiram essa moda...Tem lojas que vendem,mas você mesma pode montar um look parecido com da sua pequena ou pequeno.Se você está pensado no que usar nas festas de fim de ano,aqui vai algumas idéias retiradas da internet,pra vocês se inspirarem...











04 novembro 2013

Quando levar sua filha ao ginecologista...

Minha filha ainda é muito pequena,mas logo essa fase vai chegar,por isso,informações nunca é demais,achei o tema muito legal, e vim compartilhar com vocês,quem sabe ajude alguma mamãe que tem filha entrando na adolescência.
Quando a filha chega à adolescência, é comum que ela comece a ter mais dúvidas sobre sexo ou apresente algum problema de saúde que o pediatra já não pode mais cuidar. É neste momento que a consulta com um ginecologista se faz necessária, pois este especialista vai auxiliar a adolescente de uma forma que o antigo médico e os pais não conseguem ou não se sentem preparados.
"É difícil o pediatra conversar com a adolescente sobre sexo, pois ele não a enxerga como uma mulher. Por isso é importante levar sua filha ao ginecologista, pois ele tem um ponto de vista diferente do pediatra. Muitas vezes, o pediatra só encaminha a paciente ao ginecologista em casos extremos, quando a menina apresenta corrimentos ou infecção urinária. A consulta com o ginecologista desde cedo ajuda a adolescente a entender o que o sexo sem segurança pode causar e isto evita alguns problemas", esclarece o ginecologista e obstetra Marco Aurélio Galletta, responsável pelo Setor de Gravidez na Adolescência da Clínica Obstétrica do Hospital das Clínicas de São Paulo.
A primeira consulta deve acontecer o quanto antes. "O ideal é no início da puberdade, quando ocorre a primeira menstruação e o aparecimento das mamas e dos pelos pubianos, em média entre 12 a 15 anos", alerta Omar Abussamra, ginecologista da Unimed Paulistana. "É difícil precisar uma idade correta para uma garota buscar pela primeira vez um ginecologista. Mas é fato que, quanto antes isso acontecer, menores as chances de surgirem no futuro complicações como ovários policísticos, traumatismos, distúrbios menstruais, cólicas intensas, e até mesmo problemas relacionados à saúde sexual", explica Viviane Monteiro, ginecologista e obstetra especialista em ginecologia infanto-puberal.
"É importante levar a adolescente ao ginecologista logo na primeira menstruação, antes que ela apresente algum sintoma. Assim, o médico vai ajudá-la a encarar a menstruação de forma natural, esclarecer que ela já pode engravidar, entre outras informações", avisa Marco Aurélio. Ao contrário do que muitos pais pensam, a visita não deve ser feita somente quando a filha já manteve relações sexuais, mas de forma regular já na adolescência. "Uma consulta garante a prevenção de muitas doenças e ainda tira as dúvidas, às vezes difíceis de responder, se tornando um elemento facilitador para que ela assuma a responsabilidade por sua própria saúde e se dedique a atitudes de prevenção", ressalta Viviane.
É importante que os pais entendam que a adolescente já é quase uma mulher e precisa de acompanhamento médico adequado. "Os pais geralmente observam a rápida evolução hormonal e anatômica de suas filhas, surgindo aí as dúvidas sobre o momento ideal para encaminhá-las às consultas ginecológicas. A falta de diálogo, tabus e o medo da iniciação sexual fazem com que eles adiem a primeira consulta, expondo a menina principalmente à gravidez precoce e às doenças sexualmente transmissíveis (DST). Quando bem orientada pelos pais, a adolescente deve comparecer cedo à consulta com o ginecologista", adverte o médico Omar.
Matéria retirada do site:http://www.bbel.com.br



02 novembro 2013

Com a chegada do calor, cuidado com as viroses de verão.


Olá mamães,
Com a chegada do calor, chega também as viroses de verão. Embora estejamos na primavera, as viroses de verão já chegaram.
As viroses custumam atingir crianças de todas as idades e adultos tambem, mas tendo um grau de gravidade maior nas crianças e nos idosos, por causa do grande risco de desidratação.
Essas viroses apresentam diarréia, vômito, enjôo e em alguns casos febre e dor abdominal.
Oferecer a criança muita água, soro caseiro, água de côco para evitar a desidratação e procure um médico de sua confiança.
Em caso de desidratação, a reposição por via oral (soro caseiro) não for suficiente, a criança precisa receber soro intravenoso para repor tudo o que perdeu no período de diarréia e ou vômito.
Como nunca sabemos quando as viroses vão aparecer, é importante ter cuidado redobrado com a alimentação nesse período de calor, já que os alimentos tendem a estragar com muita facilidade.
Lavar sempre as mãos das crianças antes de ingerir qualquer alimento, também é uma boa dica para evitar as viroses. Fazer higienização de verduras, legumes e frutas assim que chegar do mercado. Lavar um a um, em água corrente e depois colocar de molho em uma solução com cloro. Uma colher de cloro para um litro de água, por um período de dez minutos e lavar novamente em água corrente.
Outra questão importante é nunca guardar hortaliças e frutas na geladeira sem lavar, pois pode acontecer uma contaminação cruzada. O alimento cru pode contaminar o alimento cozido e próprio para consumo. Para que isso não aconteça, lave, seque e guarde em recipientes apropriados.
 Cuidado redobrado também com a água. Água e alimentos em locais públicos podem oferecer um grande perigo. Prefira sempre água mineral em locais públicos.
Oferece muita água para o seu filho e uma alimentação leve e saudável.
Esse foi o meu recadinho de hoje.
beijos


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