24 novembro 2012
Por que?
Mamãe Convidada: O que sei da vida...
Hoje trago minha amiga mamãe blogueira como convidada: Jéssica, mãe da Alice, do Blog Diário de uma Princesa.
Venho hoje, contar um resumo da minha história, e o que aprendi com tudo que vivi:
Minha vida sempre foi muito precoce, eu sempre tive a mania de adiantar tudo, acho que sou ansiosa ao ponto de parecer que o mundo é lento de mais pra mim,quando era criança,La com meus 10 anos, odiava que me chamasse de criança, dizia que era PRÉ-ADOLESCENTE, mal sabia o que me esperava. Então, aos 13 anos comecei a trabalhar e fazer cursos, já queria ser independente, poder comprar o que queria sem pedir para meus pais, que nunca me deixaram faltar nada graças a deus. O trabalho é algo que exige muita responsabilidade, comecei dar aula de reforço, então à responsabilidade aumenta muito, pois tem que seguir horários a risca. Dei-me muito bem com o famoso trabalho, sempre respeitando os horários, e o que era melhor,os pais dos alunos adoravam,comecei dar aula para um aluno que tinha dificuldade em ler, rapidinho ele desenvolveu, e alem da mãe, a professora também me elogiava bastante e me indicava. Isso me ajudou muito. Mas com 13 anos também conheci a famosa internet, o tão popular Orkut, e foi nele que conheci o Fabiano, pai da Alice. A partir daí começou o maior erro da minha vida. Quando contei para meus pais, o que era mais comum aqui eram as discussões, meu pai não aceitava meu namoro com ele, dizia que ia ao estatuto da criança e do adolescente para saber o que poderia fazer para impedir, minha mãe também não gostava que namorasse. Eu achava aquilo um horror, pensava: - Eles são dois atrasados, não conhecem o mundo atual, agora isso é normal. Mas não é .13 anos é idade de estudar, é uma fase de muitas transformações. Continuei trabalhando, depois de um tempo comecei trabalhar em uma floricultura, e engravidei. Eu que era uma menina bastante esforçava, tinha um serio problema, pensar que já era dona do próprio nariz, e que poderia tomar minha próprias decisões, sempre sonhei muito, e meu desejo era, sair do ensino médio e já começar com tudo na faculdade. Então consegui uma vaga, bastante almejada, para trabalhar no centro de distribuição do wal mart,como aprendiz aux. Administrativo, uma semana fazia curso e na outra trabalhava, mas já estava grávida, fiquei cinco meses na empresa e sai de licença maternidade. E hoje faço pós-graduação em ser mãe, que é muitoo boom. Agora, eu, que sempre coloquei minha independência em primeiro lugar, hoje dependo do Fabiano para comprar as coisas da Alice, e tenho pavor disso, apesar dele dar tudo direitinho, ah como é terriveeeeeel,se você quer comprar algo,tem que dizer,quero que compre isso pra Alice,a fralda acabou,não esquece de comprar outra mamadeira,já ta na hora de comprar roupa.
Então vejo que, os pais são as pessoas que mais gostam de você, são os que mais te amam, e por isso, devemos ouvi-los, pois sabem o que é melhor. Agradeço a deus por ele ter me dado a Alice, mas se tivesse escutado meus pais, e tivesse engravidado na hora certa tudo seria melhor. Apanhei da vida, para reconhecer que meus pais tinham razão, espero que muitas adolescentes leiam, e saibam ser mãe é muito bom, mas também da muito trabalho, tem que ter muita responsabilidade, e tem que dar sorte do pai da criança assumir, pq o que vejo de lindas historias de amor, que terminam com uma gravidez, não é brincadeira, e se você tem planos,corra atrás,realize os,e depois tenha filhos,não altere a ordem,pois sendo assim,os maiores prejudicados são o BB e você.
Meu nome é Jessica F. Guedes, tenho 18,sou mamãe da Alice Aléxia de 1 ano e 2 meses,tenho um blog que adoro Diário de Uma princesa. Sou de MG , adoro escrever (apesar de odiar português). Meu hobbie favorito é brincar com a Alice.
Facebook: facebook.com/diario.de.uma.princesaalicealexia
22 novembro 2012
Nossa primeira blogagem coletiva, venham participar!!!!
20 novembro 2012
Discordar, talvez. Respeitar, sempre!
19 novembro 2012
Guarda Compartilhada
Por tratar-se de uma questão complexa, vale desfazer as confusões que o termo suscita. Guarda alternada é quando a criança mora um período com o pai e outro com a mãe. Compartilhada não é uma divisão de tempo e espaço do filho: 50% para o pai, 50% para a mãe. Os pais devem decidir juntos a vida da criança: onde mora, onde estuda, quem é seu médico, quem são os seus amigos, se vai ou não a um curso de natação. O filho pode ter o seu cantinho em duas casas, mas a recomendação é que exista uma residência fixa e horários pré-estabelecidos.
Cada família encontra saídas para a sua realidade. A guarda compartilhada não tem um modelo pré-definido e o casal deve discutir o que é melhor para sua família.
Para quem não está em paz com o ex, a lei de hoje funciona como um grande empecilho. Há muitos ex-cônjuges que dificultam muito a convivência do outro com o filho.
A guarda compartilhada é um objetivo nobre, que todo pai e toda mãe devem perseguir. Porque os filhos, esses, sim, o verdadeiro foco de toda e qualquer decisão do casal, só têm a ganhar. Ela sempre funcionará melhor em famílias que tiveram um vínculo forte antes da separação. Pais participativos no casamento continuarão a sê-lo depois do divórcio. E amor não se estabelece por decreto.Vale tentar uma aproximação e vale também facilitar a vida dessas famílias. A aprovação da lei abre um novo caminho. O do entendimento.
18 novembro 2012
Acidentes com recém nascidos
Qual mãe não gostaria de ter seu filho dentro de uma redoma de vidro, protegido de tudo?? Mas sabemos que não é possível.
Eu passei por três situações no início da vida do Matheus que me deixaram ainda mais temerosa.
Com 24 dias ele sufocou com leite durante a madrugada e necessitou de respiração boca a boca (para ler mais e ver o vídeo clique AQUI); com 48 dias deixei solto no carrinho pra dormir e ele caiu; com 72 dias estávamos num taxi que bateu, ele nem percebeu, mas fiquei apavorada. Agradeço sempre a Deus por ter cuidado do meu filho.
Temos que ter em mente que o recém nascido é inteiramente dependente do adulto, portanto, completamente indefeso.
Não controla músculos, não consegue levantar a cabeça, nem se vira sozinho, geralmente permanece na posição em que foi deixado. Passa a maior parte do tempo no berço, é completamente dependente do adulto. Nesta faixa etária as principais situações de risco são:
-asfixia (sufocação e engasgo por leite, chá, talco ou brinquedo),
-problemas decorrentes do banho realizado de modo inadequado (queimaduras e afogamento),
-intoxicações (medicamentos administrados inadvertidamente),
-traumas (quedas do berço, trocador ou colo).
Sabemos que nem tudo será sempre evitado durante a vida do seu filho, mas neste momento que ele é tão frágil precisamos de cuidados reforçados (pra não chorar por dias como eu).
Um dos meus maiores medos sempre foi a tal “morte súbita”. Acordava diversas vezes a noite e sentia a respiração do peito dele, e me dava um alivio ver que continuava respirando.
A morte súbita do lactente é definida como a morte inesperada de uma criança com menos de um ano de idade, que permanece inexplicável, mesmo após investigação exaustiva que inclua autopsia e exame do cenário da morte. O número de mortes alcança seu ápice entre as idades de dois a quatro meses de vida, sendo que as idades de maior incidência variam de poucas semanas de vida até seis meses de idade.
Bem mamães meu conselho: cuidem muito, muito, pois eles precisam de segundos pra cair, se machucar, e depois quem fica com remorso e chora muito é a gente! Um ótimo domingo a todas!!!
Fonte:
www.abcdasaude.com.br







