10 novembro 2012

Nova integrante do Cantinho das Mamães Corujas - a Tati

Como apresentar para outra pessoa algo antigo, usado, gasto? Não falo de algo sem valor ou descartável, mas algo já conhecido, habitual, corriqueiro, comum para nossos olhos?
 
Foi isso que me peguei pensando quando as meninas deste grupo tão querido me convidaram para falar sobre mim ao dar início à minha participação no grupo (estarei aqui a cada 15 dias, aos fins de semanas) e o resto do tempo, lá no meu blog de costume, o Amigos de Fraldas.

Esse ALGO velho, usado, conhecido, habitual, corriqueiro, comum do qual eu quero falar hoje, sou eu. Já me conheço tão bem que já nem penso mais sobre o assunto. Mas posso começar dizendo que sou esposa, mãe, blogueira, dona de um cachorro e que faço parte de grupos, sendo um deles este. Portanto, posso me chamar de um ser social? Posso. E que bom. Porque também há pessoas não sociais e nem sempre por opção. 

Falando em social, este cantinho de mamães corujas existe por inúmeras razões e já sei que uma delas  é também dar a mão para quem se sente só, já que fazer parte de algo contribui para que o sentimento de mágoa do mundo comece a se esvair... Poder compartilhar um sentimento com pessoas que já vivenciaram algo semelhante ou até mesmo estão no mesmo “barco”, pode dar aquela força que faltava para remar. Esta troca de informações pode até mesmo contribuir para que o sentimento de mágoa se vá por completo.

Então posso dizer que este é um belo propósito para estar aqui neste cantinho (que está mais para um cantão, de tão caloroso que é). Estou aqui mais como ouvinte, mas também como falante e de braços abertos para quem quer dividir os mil aspectos da maternidade.

Encerro aqui a apresentação de mim mesma, novamente dizendo que estou feliz por aqui estar. E isso já é bom demais!

 Há-braços.

09 novembro 2012

Depressão Pós-Parto Paterna

Hoje quero abordar um assunto muito pouco discutido: Depressão Pós Parto Paterna!
Lembro que em uma aula da faculdade, a professora nos deixou livre para levarmos qualquer artigo de nosso interesse para discutirmos e de imediato pensei nessa tema.

Google Imagens

Poucas pessoas sabem que os pais também podem ter a famosa depressão pós parto. E se for ver, não é de se estranhar já que desde o começo toda a atenção está voltada para a mãe e para o bebê! É verdade que logo após o nascimento, a mãe pode perder um pouco da atenção já que todos querem ficar paparicando o bebê, mas sempre tem alguém preocupado com ela, interessado em saber como está sua recuperação, como está se saindo na amamentação, o quanto está dormindo, etc. Enquanto o pai... bom, o pai é colocado em segundo plano.
A depressão paterna é tão séria quanto a materna, pois de acordo com o psiquiatra Dr. Joel Rennó Júnior "não só porque afeta quem contribui para sustentar a casa, mas porque os riscos de o filho vir apresentar problemas comportamentais aumentam".
Ninguém sabe dizer o que desencadeia a depressão pós parto paterna já que há muitos fatores que podem causar a depressão. Isso piora quando a mãe também está sofrendo uma depressão pós parto, pois a criança procura no pai uma compensação.

Nos homens a depressão é mais difícil de se tratar pela resistência em procurar ajuda.

Devemos ficar atentos pois o bebê precisa de pais/mães física e mentalmente saudáveis para cuidar dele para que possa se desenvolver da melhor maneira possível. Fique atenta se o seu parceiro (ou algum conhecido) apresenta estes sintomas:

• Falta de apetite
• Distúrbios do sono (mesmo que o bebê durma bem)
• Sentir-se um péssimo pai
• Ansiedade e nervosismo
• Perda da libido
• Fim do interesse (ou prazer) pelas atividades cotidianas por um período de no mínimo 2 semanas


As causas mais comuns da depressão pós-parto paterna
• Mulher com depressão pós-parto
• Estresse
• Preocupação com o sustento da família
• Sentir-se excluído ou rejeitado pela parceira
• Dificuldade para lidar com sentimentos ambivalentes, como o de querer proteger e cuidar do bebê  e da mulher e ao mesmo tempo, desejar ocupar o espaço que sempre teve na vida dela.

PEÇA AJUDA!
Não tenha vergonha em procurar ajuda (seja homem ou mulher). Quanto mais cedo procurar ajuda, melhor será para o tratamento. Todo mundo está sujeito a ter uma depressão e isso não é vergonha nenhuma. Como procurar essa ajuda? Você pode conversar com o obstetra da esposa para que este te encaminhe para um profissional adequado para começar o tratamento (psicológico ou psiquiátrico). O tratamento normalmente é uma combinação entre terapia e antidepressivos, depende de cada caso. 

Lembre-se: vale mais a pena prevenir do que remediar. Se algum pai que você conhece está apresentando um ou mais sintomas, converse com ele sobre procurar alguma ajuda para averiguar se é apenas um estresse normal de um dia muito puxado ou se é algo que deve ser avaliado com mais cuidado.

Nossos filhos precisam tanto do amor do pai quanto da mãe.
Pais felizes, bebê feliz!!!

Fonte: Saúde Abril
Google Imagens

Ótima sexta a todos!


08 novembro 2012

Sentimentos de mãe


Assim como por um milagre nos tornamos mãe, sentimos aquele serzinho na nossa barriga crescer, temos inseguranças em relação a esse serzinho maravilhoso, será que vou dar conta? Será que serei uma boa mãe? Será?
Pois bem não é preciso ser mãe biológica para ter essa insegurança, quem adota também passa por isso e até mais que as mães biológicas.A cabeça da mulher passa por um turbilhão de sentimentos, se não formos fortes e guerreiras ficamos no meio do caminho e não podemos porque temos alguém que depende totalmente de nós.
O amor é tão imenso quando temos o nosso filho que não cabe no peito e sinceramente amamos tanto que até dói o nosso peito.
Quando pequenos ensinamos a dar os seus primeiros passos, quando cresce um pouquinho ensinamos a andar de bicicleta, quando aprendem a voar sozinhos voltamos a ficar inseguras. Será que meu filho fará uma boa escolha? Será que vai ser feliz? O que eu faço?
Na verdade ainda não sei e estou morrendo de medo do futuro tão injusto, fui e sou uma boa filha e peço todos os dias para Deus que meus filhos nunca se esqueçam de mim, vou sempre estar na torcida para que eles sejam muito felizes e tenham a vida longa... voa passarinho... voa... mas por favor não vá tão longe pois a sua mãe já está aqui querendo que você volte. 
(google imagens)
Quero uma opinião de vocês, será que existe um modelo ideal de mãe?
 Muitas vezes, constrói-se o ideal de mãe perfeita daquela que não erra. Mas o que seria positivo para a criação do nosso filho? 
Ter o equilíbrio para cuidar dele, para protegê-lo, para educá-lo, para apoiá-lo, para prover-lhe as necessidades físicas, materiais e afetivas. 
Dar o consolo necessário, estar sempre disponível e disposta a conversar, ser amiga ou seja a entender ou a colocar-se no lugar dos nossos filhos e do seu momento de vida.
É necessário que saibamos nos observar para não transferirmos as experiências negativas vividas em nossa formação para a formação de nossos filhos, devemos falar para os nossos filhos ouvirem e ouvirem o que nossos filhos falam.
 Recusar os sinais que é lhe dado, desconfiar, não dar atenção as coisas que eles falam, não os ajudam em nada. 
É importante que saibamos ensinar, mas que também saibamos confiar e dar autonomia e possibilidade para que nossos filhos amadureçam como pessoa.
 Estar bem emocionalmente contribui para o crescimento e o desenvolvimento saudável de nossos filhos do ponto de vista psicológico. 
Aqui uma observação especial para as nós mães, cuide dos outros, mas também cuide de si. Viver em harmonia com sua dimensão espiritual, afetiva, social, biológica, é essencial para que possamos cuidar bem dos outros e consigamos lidar com as alegrias, tristezas, conquistas e dificuldades próprias da vida. Lembre-se de que, em primeiro lugar, a mulher, e com isso, toda a beleza do ser mulher virá com esses cuidados, que depois se farão extensão ao cuidado com o outro, com seu marido, com os filhos e assim por diante
 Nós mães aprendemos a todo momento: desde o choro do bebê que identifica fome ou dor, aprendemos também a ligação íntima e profunda que têm com nossos filhos. Aprendemos pela experiência do ser mãe e, sendo mães, reformulamos, superamos e vivemos positivamente a nossa vida. 
Ser mãe é ser a todo tempo, a toda hora, sem limites dos nossos filhos!

Mamãe Valéria Sandry


07 novembro 2012

Alimentação: estou fazendo certo?

 

Olá mamães e cuidadoras,

Ontem o assunto foi uma deliciosa receita e hoje venho falar sobre a forma de dar as papinhas aos bebês.

Na verdade nem gosto de chamar de papinha, pois me lembra aquelas prontas que são quase líquidas de tão moles. Prefiro chamar de comida. Aqui falo almoço, janta ou papá.

Li muitas conversas sobre este assunto nas redes sociais. Umas falando que só amassavam, outras que peneiravam e outras que liquidificavam a comida antes de dar ao bebê.

Eu aprendi há muitos anos que não se liquidifica pois prejudica a aprendizagem de mastigar. Peneirar eu não sabia, mas também nunca fiz.

Para quem não sabe, eu trabalhei alguns anos em creches. Numa delas conheci uma menina de 3 anos que não mastigava nada: toda comida ou era sopinha ou caldinho de alguma coisa, nem feijão ela mastigava, vomitava tudo. Ela estava abaixo do peso e do tamanho e tinha dificuldade de falar. Aquilo me marcou muito, nunca esqueci.

Encontrei esta imagem na internet e ela mostra de maneira clara a melhor maneira de dar a comida para o bebê:

alimentação

Quem é mãe sabe que não é fácil a iniciação na alimentação sólida, tem que ter paciência e é um dos motivos que eu acho que leva muitas pessoas à baterem no liquificador a comida para facilitar a “mastigação”.

Eu posso dizer que nunca fiz isso. Graças a Deus o Matheus adora comer, mas no início também teve ânsias, outras vezes deu uma vomitadinha, mas nada que eu não pudesse resolver. A comida dele é como a terceira foto, ele já tem 13 meses. Vemos ele com a carne pra lá e pra cá na boca mastigando mesmo. Isso dá orgulho da minha dedicação. Pois ser mãe é cansativo sim, mas a dedicação é recompensada.

Sabemos que nem tudo é como gostaríamos, logo existem bebês com mais dificuldade que precisarão de um comida mais mole, pelo menos no início, porém a mãe ou cuidadora não deve se deixar levar por esta facilidade pois será prejudicial ao bebê.

Espero que tenham gostado do meu post e agora me contem como foi e como é ai na casa de vocês.

Aguardo comentários!!!

bjinho

06 novembro 2012

Receita de papinha caseira



Olá mamães corujas, me perdoem a falta de tempo com o cantinho. Hoje vim aqui pra compartilhar uma receita de papinha caseira, eu fazia para a Ingrid e ela gostava.

Façam e depois me contem!


Carne, abóbora, batata e couve
Ingredientes
1 colher (de sobremesa) de óleo vegetal
1 colher (de chá) de cebola picada
2 colheres (de sopa) de carne moída
1 batata pequena cortada em cubos pequenos
2 colheres (de sopa) de abóbora cortada em cubos pequenos
2 colheres (de sopa) de couve picada

Modo de preparo
Em uma panela, aqueça o óleo e refogue a cebola e a carne moída. Acrescente, em seguida, a batata e a abóbora. Cubra com água, tampe a panela e cozinhe até que todos os ingredientes estejam bem macios e com um pouco de caldo. Junte a couve e cozinhe por mais 5 minutos. Amasse todos os ingredientes com garfo e sirva.


Espero que tenham gostado

Beijos
Lilia Faria
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