10 novembro 2012
Nova integrante do Cantinho das Mamães Corujas - a Tati
09 novembro 2012
Depressão Pós-Parto Paterna
Lembro que em uma aula da faculdade, a professora nos deixou livre para levarmos qualquer artigo de nosso interesse para discutirmos e de imediato pensei nessa tema.
Poucas pessoas sabem que os pais também podem ter a famosa depressão pós parto. E se for ver, não é de se estranhar já que desde o começo toda a atenção está voltada para a mãe e para o bebê! É verdade que logo após o nascimento, a mãe pode perder um pouco da atenção já que todos querem ficar paparicando o bebê, mas sempre tem alguém preocupado com ela, interessado em saber como está sua recuperação, como está se saindo na amamentação, o quanto está dormindo, etc. Enquanto o pai... bom, o pai é colocado em segundo plano.
A depressão paterna é tão séria quanto a materna, pois de acordo com o psiquiatra Dr. Joel Rennó Júnior "não só porque afeta quem contribui para sustentar a casa, mas porque os riscos de o filho vir apresentar problemas comportamentais aumentam".
Ninguém sabe dizer o que desencadeia a depressão pós parto paterna já que há muitos fatores que podem causar a depressão. Isso piora quando a mãe também está sofrendo uma depressão pós parto, pois a criança procura no pai uma compensação.
Nos homens a depressão é mais difícil de se tratar pela resistência em procurar ajuda.
Devemos ficar atentos pois o bebê precisa de pais/mães física e mentalmente saudáveis para cuidar dele para que possa se desenvolver da melhor maneira possível. Fique atenta se o seu parceiro (ou algum conhecido) apresenta estes sintomas:
• Falta de apetite
• Distúrbios do sono (mesmo que o bebê durma bem)
• Sentir-se um péssimo pai
• Ansiedade e nervosismo
• Perda da libido
• Fim do interesse (ou prazer) pelas atividades cotidianas por um período de no mínimo 2 semanas
• Estresse
• Preocupação com o sustento da família
• Sentir-se excluído ou rejeitado pela parceira
• Dificuldade para lidar com sentimentos ambivalentes, como o de querer proteger e cuidar do bebê e da mulher e ao mesmo tempo, desejar ocupar o espaço que sempre teve na vida dela.
Pais felizes, bebê feliz!!!
Fonte: Saúde Abril
08 novembro 2012
Sentimentos de mãe
07 novembro 2012
Alimentação: estou fazendo certo?
Olá mamães e cuidadoras,
Ontem o assunto foi uma deliciosa receita e hoje venho falar sobre a forma de dar as papinhas aos bebês.
Na verdade nem gosto de chamar de papinha, pois me lembra aquelas prontas que são quase líquidas de tão moles. Prefiro chamar de comida. Aqui falo almoço, janta ou papá.
Li muitas conversas sobre este assunto nas redes sociais. Umas falando que só amassavam, outras que peneiravam e outras que liquidificavam a comida antes de dar ao bebê.
Eu aprendi há muitos anos que não se liquidifica pois prejudica a aprendizagem de mastigar. Peneirar eu não sabia, mas também nunca fiz.
Para quem não sabe, eu trabalhei alguns anos em creches. Numa delas conheci uma menina de 3 anos que não mastigava nada: toda comida ou era sopinha ou caldinho de alguma coisa, nem feijão ela mastigava, vomitava tudo. Ela estava abaixo do peso e do tamanho e tinha dificuldade de falar. Aquilo me marcou muito, nunca esqueci.
Encontrei esta imagem na internet e ela mostra de maneira clara a melhor maneira de dar a comida para o bebê:
Quem é mãe sabe que não é fácil a iniciação na alimentação sólida, tem que ter paciência e é um dos motivos que eu acho que leva muitas pessoas à baterem no liquificador a comida para facilitar a “mastigação”.
Eu posso dizer que nunca fiz isso. Graças a Deus o Matheus adora comer, mas no início também teve ânsias, outras vezes deu uma vomitadinha, mas nada que eu não pudesse resolver. A comida dele é como a terceira foto, ele já tem 13 meses. Vemos ele com a carne pra lá e pra cá na boca mastigando mesmo. Isso dá orgulho da minha dedicação. Pois ser mãe é cansativo sim, mas a dedicação é recompensada.
Sabemos que nem tudo é como gostaríamos, logo existem bebês com mais dificuldade que precisarão de um comida mais mole, pelo menos no início, porém a mãe ou cuidadora não deve se deixar levar por esta facilidade pois será prejudicial ao bebê.
Espero que tenham gostado do meu post e agora me contem como foi e como é ai na casa de vocês.
Aguardo comentários!!!
06 novembro 2012
Receita de papinha caseira

Olá mamães corujas, me perdoem a falta de tempo com o cantinho. Hoje vim aqui pra compartilhar uma receita de papinha caseira, eu fazia para a Ingrid e ela gostava.
Façam e depois me contem!
1 colher (de sobremesa) de óleo vegetal
1 colher (de chá) de cebola picada
2 colheres (de sopa) de carne moída
1 batata pequena cortada em cubos pequenos
2 colheres (de sopa) de abóbora cortada em cubos pequenos
2 colheres (de sopa) de couve picada
Modo de preparo
Em uma panela, aqueça o óleo e refogue a cebola e a carne moída. Acrescente, em seguida, a batata e a abóbora. Cubra com água, tampe a panela e cozinhe até que todos os ingredientes estejam bem macios e com um pouco de caldo. Junte a couve e cozinhe por mais 5 minutos. Amasse todos os ingredientes com garfo e sirva.




